15/12/2011

Westland Sea King se despede da Royal Australian Navy


Sea King da Marinha Australiana fazem seu ultimo voo

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O Royal Australian Navy está aposentando seus helicópteros Westland Sea King ,após 35 anos de serviço.

http://www.flightglobal.com/assets/getasset.aspx?itemid=43504

Uma Formação com os últimos Sea King partiu da Estação Aérea Naval de HMAS Albatross em Nowra, para Sydney, onde voaram em seguida ao porto. Antes de retornar fizeram um sobrevoo sobre Canberra.




"Nós os chamamos Mack Truck of the Skies", disse Paul Moggach, comandante da esquadra 817 e líder da formação de despedida. "Os Sea King são aeronaves muito capazes, que tem servido bem a Austrália."

O Sea King está sendo substituído pelo NH Industries MRH90.

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Fonte:Flight Global/fotos:Flight Global;Cavok/Vídeos:Eurocopter EADS;
✈ ✈ Rent A Space ✈ ✈-Via:Youtube.com

Vídeo-Lockheed U2 FL 70 com James May do Top Gear

Video :Imagens expetaculares de nosso Planeta Terra feitas apartir do FL 70

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgATNuibQhq4-e6rjUwtj1JEY-mC5y3mCAJfmqjavQVz9LF_H31LRHX4k1G6UsVWG7pfw7mfCvQ4NOJOGEHB3hM5Fp6t1Dh1_OK2MO3xq8M8PhCBFdf8i6dupe3pBrWxwuZljerwmfmRJU/s1600/U2SpyPlane.jpg
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Para comemorar os 40 anos do pouso da espaçonave Apollo na Lua ,o apresentador do Programa Top Gear -James May ,em um programa especial do Top Gear.As imagens são fantáticas .



Fonte:Canal de bryUK-Via:Youtube.com/fotos:con.ca;onwardjames.blogspot.com

14/12/2011



CADE aprova fusão entre TAM e LAN, que cria maior empresa aérea da AL


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Órgão antitruste impõe à empresa redução de voos entre SP e Santiago.
Acordo já havia sido aprovado por tribunal do Chile.


O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) aprovou, em julgamento nesta quarta-feira (14), a fusão entre a TAM e a empresa aérea chilena LAN, que cria a LATAM, maior companhia aérea da América Lantina.

Os conselheiros aprovaram ainda duas medidas para evitar concentração de mercado pela nova empresa.

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Executivos da TAM e da LAN, no anúncio da operação de fusão (Foto: Divulgação)

A primeira delas é que a LATAM será obrigada a repassar a concorrentes dois horários diários de voo entre São Paulo (aeroporto de Guarulhos) e Santiago, no Chile.

Esses voos devem ser em horário comercialmente interessante e devem ser repassados a empresa interessada em operar na rota. Segundo o relator do processo, Olavo Chinaglia, o "remédio" é necessário porque a empresa teria 80% dos voos nessa rota. Além disso, apenas TAM e LAN fazem hoje voos diretos entre as duas cidades.

"A concentração é bastante alta em um mercado específico – São Paulo, Santiago, São Paulo – e por isso foi determinada a permuta de dois slots para que uma nova entrante nesse mercado possa competir com a Latam", disse Chinaglia.

A outra medida é que a LATAM poderá ser membro de apenas uma aliança internacional de empresas aéreas. Hoje, a TAM pertence à Star Alliance, e a LAN, à Oneworld. De acordo com o Cade, a manutenção da Latam nos dois acordos – que permitem compartilhamento de voos e aumento do número de rotas disponíveis –, poderia dificultar a concorrência no setor aéreo.

O relator apontou que o principal problema verificado no setor não é a concentração de mercado pelas empresas aéreas mas a falta de infraestrutura nos aeroportos que impede a entrada de novos competidores. Ele disse que a fusão entre TAM e LAN pode trazer benefícios aos passageiros.

“Embora gere concentração, a operação também gera algumas eficiências que tendem a ser repassadas ao consumidor sob a forma de uma operação mais eficiente, maior oferta de horários e eventualmente até passagens mais baratas”, disse.

O plano de fusão foi anunciado em agosto pelas duas empresas. No mesmo mês, o negócio foi analisado pela Secretaria de Acompanhamento Econômico (SEAE), do Ministério da Fazenda, e pela Secretaria de Direito Econômico (SDE), ligada ao Ministério da Justiça, que recomendaram ao Cade a sua aprovação sem restrições.

O acordo já havia sido aprovado, com ressalvas, pelo tribunal antitruste do Chile. Entre as condições impostas pelo tribunal está a renúncia pelas empresas de pelo menos uma das alianças globais de companhias aéreas que participam

fonte:G1.com/fotos:G1;tanie--loty.com

Azul planeja iniciar voos internacionais no fim de 2012


Azul planeja iniciar voos internacionais no fim de 2012


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Empresa analisa operar voo regular para Punta del Leste, no Uruguai.
Aérea diz ter interesse em participar de concessão de terminal de Viracopos.

A Azul Linhas Aéreas planeja iniciar a operação de voos internacionais entre o final de 2012 e início de 2013. Segundo o vice-presidente de planejamento da empresa, Trey Urbahn, o primeiro destino internacional a ter voos regulares da companhia partindo do Brasil deverá ser Punta del Leste, no Uruguai.

"Buenos Aires já está muito bem servida (por outras empresas), então estamos avaliando outros destinos", disse Urbahn, que também citou como interesse da Azul cidades como secundárias da Argentina como Córdoba, Mendoza e Bariloche, além de Montevidéu (Uruguai) e Santiago (Chile).

A ideia é iniciar os voos para o exterior já na temporada 2012-e 2013, com voos partindo do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). A partir disso, a operação internacional paraos países do Cone Sul poderia se dar a partir de Porto Alegre.

Segundo Urbahn, a Azul já poderia estar operando internacionalmente com a conectividade que a empresa possui no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), mas a frota atualmente disponível faz com a empresa mantenha o seu foco na malha regional.

Para 2012, a aérea planeja vai ampliar sua frota em 8 a 10 jatos da Embraer e 9 a 10 aviões turboélice da francesa ATR. A frota atual da Azul é formada atualmente por 49 aeronaves.

Na operação doméstica, a Azul planeja aumentar a sua presença em estados como Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia e Ceará.

Concessão de aeroportos

Segundo o vice-presidente da Azul, a empresa tem "muito interesse" em participar da concessão do terminal de Viracopos, mas que a participação no leilão ainda não está definida. "Tem empresas fazendo contato conosco. Temos mais de 80% do mercado de Viracopos e vamos continuar trabalhando com a Infraero ou qualquer outra empresa que atue no terminal", disse o executivo.

Pelas regras do pré-edital da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), companhias aéreas podem entrar no leilão de concessão dos aeroportos de Guarulhos, Campinas (SP) e Brasília (DF) com participação minoritária de 1%.

Para os executivos da Azul, apesar do percentual mínimo, a parceria garantia uma maior participação na tomada de decisões sobre o dia-a-dia do aeroporto, o que ajudaria na eficiência operacional e oferta de novos serviços.


Fonte:G1.com/foto:cavok.com.br

Primeiro Ministro da França vem ao Brasil para Negociar parcerias na Defesa


Primeiro Ministro da França vem ao Brasil para Negociar parcerias na Defesa




O primeiro-ministro da França, François Fillon, chega hoje (14) ao Brasil. A ideia é ampliar a cooperação entre os dois países e a parceria estratégica no setor de defesa.

Amanhã (15), Fillon se reúne com a presidenta Dilma Rousseff. Uma das propostas da França inclui a participação na construção de um dos porta-aviões do projeto de reaparelhamento da Marinha brasileira. Fillon viaja ao Brasil com uma delegação de 40 pessoas, das quais 28 são empresários, além de parlamentares e três ministros de Estado.

