08/12/2010

Aeroviários protestam perto do Aeroporto Tom Jobim

Aeroviários protestam perto do Aeroporto Tom Jobim





Aproximadamente 300 aeroviários - profissionais que atuam em solo, como mecânicos e pessoal de check-in - fazem uma manifestação desde o início desta manhã na Avenida 20 de Janeiro, que dá acesso ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, zona norte do Rio de Janeiro.

Eles reivindicam melhores condições de trabalho e reajuste salarial.

De acordo com a presidente do Sindicato Nacional dos Aeroviários, Selma Balbino, os funcionários paralisaram as atividades entre 5h e 8h. Duas horas depois, os manifestantes faziam uma caminhada na Avenida 20 de Janeiro.


O protesto causa congestionamento ao longo da via, segundo informou a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Rio). O órgão disse que a Polícia Militar e a Guarda Municipal estão na região.

A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) afirmou que o ato não prejudica o funcionamento do aeroporto.

Boletim da companhia aponta que das 42 partidas previstas até as 10 horas, duas (4,8%) sofreram atrasos e duas (4,8%) foram canceladas.

Representantes da categoria participarão de uma nova reunião às 14 horas de hoje. Caso não haja acordo, os aeroviários ameaçam entrar em greve durante as festas de fim de ano.


Fonte:IstoÉ-Por:Priscila Trindade/G1.com


07/12/2010

FX2 -Mais um ano se passou e a novela segue para o capítulo FX3

FX2 -Mais um ano se passou e a novela segue para o capítulo FX3




Nota:É no mínimo uma vergonha nacional e falta de gestão e incompetência ,querem realmente entregar de bandeja nossa soberania para os americanos e quem mais quiser vir e tomar conta... é só entrar que a casa é sua!!! os EUA já estão de olho quem mais se Habilita? FARC;Argentina;Reino Unido -Já tomaram as Malvinas !...;Há !...quem sabe Portugal se habilita a colonizar novamente -e mais uma vez pilhar nossas riquezas? Espanha talvez ,afinal já roubam por baixo dos panos nossas madeiras nobres da Amazônia e constroem uma Biblioteca inteirinha de madeira -vinda de onde?, isso mesmo Brasil!!! e nem perguntem ao nosso presidente Lula, que já sabem a resposta -"não sei...;não vi... "

É... nosso país é um vexame diante da comunidade internacional .

Vamos partir então para o programa "FX Used" pois oque não falta é aeronave velha por ai em fase de desativação.

Emirado Árabes talvez,ou quem sabe a China, pois agora tem as versões genéricas de caças de ultima geração como os SU-27 e daqui a pouco os SU-35 e até mesmo os F22 genéricos...

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Há!!!... podemos ir então lá no deserto de Mojave,tem aviões de caça a Bombardeiros de todos os tipos da reserva da USAF ,prontinhos e bem conservados ,é só tirar uma poeirinha aqui e alí e pronto!!!, é só trazer e fazer aquela festa para o Povão ver os caças de "Ultima geração " adquiridos pelas Forças Armadas Sociais do Brasil (FASB).

É uma pena ver nossas Forças Armadas passando por este vexame e nossa soberania defendida apenas no papel.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira que vai deixar para seu sucessora, Dilma Rousseff, a licitação para a compra de 36 aviões de combate da qual participam empresas da França, EUA e Suécia.

“É uma dívida muito grande, de longo prazo. Não posso assinar uma dívida tão grande para o próximo Governo”, disse Lula em entrevista ao canal “TV Brasil”.

Lula comentou que poderia “assinar um acordo com a França” se quisesse e sem pedir permissão a ninguém, até o dia 1º de janeiro, quando cederá o poder a Dilma, mas reiterou que a decisão já não cabe a ele.

O governante, que manifestou em várias ocasiões sua preferência pelo Rafale, fabricado pela empresa francesa Dassault, lembrou que antes de tomar uma decisão, é necessário esperar à sentença que será emitida pelo Conselho Nacional de Defesa.

Junto à aeronave francesa, participam da licitação o Gripen, da empresa sueca Saab, e o Super Hornet F/A-18, da americana Boeing.

A Força Aérea recomendou ao Governo a compra dos aviões franceses, que de acordo com as palavras do ministro da Defesa, Nelson Jobim, são os que “melhor se adaptam” às necessidades do país.