O primeiro-ministro tem uma agenda de quatro dias em território brasileiro.

De acordo com assessores de Fillon, com base no acordo assinado em 2009 entre a França e o Brasil para venda de armamento avaliado em U$ 12,3 bilhões, o primeiro-ministro vai demonstrar interesse em outros contratos no setor, como a participação na construção do futuro porta-aviões brasileiro. A empresa DCNS fez uma proposta para o design do futuro navio-aeródromo.

O governo da França também está interessado no projeto brasileiro de renovação da frota de fragatas e de patrulhas oceânicas e na fiscalização das fronteiras marítimas.

A Aeronáutica civil é outro setor estratégico, e um dos objetivos é intensificar as relações nessa área.

O principal ponto das discussões é a compra dos 36 caças Rafale para renovação da frota brasileira.

De acordo com o especialista em Defesa Nelson During, o Rafale também está na disputa por um contrato da Marinha, que inclui 48 aviões.

No âmbito nuclear, o Brasil pretende adquirir até 2030 quatro novos reatores, além dos três que já existem nas usinas de Angra dos Reis. A França, conhecida pela sua experiência no desenvolvimento de energia nuclear para fins civis, pretende aproveitar esse interesse brasileiro para negociar.

A crise na Europa também terá destaque na visita. A questão será abordada durante um seminário na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que contará com a participação de empresários dos dois países.

O Brasil é o país não europeu que mais recebe investimentos diretos da França. Cerca de 500 empresas francesas estão instaladas no país.

Durante a visita do primeiro-ministro francês, também serão assinados diversos acordos bilaterais. Um deles, ligado ao programa Ciências sem Fronteiras, prevê a formação de cerca de 10 mil estudantes bolsistas no país. Também há acordos nas áreas de tecnologia da informação e Previdência Social.

A agenda de Fillon ainda inclui a inauguração de um monumento em homenagem às vítimas do voo AF447, que caiu em 31 de maio de 2009 no Oceano Atlântico. A cerimônia deve ocorrer sexta-feira (16), no jardim Parque dos Dois Irmãos, no Leblon.

Ainda no Rio, Fillon deverá visitar o teleférico que liga os seis morros do Complexo do Alemão, recentemente ocupado pela polícia. O primeiro-ministro volta para a França no sábado (17).

Fonte: Agência Brasil, com informações da RFI-Via:Cavok

Entrevista com CEO da Dassault Aviation Charles Edelstenne


Entrevista com CEO da Dassault Aviation Charles Edelstenne

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O jornal francês Le Figaro publicou nesse final de semana uma entrevista com Charles Edelstenne, CEO da Dassault Aviation, o qual afirma que o caça francês responde a uma necessidade expressa pelos Estados-Maiores das Forças e que o custo do programa está sob controle.

A Dassault Aviation (1) acaba de viver um par de semanas de turbulência, durante o qual seus produtos e sua estratégia tem sido questionadas.

Uma complexa negociação com os Emirados Árabes Unidos; a escolha suíça do Gripen sueco contra o Rafale; a rejeição, pelo Senado, do projeto francoisraelense para o VANT Dassault/IAI; a declaração do Ministro da Defesa Gerard Longuet, sobre o Rafale, todos são alguns assuntos sobre os quais responde o CEO da Dassault Aviation, Charles Edelstenne.

Acompanhe abaixo a interessante entrevista

LE FIGAROCharles Edelstenne, começando pelo Rafale, como está o programa?

Charles Edelstenne – Que o programa Rafale concentra críticas porque o avião não é exportado, eu posso entender e vou comentar. Mas as duas primeiras perguntas a fazer sobre este programa, ainda não foram colocadas: o avião atende às necessidades dos militares, e as autoridades francesas fizeram com este programa a escolha mais razoável economicamente? Sobre a primeira questão, a Dassault Aviation e seus parceiros industriais não desenvolveram o Rafale apenas por prazer, mas para atender a uma necessidade manifestada pelos Estados-Maiores e pela Direção-Geral de Armamento. Pode-se constatar a satisfação da área operacional com relação aos numerosos teatros de operações onde eles empregaram a aeronave.

Durante a crise da Líbia, o Rafale demonstrou sua perfeita versatilidade, isto é, sua capacidade de cumprir todas as missões relacionadas com a força aérea, que o distingue de todos os seus concorrentes.

Quanto à segunda questão e independentemente das críticas de alguns, o Rafale, sem dúvida, foi a escolha mais razoável que a França poderia fazer na área de aviões de combate. De fato, a versatilidade do Rafale permitirá a racionalização da força aérea que, de 1995 a 2030, irá passar de mais de 650 aviões de combate para 286, como foi apontado pelo ministro da Defesa na quarta-feira.

Para ilustrar, um Rafale cumpre as missões de dois Mirage 2000.

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As forças armadas francesas irão operar então apenas um tipo de aeronave, tanto para a força aérea como para a aviação naval, o que resulta em economia significativa em termos de apoio logístico, em situação na qual os ingleses usam dois equipamentos diferentes e os americanos, três! Além disso, num momento em que o emprego continua sendo uma preocupação para todos, vale lembrar que 100% do Rafale é fabricado na França, e que proporciona carga de trabalho para cerca de 500 empresas, e para inúmeras e inovadoras pequenas e médias empresas – PME.

LE FIGAROO custo do programa é apresentado como faraônico. O que você pode dizer?

Charles Edelstenne – Apesar das críticas sobre seu peso financeiro, o Rafale é o único programa de tal magnitude que teve os custos controlados por um esforço constante da DGA e das indústrias, apesar de um atraso de 10 anos devido às restrições nas nossas finanças públicas.

A este respeito, eu li recentemente um artigo mencionando um significativo no custo do programa, quando ocorreu apenas uma atualização de custo quanto ao valor econômico total do ano.

Todos estes elementos devem ser manuseados com cuidado, para não induzir os leitores ao erro. Segundo o Ministério da Defesa, o Rafale tem cumprido seu projeto original, com a faixa de preço de série com aumento de 4,7%, enquanto seus concorrentes têm experimentado excessos descontrolados de seus custos. O Tribunal de Contas britânico, o NAO, denunciou este ano um desvio de 75% no programa europeu EF-2000.

Para aqueles que ainda se arrependem de a França ter deixado esse programa, deve ser entendido que tal escolha teria aumentado em quase 50% o custo para o contribuinte, se comparado com o do Rafale.

O JSF F-35 americano, por sua vez, foi submetido ao controle do Congresso, por um desvio de mais de 77% dos custos do programa desde o seu lançamento em 2002. E o desenvolvimento não está terminado: Esse programa é também chamado no além-mar de “programa de trilhões”.

LE FIGAROAinda assim, com relação ao peso do programa na execução do planejamento militar francês, o equilíbrio estava baseado em cadência mais baixa na entrega do Rafale…

Charles Edelstenne – Novamente, há verdades que é necessário restaurar e distorções a corrigir. As entregas anuais de Rafale não têm como objetivo girar as linhas de produção da Dassault Aviation. Elas existem para atender às necessidades das forças.

No âmbito da programação para a lei do orçamento militar, considerando as limitações orçamentárias e assumindo que a aeronave seria exportada, até 2011, eu concordei com as taxas mínimas de entrega para a França de onze aeronaves por ano, já bastante reduzidas em comparação com a cadência que foi previamente garantida, considerando que um em cada dois aviões seria destinado para a exportação.

Com as exportações não se efetivando, por razões relacionadas com os riscos inerentes aos contratos internacionais, era essencial manter a taxa mínima inicial de onze aeronaves por ano, abaixo da qual toda a equação industrial seria desestabilizada.

A Dassault Aviation não foi, portanto, presenteada pelo Estado com a entrega às forças armadas de onze por Rafale ano. Isto significa, faço notar, uma taxa “infernal” de um avião por mês, considerando 11 meses de trabalho.

LE FIGARO - No entanto, alguns se queixam de que a Dassault Aviation, com seu monopólio, vive à custa do Estado.

Charles Edelstenne - Para aqueles que ainda acreditam que somos uma indústria que vive da caridade do Estado, eu digo que 75% do volume de negócios da nossa empresa depende da venda de aeronaves civis, e que as encomendas do Estado representam em média apenas 20% do nosso negócio! Eu também li que seria anômalo que a Dassault Aviation, uma empresa privada, tivesse o monopólio na França em aviões de combate.

Eu respondo que não tenho certeza de que a França teria os meios para manter duas empresas concorrentes nessa área, o que, aliás, até mesmo os americanos não suportam mais. Isso seria contrário à vontade expressa, muitas e muitas vezes, de racionalização industrial. Além disso, a Dassault nunca falhou na gestão de seus programas e sempre cumpriu os seus compromissos em termos de custo, cronograma e desempenho, ao contrário de tantos outros…

LE FIGAROAgora, sobre a exportação. Ouvimos frequentemente que o Rafale é muito caro, “inexportável”, e a empresa não se interessa o suficiente em exportações militares. O que você acha?

Charles Edelstenne – Com relação à qualidade operacional da aeronave, ao engajamento do pessoal da empresa, você vai entender que a minha impaciência para exportar o Rafale poderia ser ainda maior do que aquela da imprensa!

Primeira observação: a exportação é uma necessidade vital para a indústria de armas. Esta é a razão pela qual os fabricantes, no programa Rafale, aceitaram financiar 25% do seu desenvolvimento, fato inédito na indústria de aviação mundial. Apenas para os Emirados Árabes Unidos, mais de 100 pessoas da Dassault Aviation estão mobilizados nas negociações do Rafale, por mais de dois anos, sem contar aquelas dos nossos parceiros Thales e Snecma. Você acha que gastaríamos tanta energia apenas para fazer número, se eu não estivesse convencido?

Os efeitos de estilo sobre a “exportabilidade” do Rafale são insignificantes. De que falamos? Primeiro, de competições internacionais, onde os nossos principais concorrentes são americanos, que têm, já de partida, um bônus automático de 40% de competitividade, devido à paridade euro-dólar.

Segundo, as vendas são de aviões de combate, e estas afetam o coração da soberania do Estado. São, acima de tudo, negócios onde a dimensão política é crucial.

Os Estados Unidos colocam todo o seu peso político na balança para impedir a exportação do Rafale.

Eles sabem que, assim, poderiam hipotecar o futuro dessa atividade na França e na Europa.

Eles ganhariam um duplo monopólio, o militar evidentemente; mas também o tecnológico, pois a aeronáutica alimenta, com as tecnologias que desenvolve, setores inteiros da economia.

LE FIGAROAinda resta o preço do Rafale!

Charles Edelstenne – Eu relembro inicialmente que 70% do custo de um Rafale provém dos nossos parceiros e de todos os nossos subcontratados.

Que os nossos preços são validados pelo Estado, que garante que não há sobrepreço nas nossas ofertas. Finalmente, a exportação: deve-se comparar o Rafale àquilo que é comparável. Se você me permite uma metáfora que eu busco da minha experiência na fabricação: os fabricantes têm adotado na produção, maquinário de cinco eixos em vez de máquinas de um ou dois eixos, para otimizar suas cadeias de suprimento e reduzir custos.

O Rafale, graças à sua versatilidade, pode substituir vários tipos de aeronaves diferentes, o que ajuda a reduzir a quantidade de aeronaves necessárias para cumprir as missões essenciais na aviação de combate. Portanto, não é possível realizar comparação um para um.

Para concluir, sobre este assunto preço, comento que o EF2000 foi vendido para a Áustria, pela EADS alemã, a um preço muito maior do que os previstos para o F-16 e Gripen; e, surpreendentemente, isso não chocou as pessoas. Da mesma forma, na Arábia Saudita, onde 72 aeronaves foram vendidas por 20 bilhões de libras, não houve problemas…

Noto também que a imprensa publicou, com relação às vendas de alguns de nossos concorrentes, o estabelecimento de processos judiciais, nos quais ocorreram até prisões pelas autoridades públicas locais.

Quero lembrar que a nossa empresa, que opera em todo o mundo, respeita as leis aprovadas por representantes eleitos da nação.

LE FIGAROConcretamente, qual é o mercado de exportação da empresa e como se podem explicar as derrotas?

Charles Edelstenne – O mercado tradicional de aviões de combate franceses é composto por países que não querem comprar aviões americanos ou por países que querem uma dupla fonte. Competições foram realizadas na Coreia do Sul, Cingapura e Holanda. Nesses países, as forças aéreas estavam equipadas apenas com aviões americanos.

Estes países sempre tiveram laços muito estreitos com os Estados Unidos, por razões geoestratégicas, no que diz respeito à Coréia ou Cingapura. A Holanda, que é um dos membros fundadores da União Europeia, por razões de conforto é feroz defensor da preferência americana para a sua aviação de combate, desde o “marche du siècle” (F-16)! Podemos ter cometido um erro ao tomar parte nessas primeiras competições, em que nossas chances eram, desde o início, bastante limitadas. Mas se não tivéssemos participado, ninguém teria compreendido.

Em todas as ocasiões, nós vencemos o EF2000 e acabamos na final contra aviões norte-americanos.

LE FIGAROComo você explica o fracasso no Marrocos?

Charles Edelstenne -Em 2007, havia uma verdadeira bagunça no Estado francês durante as eleições, o que custou à França um contrato, apesar de os marroquinos terem a vontade de escolher o produto francês. Após este fracasso, o Presidente da República, Nicolas Sarkozy, decidiu recuperar o controle dos contratos estratégicos, com a criação de uma “sala de guerra” no Elysee, para coordenar a política de exportação francesa.

Esta atitude pró-ativa do Presidente resultou em uma rápida recuperação dos projetos de exportação do Rafale, notadamente para os EAU (Emirados Árabes) e para o Brasil.

LE FIGAROEspecificamente, como vocês estão nas perspectivas de exportação?

Charles Edelstenne – Os três processos mais avançados são os dos Emirados Árabes, Índia e Brasil. Vamos começar com os Emirados Árabes Unidos.

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Desde 2008, estamos em negociações com aquele país. Os Emirados Árabes Unidos é um cliente/parceiro que sempre requer que façamos o melhor.

As negociações continuam e a empresa está trabalhando para desenvolver parcerias locais que, se o Rafale vencer, devem fortalecer a relação estratégica entre nossos dois países, com base em uma cooperação industrial e tecnológica estendida em torno do Rafale.

Na Índia, estamos na fase final contra o EF2000 da EADS. Eu não vou comentar sobre as negociações, mas quero enfatizar o interesse que a Dassault Aviation dedica a esse cliente histórico da aviação de combate francesa. Estamos muito empenhados em dar resposta às preocupações de independência e soberania dos indianos, que querem consolidar uma base industrial que já é muito eficiente.

Finalmente, no Brasil, o empenho do presidente francês permitiu ao Rafale ser considerado no mais alto nível pelas autoridades brasileiras.

A presidente Dilma Rousseff decidiu congelar o processo de aquisição em função da situação econômica global.

Esperamos a retomada da competição em 2012. É claro que não permanecemos inativos e continuamos presentes lá, porque esta é a ambição das autoridades brasileiras.