A França é um parceiro privilegiado do Brasil na área de defesa e em 2008 assinou contratos para vender ao país cinco submarinos, um deles de propulsão nuclear, e 50 helicópteros.

Para decidir o ganhador da milionária licitação, o Governo brasileiro vai levar em conta o preço dos aparatos, a transferência de tecnologia e a sessão de direitos de venda para outros países sul-americanos.

O Brasil pretende encaixar os aviões em suas próprias fábricas para abastecer a Força Aérea e exportar para outros países da região.

O anúncio de Lula coincidiu com o aviso do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que o novo Governo vai aplicar um plano de austeridade, com cortes de gastos públicos em todos os ministérios, o que afetará inclusive o da Defesa.

O objetivo do corte de gastos é a diminuição do deficit e o equilíbrio das contas públicas, o que permitiria uma diminuição gradual das taxas de juros.

Fonte: EFE via Portal Terra

China começa a Exportar SU-27 Genérico

China começa a Exportar SU-27 Genérico


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Um ano depois do colapso da União Soviética, o Kremlin, com os cofres vazios, começou a vender à China uma parte de seu vasto arsenal, incluindo o orgulho da Força Aérea Russa, o caça Sukhoi Su-27.

Durante os 15 anos seguintes, a Rússia se tornou o maior fornecedor de armas para a China, vendendo entre US$ 20 bilhões e US$ 30 bilhões em caças, destróieres, submarinos, tanques e mísseis.

O país vendeu a Pequim até a licença para fabricar o caça Su-27 — com peças importadas da Rússia, é claro.

Mas agora a festa de vendas militares russas acabou e a da China está apenas começando.

Depois de décadas importando e fazendo engenharia reversa dos equipamentos bélicos da Rússia, a China atingiu um estágio crucial: agora ela pode fabricar muitas de suas próprias armas avançadas — como caças de última geração ao estilo do Su-27 — e está prestes a construir um porta-aviões.

Não apenas os engenheiros chineses conseguiram clonar os valiosos sistemas eletrônicos e de radar do Su-27, como estão equipando o caça com a última peça desse quebra-cabeça tecnológico: uma turbina a jato de fabricação própria.

Nos últimos dois anos, Pequim não realizou grandes compras bélicas de Moscou.

E agora a China começa a exportar boa parte desses armamentos, roubando mercado da Rússia no mundo em desenvolvimento e talvez até alterando o equilíbrio militar de vários locais de conflito no mundo.

Essa reviravolta histórica ficou palpável no pavilhão russo da feira de aviação Airshow China, realizada em novembro nesta cidade no sul do país.

A Rússia costumava ser a estrela do evento, impressionando os visitantes com seu time de acrobacias aéreas “Cavaleiros Russos”, exibindo caças, helicópteros e aviões de carga, e fechando vendas bilionárias nos bastidores do evento.

Este ano, o país não exibiu um único avião de verdade — só um punhado de miniaturas plásticas, cercadas por meia dúzias de vendedores entediados.

A China, por outro lado, fez sua maior exibição comercial de tecnologia militar — quase toda baseada no know-how russo.

http://www.cavok-aviation-photos.net/AlAin/Sherdils1.jpg

As estrelas do evento foram os “Sherdils”(foto Acima), um time paquistanês de acrobacia aérea que usa caças de origem russa mas que agora são fabricados no Paquistão e na China.

“Antes, éramos os sócios maiores nesse relacionamento — agora somos os menores”, disse Ruslan Pukhov, integrante do Conselho de Consultas Públicas do Ministério da Defesa da Rússia, um grupo de civis que assessora os militares do país.

O problema enfrentado pela Rússia espelha o de muitas empresas estrangeiras no momento em que a China começa a concorrer nos mercados mundiais com trens avançados, equipamentos de geração elétrica e outros produtos para o mercado civil baseados em tecnologia obtida dos países ricos.

Mas neste caso há um problema adicional relacionado à segurança: a China está desenvolvendo sistemas avançados, como porta-aviões e caças navais, que podem ameaçar Taiwan e confrontar o domínio americano do Pacífico.

As exportações chinesas de caças e outras armas avançadas também ameaçam alterar o equilíbrio bélico no sul da Ásia, no Sudão e no Irã.

O poderio militar chinês ainda é bem menor que o dos Estados Unidos, de longe o maior fabricante e exportador bélico do mundo.