Multiplicamos acordos e parcerias tecnológicas, acadêmicas e industriais, para garantir aos brasileiros responsáveis pelo programa a nossa vontade de transferir, sem restrições, o know-how e as tecnologias que garantam ao Brasil o fortalecimento da sua soberania sobre sua arma aérea.

LE FIGAROE sobre a decisão da Suíça?

Charles Edelstenne – As autoridades militares helvéticas, através de um rigoroso processo de avaliação, sancionaram o Rafale pela adequação de seu desempenho em termos de sua necessidade operacional. Além disso, o relatório publicado na imprensa suíça destaca a superioridade do Rafale sobre os seus dois concorrentes.

O Conselho Federal anunciou que orientou sua escolha para o Gripen NG, o menos bem classificado dos três competidores. Mas a escolha de um caça é sempre uma escolha política, que também leva em conta a qualidade das relações bilaterais. E estas, você sabe, não estão no seu melhor momento…

LE FIGAROEm julho passado, o ministro da Defesa anunciou, no âmbito dos VANT, ter optado por uma solução proposta pela Dassault Aviation, com base no Heron TP, da empresa israelense IAI. Esta decisão tem sido severamente questionada pelo Senado. O que você acha?

Charles Edelstenne – Antes de responder diretamente a sua pergunta, deixe-me apenas o contexto para que possamos entender claramente a questão.

Constatando que o avião de combate futuro europeu não será lançado até 2030-2035, a Dassault Aviation enfrenta a questão central da manutenção de habilidades e competências de seu departamento de pesquisa em assuntos militares.

Devemos manter a capacidade de evoluir o Rafale à luz dos progressos tecnológicos e do avanço das ameaças durante os quarenta anos de sua atividade nas forças armadas francesas, enquanto se prepara o desenvolvimento do avião um dia irá substituí-lo.

Nossa estratégia de manter a competência assenta-se em três pilares, que são essenciais e também complementares: as aeronaves civis, que nos permitem desenvolver as habilidades duais; os desenvolvimentos do Rafale na França e no exterior, e os drones. Nesta área, nós não saímos do nada, pois temos, desde 2000, implementado uma política empírica.

Em 2000 e 2003, fizemos voar, com financiamento autônomo, o AVE-D e o AVE-C, o que nos permitiu validar as tecnologias, incluindo voos por controle remoto e voos de uma plataforma sem estabilizador vertical.

Em 2003, a Dassault Aviation recebeu a atribuição de conduzir o maior projeto de pesquisa e tecnologia europeias na área da aviação militar, com o demonstrador de avião de combate não-tripulado chamado “NEURON”.

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Este é um projeto laboratório com dois objetivos: primeiro, o desenvolvimento de tecnologias furtivas, para o transporte cargas bélicas em baias, para o voo automático… para uma plataforma do tamanho de um Mirage 2000; mas também visa à cooperação europeia na inovação, com a seleção de cinco parceiros europeus (Saab, Alenia, EADS-Casa e Ruag e HAI) escolhidos por suas principais competências e cada um apoiado financeiramente, em princípio, pelos seu Estado.

LE FIGAROE sobre o projeto franco-britânica Heron TP?

Charles Edelstenne – Em 2010, dando seguimento ao tratado francobritânico de Lancanster House, uma cooperação no âmbito dos drones de vigilância MALE (Medium Altitude Long Endurance) foi iniciada para atender às necessidades das forças armadas dos dois países. Neste contexto, a Dassault Aviation e BAE Systems propuseram um drone MALE chamado “Telemos”.

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Este projeto foi concebido para, em 2020, proporcionar às forças francesas e britânicas um VANT de vigilância baseado em tecnologia de 100% europeia! Isso mostra que, se, com a BAE, estamos competindo nas aeronaves de combate de hoje, reconhecemos que o nosso futuro passa por uma cooperação pragmática. O drone MALE deve abrir esse caminho.

Esta é uma perspectiva para 2020. Em paralelo às questões industriais, há exigências militares.

O conflito líbio revelou uma dependência das forças francesas das informações fornecidas pelos americanos, devido à falta de drones adequados e modernos. Esta deficiência foi ressaltada nos relatórios parlamentares. Para preencher esta deficiência de capacidade, o comitê de investimentos do Ministério da Defesa decidiu, em julho, a entrar em negociações com a Dassault Aviation para o fornecimento de uma versão nacionalizada e evoluída do Heron TP israelense.

LE FIGAROSe esta é a decisão agora apoiada pelo Ministro da Defesa, o drone Predator dos EUA parece ter muitos adeptos, especialmente no Senado…

Charles Edelstenne – Em face desta falta de capacidade, as alternativas disponíveis para o Ministério da Defesa são, na verdade, muito simples. Por um lado, uma compra de prateleira dos americanos para preencher a lacuna, mas que não resultaria em qualquer transferência de experiência e know-how para o País e para a indústria francesa. Os americanos, você sabe, não compartilham! Você imagina que a França seria mais bem tratada com o Predator do que os britânicos o são com o JSF F-35?


Por outro lado, escolher uma plataforma de Israel será um pouco mais caro que o Predator por causa dos trabalhos na França, colabora para a independência de nossa Nação.

Este projeto é muito importante industrialmente. Ele permitirá que a Dassault Aviation, no âmbito do acordo intergovernamental entre a França e Israel, aproveite a transferência de experiências por parte da empresa israelense IAI no conhecimento aprofundado dos sistemas MALE. Nós teremos, também, a responsabilidade por todos os trabalhos de nacionalização e integração de sistemas.

Esta escolha irá fomentar um setor industrial francês harmonioso em torno da Dassault Aviation, visando colocar a França em uma posição forte para lidar com a cooperação franco-britânica.

Eu me comprometo no sentido de que esse projeto francoisraelense cumpra todas as promessas, tanto em termos de preço, como prazo ou desempenho. Eu sei que as expectativas são altas.

LE FIGARO – Dassault Aviation e Thales têm sido alvo de uma violenta campanha na mídia. Como vocês estão com a Thales atualmente?

Charles Edelstenne – Nós não nos tornamos acionistas da Thales, investindo dois bilhões de euros, para ser apenas um “sleeping partner”; pois temos a missão, confiada pelo Estado, de atuar como operador industrial.

Esta missão me impede de ficar passivo diante de dificuldades. A Thales, que é um expoente da tecnologia francesa, passou por um período difícil, devido à gestão que eu chamaria, no mínimo, de arriscada! Eu não vou entrar em detalhes de minhas descobertas, mas me lembro que nós encontramos um número de contratos acusando perdas faraônicas de cerca de 2,5 bilhões de euros.

Isto levou Thales a três “profit warning”. Enquanto as Cassandras anunciavam o colapso da empresa e a incapacidade de seu novo presidente, a empresa agora está bem gerenciada e controlada.

As encomendas e as vendas são consolidadas, os resultados anunciados para o mercado são confirmados, e isso sem sacrificar o investimento em pesquisa, ao contrário de algumas alegações, frequentemente enganosas.

Minha função como operador industrial é clara. Primeiro, sanear a situação em que se encontrava a Thales, de modo que esta opere de maneira industrial competitiva e flexível.

Uma vez que esses fundamentos sejam restaurados, será possível enfrentar novos desafios.

Aspiro a que a Thales se torne a líder europeia nas áreas de altas tecnologias estratégicas, aeronáutica e espaço, defesa e segurança, como o que foi feito na Grã-Bretanha em torno de BAE, enquanto prossegue a diversificação para as atividades civis, como modo de equilibrar os ciclos e compensar a queda nos orçamentos militares.

LE FIGARO – Costuma-se dizer que a Dassault Aviation está envelhecendo, tanto em sua participação acionária como na sua gestão?

Charles Edelstenne – Somos, Serge Dassault e eu, extremamente sensíveis a estas manifestações de interesse para com a nossa saúde. Gostaria de tranquilizar a todos, a menos que isso cause maior preocupação: não haverá nenhum vácuo de poder na sociedade, e a continuidade será assegurada. Cada coisa ocorrerá no seu tempo e sem aviso prévio de todos esses famosos “experts”…

A Dassault Aviation tem a vantagem de ser uma empresa controlada por um acionista majoritário. É uma verdadeira vantagem para ela, porque isso permite que a gestão em longo prazo seja consistente com o ciclo de nossos produtos, sem que os gestores sejam movidos apenas pelo preço das ações.

É também uma sorte para a França que este acionista se interesse pela Defesa, porque não é o negócio mais lucrativo para os investidores, a julgar pelas dificuldades encontradas na Alemanha para encontrar um acionista para substituir a Daimler no grupo EADS, quando os candidatos demoraram a aparecer! É certamente mais lucrativo investir em luxo do que nas indústrias aeronáuticas e de defesa!


(1) O Grupo Dassault é proprietário do Le Figaro.


Fonte: Le Figaro – Etienne Mougeotte – Tradução: Justin Case-Via:Cavok/fotos:Plano Brasil;b-reves.net;deagel.com;brasilnicolaci.blogspot.com/vídeo:Canal de sasty73-via :Youtube.com

Primeiro Ministro da França afirma que caça Rafale continuará em produção

Primeiro Ministro da França afirma que Dassaut não encerará produção de seu Caça Rafale

A Dassault Aviation vai continuar a produção de seus aviões de combate Rafale e manter a sua “capacidade” industrial, disse hoje o primeiro-ministro francês François Fillon.

“As capacidades extraordinárias do Rafale tem sido demonstradas na guerra na Líbia”, disse Fillon num discurso na base aérea de Saint-Dizier, no leste da França. “A França não vai renunciar em nenhuma circunstância” a engenharia industrial e as competências desenvolvidas pela Dassault, disse ele, segundo informa uma cópia do discurso enviado por e-mail do seu gabinete.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg8vEGejfXmIRRlnNGkcFrhLz9l7Yj6zNeqjUuJtwaYJbIvPPZYjLwZNZlr0JQpsvFE_T-h9VuVUkStaZNAMYnRnbvW5_A5NAFUUis2RzCQLDMtYjno_4EJTnUcAmFGwdz7zzliKm89fz5Q/s1600/SR_DSF6870.jpg

Ele acrescentou que a França ainda está buscando vender os jatos para a Índia, Emirados Árabes Unidos e Brasil.

Os comentários de Fillon seguem após as observações do Ministro da Defesa, Gerard Longuet, no jornal Le Monde do dia 07 de dezembro, quando disse que a menos que o jato encontra um comprador no exterior, o governo vai parar de financiar sua produção, efetivamente matando o programa.

Durante a última década, a Dassault tem consistentemente perdido as competições em países como Cingapura, Coréia do Sul, Marrocos, e na semana passada, na Suíça. Embora tenha estado produzindo um avião por mês para os militares franceses, sem encomendas de exportação para ajudar a pagar o custo de produção, sua carga de financiamento recai inteiramente sobre a França.



Fonte: Bloomberg –via :Cavok/ Tradução: Cavokfotos :Arquivo- voarnews;rafalenews.blogspot.com/vídeo: kirkjamestkirk's channel-via:Youtube.com

CAOS AÉREO A VISTA- Aeronautas e Aeroviários preparam greve para dia 22


Aeronautas e Aeroviários preparam greve para dia 22

http://n.i.uol.com.br/noticia/2010/12/23/aeronautas-e-aeroviarios-protestam-no-saguao-do-aeroporto-de-cumbica-em-guarulhos-sp-determinacao-da-justica-fez-categoria-suspender-greve-1293101521746_615x300.jpg

São Paulo, (EFE).- Aeronautas e aeroviários anunciaram nesta terça-feira que farão uma greve no próximo dia 22 de dezembro para reivindicar um aumento salarial.

A Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil (Fentac) informou que os sindicatos de pilotos, tripulantes e funcionários de aeroportos decidiram entrar em greve para pedir 10% de aumento salarial e 14% de aumento sobre os pisos.

A proposta das empresas é um reajuste pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 3% para todas as categorias.

No entanto, os sindicatos manifestaram que se as negociações avançarem nos próximos dias convocarão novas assembléias para reavaliar a decisão de entrar em greve.

As centrais sindicais afirmaram em comunicado que há 50 dias apresentaram a folha de pedidos e até agora as negociações não apresentaram progressos.

A última reunião entre as empresas e os trabalhadores foi realizada no último dia 30 de novembro.

Em 2009 e 2010, os sindicatos do setor ameaçaram realizar greves similares também na época do Natal, mas desistiram depois de chegar a um acordo com as empresas. EFE



Fonte:G1.com-com informações da EFE/foto:desastresaereosnews.blogspot.com

Airbus planeja contratar até 4.000 trabalhadores em 2012


Airbus planeja contratar até 4.000 trabalhadores em 2012

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SÃO PAULO - A Airbus, maior fabricante de aviões do mundo, contratou 4.000 pessoas em 2011, 33% mais que o previsto inicialmente. A companhia planeja contratar um número semelhante em 2012, em meio a uma forte demanda por aeronaves comerciais, afirmou o diretor de Recursos Humanos, Thierry Baril, em entrevista por telefone.

Aproximadamente 40% dos contratados em 2011 são engenheiros, metade dos quais foram contratados na França, disse ele. Airbus contratou cerca de 1.200 pessoas na Alemanha.

Fonte:Bloomberg-via Valor Econômico/foto:aereoo.com

2011 é o ano mais seguro para o transporte aéreo mundial, diz Iata



2011 é o ano mais seguro para o transporte aéreo mundial, diz Iata



Até 30 de novembro, foram 22 acidentes aéreos com 486 mortes no mundo.
Segurança melhorou em todas as regiões; Rússia é exceção, diz diretor.

Os indicadores globais de segurança no transporte aéreo, no qual estão incluídos os números de acidentes e o total de passageiros mortos, melhoraram quase 50% neste ano em relação aos 11 primeiros meses de 2010, segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata).

Conforme a Iata, 2011 é, proporcionalmente em números, o ano mais seguro para o transporte aéreo mundial.

Até 30 de novembro deste ano, foram 22 acidentes aéreos graves no mundo, provocando a morte de 486 passageiros e tripulantes. Em 2010, haviam sido 23 tragédias, totalizando 786 mortes.

Já em 2006, mais de 855 pessoas morreram em 20 acidentes.A Iata divulgou os dados em conferência para jornalistas em 8 de dezembro.

Segundo o órgão, todas as regiões, incluindo a África, que historicamente é a região mais perigosa para o transporte aéreo, tiveram neste ano uma queda proporcional no número de fatalidades, com exceção da Rússia e dos países relacionados à Comunidades dos Estados Independentes (CEI), ex-repúblicas soviéticas.

“Até o final do ano de novembro, a performance de segurança global na indústria (para aviões de fabricação ocidental) registra o melhor nível histórico e é 49% melhor que o mesmo período do ano passado”, afirmou o vice-diretor de segurança da Iata, Gunther Matschnigg.

A Iata contabiliza dados desde 1945, mas só os divulga desde 2001. O órgão mensura a performance de segurança dos seus países-membros pelo número de acidentes e aeronaves perdidas em relação à quantidade de decolagens realizadas no mundo.