A China obteve apenas 2% das vendas mundiais de armamentos entre 2005 e 2009, o que faz dela a nona maior exportadora, segundo o Instituto Internacional de Pesquisas sobre a Paz de Estocolmo.

Mas nenhum outro país asiático tentou projetar poderio militar — e conta com capacidade própria para isso — desde a derrota do Japão em 1945.

O rápido domínio chinês das tecnologias russas motiva questionamentos sobre a cooperação americana com a face civil dos fabricantes chineses de armamentos.

A Corporação da Indústria de Aviação, ou Avic, a fabricante estatal de aviões da China, é que faz os caças do país, por exemplo.

Mas ela também está desenvolvendo um jato de passageiros com ajuda da General Electric Co. e outros fabricantes americanos de produtos aeroespaciais.

Um representante da GE disse que a empresa se associou há décadas a fabricantes estrangeiros de turbinas, “sempre com mecanismos elaborados de proteção” que preservaram as patentes da empresa.

A evolução chinesa também tem consequências para os programas americanos de armamento.

O Pentágono decidiu cortar os recursos para o F-22, atualmente o caça mais avançado em uso no mundo, em parte porque a China só deve ter aviões parecidos daqui a 15 anos, pelo menos.


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Mas o general He Weirong, vice-comandante da Força Aérea da China, anunciou que a versão chinesa do jato estava prestes a passar pela fase de testes de voos e poderá entrar em uso em “oito ou dez anos”.

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A Agência de Inteligência de Defesa dos EUA agora afirma que vai levar “cerca de dez anos” para a China conseguir mobilizar os chamados caças “invisíveis” a um “número substancial”.

Para Moscou e Pequim, enquanto isso, disputas sobre a patente de caças como esses estão dificultando os esforços dos dois países para superar uma rivalidade histórica e criar uma nova era de relações amigáveis.

“Não prestamos atenção suficiente a nossas patentes no passado”, disse uma autoridade russa da defesa.

“Agora a China é que está concorrendo conosco no mercado internacional.”

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Poucas coisas ilustram com mais clareza essa questão como o J-11B, o caça chinês que as autoridades russas alegam ser uma cópia direta do Su-27, caça de um tripulante desenvolvido pelos soviéticos nos anos 70 e 80 para enfrentar os americanos F-15 e F-16.

Antes do início dos anos 90, Moscou não fechava um acordo bélico de grande porte com Pequim desde o racha ideológico dos países em 1956, motivo de breves combates fronteiriços em 1969.

Mas depois do colapso da União Soviética, o Kremlim ficou desesperado para obter recursos.

Em 1992, a China se tornou o primeiro país fora da ex-União Soviética a comprar o Su-27, pagando US$ 1 bilhão por 24 unidades.

O acordo foi uma jogada de mestre da China, que mudara o foco de seus militares de uma possível invasão soviética por terra e passara a buscar defender áreas que considera seu território, como Taiwan e partes do Mar da China Meridional e do Mar do Leste da China.

As tentativas chinesas de modernizar sua Marinha e Força Aérea foram atrapalhadas pelos embargos de armas impostos pelos EUA e a União Europeia depois da repressão aos protestos na Praça da Paz Celestial, em 1989.

O programa de modernização militar da China ganhou urgência quando os líderes chineses ficaram chocados com a exibição de poderio americano durante a Guerra do Golfo, disseram militares de países ocidentais.

A grande virada de Pequim ocorreu em 1996, quando ela pagou US$ 2,5 bilhões à Rússia para licenciar e montar mais 200 caças Su-27 na Senyang Aircraft Company.

O acordo estipulava que o avião — a ser chamado J-11 — contaria com sistemas eletrônicos, radar e turbinas da Rússia e não poderia ser exportado.

Mas depois de construir 105 aeronaves, a China cancelou repentinamente o contrato em 2004, alegando que o avião não atendia mais às suas exigências, segundo autoridades russas e especialistas em defesa.

Três anos depois, os temores russos se confirmaram quando a televisão estatal da China apresentou uma versão própria do jato de caça — o J-11B.

“Quando a licença foi vendida, todo mundo sabia que eles fariam isso. Era só um risco que foi aceito”, disse Vassily Kashin, um especialista russo em questões militares da China.

“Na época foi uma questão de sobrevivência.”

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O J-11B era praticamente idêntico ao Su-27, embora a China afirme que ele tem 90% de tecnologia local e recebeu sistemas de radar e eletrônicos chineses que são mais avançados que os originais.