Atualmente, 240 companhias áreas integram a associação, operando em 118 países e responsáveis por cerca de 84% do tráfico aéreo global, diz a Iata.


Fonte:G1.com

Embraer certifica legacy 650 na China


Jato executivo da Embraer tem certificação para operar na China

http://cavok.com.br/blog/wp-contents/uploads/2010/05/1_AE_LEX_004717_alta.jpg

SÃO PAULO – A Embraer informou que conseguiu a certificação de seu jato executivo Legacy 650 pela CAAC, a autoridade de aviação civil da China, o que abre o caminho para que a introdução dessa aeronave no mercado chinês.

“Estamos agora totalmente preparados para servir os nossos clientes de Legacy 650 nesta região”, diz, em nota, Guan Dongyuan, presidente da filial da Embraer na China.

A fabricante de aeronaves brasileira diz que já recebeu diversas encomendas da China para o Legacy 650. Esses pedidos incluem as encomendas de 13 jatos pela empresa de leasing Minsheng e outra unidade pelo ator Jackie Chan.



Fonte:Valor Econômico-por:(Eduardo Laguna | Valor)/foto:Cavok/vídeo:Best Destination TravelChannel-via:Youtube.com

Governo notifica aéreas sobre medidas de cancelamento de voos


Governo notifica aéreas sobre medidas de cancelamento de voos



TAM, Gol, Azul, Avianca e Webjet têm dez dias para enviar respostas. Intuito é assegurar que informações sejam claras aos consumidores.

O Ministério da Justiça quer que companhias aéreas prestem esclarecimentos a respeito de seus procedimentos para cancelamento e alteração de voos. A notificação foi enviada à TAM, Gol, Azul, Avianca e Webjet na segunda-feira (12), disse o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC).

A notificação questiona as companhias a respeito da aplicação de multas nas alterações de passagens e sobre os procedimentos disponibilizados ao consumidor para a desistência da compra do bilhete aéreo feita pela internet, diz o departamento, em nota.

A assessoria de imprensa do ministério explicou que a notificação acontece devido a uma percepção do DPDC de uma falta de clareza a respeito do procedimento das companhias aéreas nesses casos.

As companhias têm até dez dias para apresentar esclarecimentos, após a notificação.

“O objetivo da medida é mapear os procedimentos adotados pelas empresas, assegurando informações claras aos consumidores, a fim de prevenir conflitos”, diz o ministério.

O ministério aguarda receber as respostas para saber se tomará alguma medida a respeito.

Respostas das CIA aéreas

A Azul disse que recebeu a notificação do DPDC no dia 9 e que responderá dentro do prazo concedido. Em nota, esclareceu que cumpre a legislação vigente.

A Gol informou que foi notificada e responderá dentro do prazo estabelecido.

A TAM disse que, até esta manhã, o departamento jurídico não havia recebido a notificação.

A Avianca e Webjet também foram procuradas pela reportagem e ainda não enviaram resposta.

Fonte:G1.com/fotos:blog.mundi.com.br;ionline.com.br;

diariodoturismo.com.br;editorart.wordpress.com;passagensaereasfacil.com.br

Rádio pirata é fechada pela polícia em Guarulhos (SP)


http://dc375.4shared.com/img/_cqJRklJ/s7/sirene_-_searchrescue.gif

Rádio pirata é fechada pela polícia em Guarulhos (SP)


http://s03.video.glbimg.com/255x143/1730510.jpg

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhU8sHY6iBFrHZXhJHd9W3xOgifqBhaELjRqw_PqT6XzMd1TtPLK4gKyWGTEFv0YIdD-WFnVyPsdpNMKjc1KGnlvFWfP6hfdPl3AjMlUgv20NYrL4GdAELv3txrSD3WlrlyN2obKGpsXCc/s400/radio+pirata.jpgA rádio ficava na rota de aviões que pousam e decolam no Aeroporto de Guarulhos. Dois locutores foram presos, durante uma transmissão ao vivo, e foram soltos após o pagamento de fiança.



Fonte:G1.com/fotos:g1;4shared.com;blogfiocondutor.blogspot.com

Delta Air Lines começa a operar com aeronaves 767-400ER com assentos flat-bed para voos entre São Paulo e Nova York

Delta Air Lines apresenta assentos-cama totalmente reclináveis entre Brasil e Estados Unidos

http://www.airplane-pictures.net/images/uploaded-images/2011-11/29/170015.jpg

Voos de Brasília a Atlanta e de São Paulo a Detroit irão expandir para serviços diários.


São Paulo – A Delta Air Lines (NYSE: DAL), que está trabalhando para se tornar a melhor companhia aérea norte americana da América Latina, anuncia hoje um significativo upgrade em seus serviços no Brasil com a introdução de full flat-bed seats, assentos-cama totalmente reclináveis na BusinessElite em voos entre Brasil e EUA.

Hoje (14/12) a Delta começou a operar a aeronave 767-400ER nas rotas entre São Paulo e Nova Iorque-JFK, que oferece o flat-bed, que é a total reclinação do assento em 180 graus na BusinessElite. A Delta também vai começar a usar o 767400ER com assentos full flat-bed nas rotas entre São Paulo e Atlanta.

O upgrade para aeronaves maiores também irá aumentar entre 17% e 18% o número de assentos oferecidos nas rotas pela Delta. Anteriormente a Delta operava os voos utilizando aeronaves Boeing 767-300.

"A atualização e a expansão de nossos voos de Nova Iorque e Atlanta a partir de São Paulo reforça nosso compromisso em oferecer aos nossos clientes no Brasil uma experiência superior de viagem", diz Nicolas Ferri, vice-presidente da Delta Air Lines para a América Latina e Caribe. "Além dos populares assentos lie-flat, as ofertas aprimoradas no BusinessElite também incluem atualizações de entretenimento em voo, restaurantes e vinhos finos, fones de ouvido contra ruídos e outras amenidades."

A Delta oferece 35 voos diretos entre o Brasil e os EUA, incluindo o serviço sem escalas de São Paulo para Atlanta, Detroit e Nova Iorque-JFK, bem como o serviço sem escala do Rio de Janeiro para Atlanta e de Brasília a Atlanta.

Na semana passada, a Delta e a GOL Linhas Aéreas Inteligentes anunciaram um acordo para uma aliança comercial exclusiva de longo prazo. Pelo acordo, a Delta e a GOL, que tem uma quota de mercado de 40% no Brasil, irão expandir sua cooperação para alavancar seus pontos fortes e vincular ainda mais a extensa rede da Delta com uma das maiores e mais bem-sucedidas companhias aéreas do Brasil. Como parte do acordo, a Delta vai investir US $ 100 milhões na GOL e terá um lugar no Conselho de Administração da GOL.

Maior companhia aérea de baixo custo e de baixa tarifa da América Latina, a GOL oferece mais de 940 voos diários que conectam 51 destinos domésticos no Brasil e 11 mercados internacionais na América do Sul e no Caribe.

Todos os 39 assentos BusinessElite a bordo do Boeing 767-400ER da Delta oferecem uma experiência de dormir totalmente na horizontal com um travesseiro full-size e edredons, além de mais privacidade e acesso direto ao corredor. Além disso, os clientes Delta em classe executiva ganharão 150% de milhas de qualificação Medallion de passageiros frequentes e milhas bônus.

Clientes voando em classe econômica também terão acesso ao sistema de entretenimento pessoal state-of-the-art com milhares de opções, incluindo Delta on Demand – um avançado sistema de entretenimento digital de tela touch-screen com até 250 filmes, HBO, 18 canais de TV por satélite, uma extensa biblioteca de músicas com até 4.100 músicas, MP3 e outras trivialidades em voo.

Conforme anunciado anteriormente, a Delta também vai começar a voar diariamente de São Paulo para Detroit, assim como Atlanta e Brasília. São Paulo-Detroit vai passar de cinco vezes por semana para todos os dias a partir 15 de dezembro. Brasília a Atlanta - que completou dois anos este mês - passou de seis vezes por semana para servir diariamente em 9 de dezembro.

"Brasília é um hub natural para nós como a capital, mas o mais importante, ela atende todas as cidades do país, particularmente atingindo o Norte, o Nordeste e o Centro-Oeste do país", afirma Teixeira.

Perfil-A Delta Air Lines serve mais de 160 milhões de passageiros ao ano, e foi nomeada pela revista Fortune como a mais admirada companhia aérea do mundo na lista 2011 World's Most Admired Companies airline industry.

Com uma rede mundial líder do segmento, a Delta e a Delta Connection oferecem serviços para 354 destinos em 65 países em seis continentes.

Com escritório principal em Atlanta, a Delta emprega mais de 80.000 pessoas no mundo e opera uma frota com mais de 700 aeronaves.

Membro fundador da aliança global SkyTeam, a Delta participa da aliança transatlântica líder da indústria com a Air France-KLM e Alitalia. Incluindo seus parceiros globais, a Delta oferece aos seus clientes mais de 13.000 voos diários, com hubs em Amsterdã, Atlanta, Cincinnati, Detroit, Memphis, Minneapolis-St.Paul, New York-JFK, Paris-Charles de Gaulle, Salt Lake City e Tóquio-Narita.

O serviço da companhia aérea inclui o SkyMiles, maior programa de fidelidade de companhia aérea do mundo; o premiado serviço BusinessElite; e mais de 50 Delta Sky Clubs em aeroportos no mundo. A Delta está investindo mais de US$ 2 bilhões até 2013 em melhorias de aeroportos, produtos, serviços e tecnologia para melhor atender o cliente no ar e na terra. [delta.com].

Fonte:Portal Fator brasil/fotos:Airplane-Pictures.net;pilotnewsmag.com;hosted.verticalresponse.com

Ryanair lança calendário 2012 e causa nova polêmica

Companhia Aérea Ryanair causa nova polêmica ao lançar calendário com aeromoças

http://www.stuffmenlike.co.uk/wp-content/uploads/2011/11/ryanair-2012-calendar-0.jpg

A companhia aérea irlandesa Ryanair é alvo de investigação por lançar um calendário em que utiliza aeromoças vestidas apenas com lingerie.

A ASA (Advertising Standards Authority), órgão regulador do setor de propaganda no Reino Unido, está analisando se a campanha de publicidade fere as regras do país. As informações são do The Guardian.



Uma comissária reclamou dizendo que o anúncio retrata as profissionais como modelos de glamour, e afirmou que a segurança dos passageiros é a prioridade número um, não a marca da lingerie. Essa não é a primeira vez que a companhia aérea enfrenta investigações da ASA, que já analisou um comercial da empresa com Britney Spears vestida com roupas de colegial.

http://www.stereogum.com/img/outrageousvideo6.jpg

A empresa também já teve de pagar 60 mil euros de indenização na França por utilizar a imagem do presidente do país, Nicolas Sarkozy, e sua mulher, Carla Bruni. Um porta-voz da Ryanair afirmou que há cinco anos a companhia faz calendários publicitários para arrecadar fundos a instituições de caridade, e que iria apoiar o direito dos funcionários de tirar a roupa para este fim.




Fonte:Portal Terra-com informações do The Guardian/fotos Ryanair/vídeo:John Rowley Film-via:Youtube.com

08/12/2011

EXCELENTE VÍDEO- REVO COM CAÇAS F-5 EM ESQUADRÃO CORSÁRIO “Senta a Púa”

VÍDEO-REVO de caças F-5EM pelo Esquadrão Corsário

Um belíssimo vídeo feito no final de 2010 pelo 1º Grupo de Aviação de Caça, o esquadrão “Senta a Púa”, com vários caças F-5EM da Base Aérea de Santa Cruz, durante uma operação de REVO (Reabastecimento em Voo) com as aeronaves KC-137 do 2º/2º GT, o Esquadrão Corsário.




Fonte:Cavok/Vídeo:Canal de RNIBKW-via:Youtube.com

França não consegue vender seu caça Rafale e produção deve ser encerrada


Produção do caça francês Rafale pode parar por falta de compradores


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJ50gAs6r4l3LoKY_Bi4sNjG-XYXynkchLAaYrVTNpDwPQHGKjO7RSuZYwpz0twjCzbg2Fa5dtFEVLRhgZ0ANJlpkgE5KGuu8PAzrXyyOFwmi1gRzWMpVSf1AAcK8MRfW85PWCV3nJywMv/s1600/FX2+afunda.jpg

SÃO PAULO – A produção dos caças Rafale da França pode ser interrompida se os compradores estrangeiros não se materializarem, alertou nesta quarta-feira o ministro da Defesa francês Gerard Longuet. Ele sustentou que o Rafale – que há muito tempo não consegue vencer uma concorrência internacional e atualmente é usado somente pelas forças armadas francesas – é um “excelente avião”. Porém, o ministro reconheceu que o caça é prejudicado pelo seu preço, que é mais alto que seu concorrente dos EUA.

“Se a Dassault [companhia de aviação francesa] não exportar o avião, sua produção será de fato interrompida”, disse Longuet em entrevista para a tevê francesa. Ele acrescentou que a produção não será reduzida até a Dassault completar a entrega das encomendas das Forças Armadas Francesas.

As alardeadas vendas para o Brasil e a Líbia falharam em se materializar, mas Longuet destacou que os Rafale continuam na disputa para obter um contrato nos Emirados Árabes Unidos e na Índia. A Dassault está concorrendo com o consórcio europeu Eurofighter por um contrato de US$ 11 bilhões para fornecer 126 aviões de combate para a Índia.

No mês passado, a Suíça optou por desistir do Rafale e preferiu comprar 22 caças Gripen da sueca Saab por 3,1 bilhões de francos suíços (US$ 3,37 bilhões). O Gabinete suíço disse que o custo foi um fator na escolha do Gripen.

Questionado sobre a derrota na Suíça, Longuet disse que “o exército suíço estava inclinado em direção ao Rafale”, mas que o governo decidiu que o Gripen era “suficiente” para atender as necessidades de um país neutro, onde os caças não são usados em missões de combate.

Em serviço na Força Aérea da França desde 2006, os Rafale são usados para dar apoio aéreo no Afeganistão desde 2007 e desempenharam um importante papel na recente campanha da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) na Líbia, no qual foi utilizado apenas o poder aéreo.

Longuet acrescentou que no evento de uma suspensão da produção, a Dassault continuar a fazer a manutenção dos aviões Rafale existentes até o fim de sua vida de 40 anos.

POUSO FORÇADO

Veja a entrevista com o ministro da Defesa da França falando sobre a produção do caça Frances Rafale


Gérard Longuet revient sur les difficultés du... por LCP

Durante uma entrevista a TV LCP, o Ministro da Defesa da França Gerard Longuet afirmou que a produção do caça Rafale poderá parar se o avião não for exportado antes das forças francesas receberem todas as suas unidades.

A alegação foi imediatamente divulgada de maneira distorcida por vários meios de comunicação da França (AFP e EFE) e também no meio internacional, indicando que a produção seria terminada em breve, mas segundo o minstro deve permanecer em funcionamento até 2018 no mínimo, e mantendo o ritmo atual, até 2025. Apesar da crise com a falta de pedidos do caça frances ,o ministro garantiu que todas manutenções e peças continuarão disponíveis por muito mais tempo.