Só a turbina ainda é russa, afirmou a China.

Agora, a China também começou a instalar uma turbina própria, segundo Xhang Xinguo, vice-presidente da Avic, dona da Shenyang Aicraft.


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“Não dá para dizer que é só uma cópia”, disse ele. “Todos os celulares são parecidos. Mas a tecnologia está evoluindo rapidamente. Mesmo que o aspecto seja o mesmo, nem tudo o que está dentro pode ser o mesmo.”

O J-11B forçou a Rússia a tomar uma decisão difícil: continuar vendendo armas à China e se arriscar a também perdê-las para a imitação chinesa, ou ficar fora de um mercado ainda lucrativo.

A reação inicial da Rússia foi suspender as negociações para vender à China o Su-33, um caça com asas dobráveis que pode ser usado em porta-aviões.

Mas, desde então, o país reabriu as negociações com a China sobre o Su-33, embora tenha rejeitado a oferta chinesa para comprar apenas dois aviões, insistindo num pedido mais volumoso.

A posição oficial da Sukhoi Aviation Holding Co. agora é que ela continua apostando em seus negócios na China.

De fato, muitos especialistas em aviação acreditam que a Avic tem enfrentado problemas para desenvolver uma turbina nacional para o J-11B com o mesmo empuxo e durabilidade que o produto original da Rússia.

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A Sukhoi está apostando que a China vai ter de comprar o Su-33 sob as condições russas, já que será difícil para Pequim desenvolver um caça naval próprio a tempo de equipar seus primeiros porta-aviões, previstos para entrar em operação em 2011 ou 2012.

A empresa também espera vender à China o Su-35 — uma versão mais avançada do Su-27 — se o J-11B não se desempenhar bem o bastante.

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“Só esperamos que nosso avião seja melhor”, disse Sergey Sergeev, vice-diretor geral da Sukhoi. “Uma coisa é fazer uma cópia de qualidade de uma colher, mas fazer uma de um avião é outra história.”


Fonte: Wall Street Journal – Jeremy Page/Via :Cavok;Video :RT News- via Youtube

Companhias aéreas declaram tripulações e horas de voo suficientes para dezembro

Companhias aéreas declaram tripulações e horas de voo suficientes para dezembro

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A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) tornou pública hoje, em sua página na Internet, a programação de horas de voo e da disponibilidade das tripulações para o mês de dezembro nas seis maiores companhias aéreas brasileiras: TAM, Gol, Azul, Webjet, Avianca e Trip.

Os dados foram informados pelas companhias aéreas ao órgão regulador e indicam que as empresas mantêm equipes suficientes para realizar os voos programados respeitando a carga horária prevista pela Lei do Aeronauta.

Segundo a lei, os tripulantes de aeronaves a jato devem cumprir no máximo 85 horas de voo mensais e 230 horas de voo por trimestre.

A tabela abaixo foi elaborada considerando a carga horária disponível dos tripulantes por tipo de aeronave e inclui, além dos voos regulares, também os voos charter (atrelados a pacotes turísticos) e de fretamento.

Fonte:Portal Fator Brasil

Helicópteros russos MI-171A1 vencem Licitação da Petrobras e vão atuar na Amazônia

Helicópteros russos MI-171A1 vencem Licitação da Petrobras para execução de trabalhos na Amazônia


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Os helicópteros multifuncionais russos Mi-171A1 de produção da Fábrica de Aviação Ulan-Udeque faz parte do holding Russian Helicopters, venceram o concurso da petrolífera nacional brasileira Petrobras para o direito de executar os trabalhos na região amazônica.

No concurso participaram várias empresas brasileiras de transporte aéreo que mostraram à Petrobras helicópteros das maiores empresas nesta área: Sikorsky Aircraft, Eurocopter e holding Russian Helicopters.

No conjunto de características e relação qualidade/preço o vencedor do concurso para o direito de realizar trabalhos aéreos foi o helicóptero pesado russo Mi-171A1, apresentado pela empresa de transporte aéreo Atlas Taxi Aereo.

As partes acordaram sobre as especificações técnicas e condições de entrega para o Brasil do primeiro lote de helicópteros Mi-171A1 que consiste de dois helicópteros de transporte e que está marcada para 2011.

No futuro serão considerados opções para aumentar o volume de fornecimento do Mi-171A1 e criar a longo prazo um centro de manutenção de helicópteros russos na base técnica da empresa brasileira.

“A Russian Helicopters está preparada para atender as necessidades dos nossos parceiros brasileiros em qualquer tipo de helicópteros. Em conexão com os planos da Petrobras que pretende aumentar produção de petróleo na região amazônica, a utilização do Mi-171A1 nas condições off-road se torna um fator importante na preservação do ambiente da floresta relíquia desta região única”, – disse o Diretor-Geral da Russian Helicopters Dmitri Petrov.

Os Mi-171A1 se tornaram os primeiros helicópteros civis de fabricação russa proferidos no mercado de aviação do Brasil.

Mais cedo, em 2008, a Empresa Federal Estatal Unitária “Rosoboronexport” assinou contrato com o Ministério da Defesa brasileiro para fornecimento de 12 helicópteros militares, Mi-35M, produzido Rostvertol que pertence ao holding Russian Helicopters.

Até a data de hoje no âmbito de contrato foram entregues seis helicópteros para a parte brasileira. Prevê-se que o último lote de helicópteros Mi-35M pode ser fornecido ao Brasil até o final de 2011.

O helicóptero Mi-171A1 obteve certificação no Brasil em 2005 e possui o certificado correspondente sendo este capaz de operar em condições climáticas adversas de dia e de noite.

O Mi-171A1 pode transportar até 26 passageiros ou 4 toneladas de carga no interior da cabina, transportar carga externa de mercadorias com peso de até 4 toneladas ou ser usado para o transporte de 12 feridos, acompanhados por equipe médica, para a execução de trabalhos de busca e salvamento e combate a incêndios.


Fonte:Cavok

ABSA inaugura segundo voo semanal com Boeing 767 cargueiro entre Miami e o Aeroporto de Cabo Frio

ABSA inaugura segundo voo semanal com Boeing 767 cargueiro entre Miami e o Aeroporto de Cabo Frio


A ABSA, uma das principais companhias áreas de carga do mundo, inaugura no dia 03 de dezembro (sexta-feira), o seu segundo voo semanal ligando Miami, na Flórida (EUA), ao Aeroporto Internacional de Cabo Frio (RJ).

A forte demanda por movimentação de cargas de projeto no segmento de petróleo justifica as duas frequências semanais, garantindo segurança logística a importadores e exportadores.

Nas duas frequências a ABSA opera Boeings 767-300 cargueiros, com capacidade para 60 toneladas.

O Aeroporto de Cabo Frio tornou-se uma importante base de importação para a indústria petrolífera de Campos, graças à sua localização estratégica e às suas grandes áreas de alfândega e armazenamento.

É o único aeroporto público brasileiro administrado pela iniciativa privada com voos internacionais regulares de carga e de passageiros.

Outras companhias especializadas em carga, como Volga Dnepr e Kalitta Air, também operam voos para Cabo Frio. No dia 25 de novembro passado, um Antonov - maior avião cargueiro do mundo - operado pela Volga Dnepr, pousou no aeroporto trazendo a bordo um helicóptero HC 225, a ser utilizado no transporte de pessoal para as plataformas da Bacia de Campos.

No segmento de passageiros, TAM e Trip mantêm dois voos semanais cada ligando Cabo Frio a Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

E companhias internacionais, como Pluna e Lan, oferecem voos sazonais para Cabo Frio.

O Aeroporto Internacional de Cabo Frio conta com um pátio para aeronaves de 30.400 metros quadrados, além de 60 mil metros quadrados de área alfandegada e um galpão coberto de 16 mil metros quadrados.

Sua pista tem 2.560 metros de comprimento por 45 metros de largura – maior do que a do Santos Dumont e a de Congonhas.

O Aeroporto está estrategicamente localizado a apenas 60 Km de Macaé, onde se concentra a indústria do petróleo; e a 140 Km do Rio, 550 Km de São Paulo, 530 Km de Belo Horizonte e 400 Km de Vitória. [www.aeroportocabofrio.com.br].


Fonte:Portal Fator Brasil

Brasil e EUA assinam céus abertos em 30 dias

Brasil e EUA assinam céus abertos em 30 dias

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Céus abertos em 2015.

Essa é a proposta que os governos do Brasil e dos Estados Unidos devem assinar em 30 dias.

Até 2015, haverá aumento gradual de frequências entre os dois países, com restrições no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, até 2013.