INDEFINIÇÃO BRASILEIRA

Nos últimos três anos, a imprensa francesa chegou a alardear várias vezes que o Brasil anunciaria a escolha dos Rafale para modernizar a Força Aérea Brasileira, apesar do avião da Dassault ter o maior preço entre os três finalistas da concorrência, que inclui a americana Boeing com o F-18 e a sueca Saab com o Gripen.

Em setembro de 2009, durante uma visita do presidente francês Nicolas Sarkozy ao Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que o país assinaria um contrato multibilionário com a França para receber os Rafale. Essa manifestação provocou forte reação dos demais concorrentes e o anúncio final sobre o vencedor da concorrência foi sendo adiado sucessivamente, atropelado pela conjuntura nacional e internacional – incluindo a eleição presidencial de 2010, a posse do governo Dilma Roussef e, finalmente, a incerteza gerada pela atual crise econômica mundial.



Fonte:Valor Econômico-por:(Suzi Katzumata | Valor, com Associated Press)/vídeo reportagem LCP-via: Cavok;FUNTIMESTEVE VIDEOS (Military)-via:Youtube.com

Brasil poderá redefinir Propostas para o Programa FX-2 ou FX-3


F-X2: Novo cenário abre brecha para Brasil rediscutir propostas



A possibilidade de a Dassault suspender a produção do caça Rafale muda as posições na escolha F-X2, da Força Aérea Brasileira, para compra de 36 supersônicos avançados – a rigor, o primeiro lote de um pacote muito maior, da ordem de 124 aeronaves, a ser produzido em etapas, pela indústria nacional.

A proposta francesa é cara, chega aos US$ 7 bilhões, mas é a única que oferece "transferência irrestrita de tecnologia"(duvido), o fundamento máximo do processo. (pelo menos é oque os franceses dizem)

Os outros dois concorrentes, o sueco Gripen NG, da Saab, e o americano F-18 E/F Super Hornet, da Boeing, carregam diferentes dificuldades.

  • O Gripen é o mais barato, sai por US$ 4 bilhões, mas é um projeto em desenvolvimento.
  • O F-18 empolga os caçadores da FAB e contabiliza uma gigantesca folha de combate – todavia, há restrições do governo dos EUA à entrega do conhecimento sensível que o Brasil precisa. O preço é o intermediário alto, fica na faixa dos US$ 6 bilhões.

A declaração do ministro da Defesa francês, Gerard Longuet, abre para o governo brasileiro a oportunidade de rediscutir as linhas mestras do F-X2, como o prazo de carência para o início do pagamento principal, o acesso à tecnologia e, claro, uma significativa redução nos preços envolvidos. Simples assim.

Isso se o Rafale, o preferido do ex-presidente Lula, ainda mantiver a posição na administração de Dilma Rousseff. Bem informada, na última reunião do Planalto em que o assunto foi tratado a presidente levantou um ponto pertinente: o conjunto tecnológico oferecido pela Boeing, definido pelo governo americano como o mais amplo negociado com um país cliente, não seria o adequado para atender as necessidades da Aeronáutica? A encomenda dos Super Hornet facilitaria outro negócio, a venda do turboélice de ataque leve Super Tucano, da Embraer, para a aviação dos Estados Unidos.

A aeronave brasileira é a única qualificada na escolha LAS, a Light Attack Air Suport, para fornecimento de 15 a 20 unidades destinadas a dar suporte nas ações da tropa terrestre no Afeganistão.

A transação é estimada em US$ 250 milhões, todavia, pode chegar a muito mais que isso – o plano de longo prazo do Pentágono abrange números maiores, é avaliado no patamar de US$ 1 bilhão cobrindo mais de uma centena de Super Tucanos. Um modelo de demanda pronto para ser afinado com a F-X2.

Fonte: Roberto Godoy – Estado de São Paulo, NOTIMP via-Cavok

UAV secreto da Lockheed Martin RQ-170 desaparece no Irã


Fontes dos EUA confirmam que aeronave que caiu no Irã era um RQ-170 Sentinel


http://cavok.com.br/blog/wp-contents/uploads/2011/12/Lockheed-Martin-RQ-170-Sentinel.jpg

Foi realmente um veículo aéreo não-tripulado furtivo Lockheed RQ-170 Sentinel que caiu no Irã, disseram as autoridades dos EUA da Força Aérea relacionadas a setores de inteligência.


O Irã afirma que o drone foi derrubado. Especialistas de inteligência dos EUA, vigilância e reconhecimento dizem que a asa voadora perdeu o contato com sua estação terrestre e, posteriormente, caiu.

A questão de interesse agora é se os aviões de reconhecimento não tripulados dos EUA estão regularmente voando em missões ao longo da fronteira do Irã, espionando o Irã ao monitorar testes com mísseis e outras atividades, ou se eles estão penetrando o espaço aéreo iraniano para olhar mais atentamente as instalações de mísseis de teste e operações com armas nucleares.

A última confirmação difere de relatórios anteriores, onde as pessoas disseram que era “possivel” ou tinha uma “chance de 50-50″ de ser a aeronave espiã da Lockheed Martin.

Todos os comentários também indicam que não restam dúvidas de que a aeronave dos EUA estava sobre o espaço aéreo iraniano.


Os militares iranianos disseram que conseguiram capturar o sinal de controle do RQ-170 e controlaram a aeronave para pouso, versão que condiz com a primeira versão norte americana que os operadores haviam perdido o sinal e consequentemente o controle da aeronave.

Os militares dos EUA divulgaram posteriormente uma nova informação que um problema mecânico foi o causador da falha de sinal.

A aeronave espião dos EUA, se realmente foi capturada pelos iranianos, poderá oferecer detalhes técnicos interessantes para os engenheiros do país, e provavelmente despertará interesse de fontes chinesas e russas.

Segundo os norte americanos, a aeronave realizava uma missão de vigilância próximo da fronteira do Irã, e não havia entrado no espaço aéreo iraniano.

Muitas informações sobre o RQ-170, o qual foi visto pela primeira vez no final de 2009 em operação no Afeganistão, ainda são consideradas secretas, e a aeronave é operada pelo 30° Esquadrão de Reconhecimento localizado na Área de Testes de Tonopah, em Nevada.



Fonte: Aviation Week – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok/vídeos:BBC News;NopezReloaded's channel-via:Youtube.com/foto:Cavok

empresa de aviação EasyJet financia projeto para monitorar nuvens vulcânicas


Tecnologia no monitoramento de nuvens vulcânicas para facilitar voo

http://s.glbimg.com/po/tt/f/original/2011/12/08/AVOID.jpg

A empresa de aviação EasyJet está financiando o projeto Avoid, uma tecnologia capaz de detectar nuvens vulcânicas a uma distância razoável, a fim de prevenir acidentes e evitar gastos, como o que aconteceu em 2010, quando as cinzas do vulcão islandês Eyjafjallajökull pararam aeroportos, causando prejuízos na casa dos milhões de euros aos cofres das companhias de aviação.

O Avoid (abreviação de 'Airborne Volcanic Object Imaging Detector') funciona da seguinte maneira: o avião é equipado com duas câmeras – uma em cada asa – capazes de detectar o calor da nuvem e combiná-los com os dados coletados via satélite.

Com os dados cruzados, o piloto é informado de uma possível nuvem de cinzas que esteja encaminhando em sua direção.

A utilização do equipamento permitirá detectar nuvens vulcânicas em altitudes entre 1.524m e 15.240m. O sistema é capaz de detectar o silicatos – material que compõe as nuvens vulcânicas – a uma distância de até 100Km.

Fonte:Daily Mail-via:Techtudo-por:Joares Miranda Para o TechTudo