Pela proposta, em outubro de 2011, 24 novas frequências se somarão às atuais 150 para cada lado.

Dessas 24, 14 poderão ser utilizadas no Galeão (RJ) e as demais em outras cidades.

Guarulhos está fora do acordo em 2011.

Para outubro de 2012, mais 24 frequências, com 14 podendo ser usadas no Rio de Janeiro e Guarulhos fora do acordo.

Em outubro de 2013, Guarulhos poderá receber 14 de 38 novas frequências, com outras 14 para o Rio de Janeiro e o restante (10) para destinos diferentes.

Um ano depois, em 2014, serão 49 novas frequências, com 14 para Guraulhos e 14 para o Rio.

Em outubro de 2015, céus abertos completamente, sem restrições de tarifas, cidades atendidas e code-share.

Fonte:Panrotas-por:Artur Luiz Andrade

06/12/2010

WikiLeaks- EUA veem minérios brasileiros como recursos estratégicos

WikiLeaks- EUA veem minérios brasileiros como recursos estratégicos



O site WikiLeaks divulgou nesta segunda-feira (06), uma lista secreta de locais estratégicos para os EUA que incluem cabos submarinos e jazidas de nióbio e manganês no Brasil.

Um telegrama diplomático de 2009 pede às missões do país pelo exterior que atualizem uma lista de infraestrutura e recursos pelo mundo "cuja perda poderia impactar criticamente a saúde pública, a segurança econômica e/ou a segurança interna dos EUA".

Nota:Os Gringos (EUA) sempre estão de olho nas riquezas de algum país .

Parecem vampiros que sugam as riquezas e depois abandonam a mingua

  • No oriente médio roubam o petróleo com pretesto de libertação e democracia.
  • Qerem atacar o Irã com os mesmos pretestos,só que com um adicional ,que é o Estreito de Ormuz que facilitaria o caminho de escoamento do petróleo roubado do Iraque por empresas americanas .


  • agora estão de olho ou melhor a muito tempo estão de olho em nossas riquezas usando o discurso que a Amazônia é propriedade internacional... a tempos estamos alertando para a questão da soberania nacional,enviam para nosso território supostos missionário e ONGs com o pretesto de evangelisar e monitorar a preservação da amazônia ,quando na verdade estão é mapeando nosso território e roubando matéria prima para patentear e fabricar Fitoterápicos ,já que nosso país com uma extensa flora não explora o potencial destas riquezas ,onde sua eficácia medicinal já foram comprovadas em países como a Alemanha que faz largo uso de tais medicamentos .

  • Já instalaram uma Base Militar bem alí em nosso quintal ,na Colômbia com o pretresto de combate ao Narcotráfico e combate as FARCs.
Recentemente foi anunciado mais uma descobrata de poços de Pré Sal na Amazônia ,como os americanos não tem produção de petróleo ,e é o país que mais depente destas importações ,querem virar os Piratas do novo mundo,saqueando as riquezas ,com pressões políticas e chantagens intervensionistas para fins próprio.

Se acham os verdadeiros donos do mundo,por terem uma poderio bélico invejável acham que podem ditar as regras no quintal da casa alheia.

O presidente cubano, Fidel Castro, denunciou que os Estados Unidos estão criando um "dispositivo militar" para "deter" o movimento político na América Latina e intervir "inclusive no Brasil".

Castro afirmou que Washington tem "uma mentalidade intervencionista" e planeja "entrar na Bolívia quando for preciso, e intervir inclusive no Brasil".


  • Os Estados Unidos "andam buscando bases e criando dispositivos militares para deter a América Latina com as armas", disse Castro ao comentar o envio de 400 soldados americanos ao Paraguai.( Agência France Presse).
A décadas os EUA vem criando meios de intervir em políticas internas de outros países ,vide Venezuela ,onde os EUA mantem uma "ONG" supostamente para espionar os passos e a política interna da Venezuela de Hugo Chaves, ONG esta que vem recebendo bilhões em investimentos da CIA ,investimentos estes que financiaram inclusive as tentativas de golpe de estado naquele país.

Lembram da Guatemala, onde houve uma Ditadura que durou de 1960 à 1996 , contou com a ajuda dos EUA.

  • Lula:" 4ª Frota dos EUA está quase em cima do pré-sal"

Ao abordar a necessidade de reforçar a Marinha para defender o petróleo do pré-sal, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva advertiu que a 4ª Frota naval dos Estados Unidos está "quase em cima" das grandes reservas descobertas na costa brasileira.

"A Marinha joga um papel importante para proteger o nosso pré-sal, porque os homens já estão aí com a 4ª Frota quase em cima do pré-sal", disse Lula em discurso na cerimônia de batismo da plataforma P-53, em Rio Grande (RS).

Desativada há mais de 50 anos, a 4ª Frota dos EUA foi restabelecida em junho deste ano com o propósito anunciado de combater o tráfico de drogas, auxiliar em desastres naturais e atuar em missões de paz na América Latina e no Caribe.

Mas seu retorno foi recebido com ceticismo na América Latina, onde a presença militar americana é vista por muitos como ameaça à soberania da região.

"A nossa Marinha tem que ser a guardiã das nossas plataformas em alto-mar para fiscalizar esse patrimônio, porque daqui a pouco chega um espertinho aí e fala: Isso é meu, está no fundo do mar mesmo, ninguém sabe, isso é meu", acrescentou Lula.

A descoberta da camada pré-sal pela Petrobras, em novembro, reforçou a necessidade de o Brasil melhorar a defesa de sua costa.

Fonte:Estadão;Reuters;France Press

Uma questão de segurança


Uma questão de segurança

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A aquisição de um novo avião para a Presidência da República parece supérflua, mas não é. Envolve uma questão de Estado.

Hoje, o presidente Lula usa o Airbus 319 comprado em 2005, mas com autonomia de voo de apenas nove mil quilômetros.

Muito aquém das necessidades da diplomacia presidencial, que exige frequentes viagens à Ásia e à África.

“Quando Lula visitou o Catar, fizemos tantas escalas que entendi o que signifi ca Rodada de Doha”, diz o ministro da Comunicação Social, Franklin Martins.

Ao voltar da África do Sul, parou em Angola e numa ilha do Atlântico. Por isso, a Aeronáutica avalia a compra de um A-330 para servir à presidente Dilma.

http://www.zap16.com/zapp/wp-content/uploads/2008/11/a330-f-wwka.jpg

Fonte:Isto É-por:Octávio Costa

Dilma Rousseff se encontra com o ministro da Defesa

http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2010/11/lula-dilma-e-jobim1.jpg




Em matéria recente o nosso blog já informava oque esta sendo anunciado ,resta saber se o programa FX 2 vai sair ou continuará no papel deixando todos a ver navios...

Em matéria recente Voar News comentou sobre a futuro de noss aviação civil e que as previsões não serão nada boas! veja a matéria " O TRANSPORTE AÉREO E O PRESENTE"

http://oglobo.globo.com/fotos/2009/06/11/11_MHG_pais_jobim.jpgO ministro da Defesa, Nelson Jobim, permanecerá no cargo no governo da presidente eleita, Dilma Rousseff. Jobim esteve reunido por quase três horas na tarde desta segunda-feira, 6, com Dilma na Granja do Torto, em Brasília.

Jobim chegou à Granja por volta das 14h45, e deixou o local há pouco, às 17h30, sem falar com a imprensa.

Segundo o Estado apurou, Dilma manterá Jobim na pasta a partir de 2011.

A partir do próximo ano, o ministério da Defesa será desidratado, e deve deixar de supervisar o setor de aviação civil.

De acordo com uma fonte do governo, a presidente eleita considera importante que Jobim continue na Defesa para dar prosseguimento às ações já iniciadas na gestão Lula, como a reorganização e o fortalecimento das Forças Armadas.

Um dos desenhos em análise pela equipe de transição coloca toda a área de aviação civil numa secretaria ligada diretamente à Presidência da República.


Fonte:Estadão;G1


Rohde & Schwarz e Topex unem seus conhecimentos em termos de controle de tráfego aéreo

Rohde & Schwarz e Topex unem seus conhecimentos em termos de controle de tráfego aéreo

http://farm4.static.flickr.com/3046/2591872609_30fecd3fc1_o.jpg

http://www.rlink.com.br/imagens/noticias/logo%20rohde.gif A Rohde & Schwarz adquiriu uma participação majoritária na companhia romena Topex, um fabricante de equipamentos de telecomunicações para autoridades e empresas governamentais.

O portfólio da Topex inclui sistemas de comunicação de voz para controle de tráfego aéreo (ATC, na sigla em inglês).

Estes sistemas têm como objetivo complementar o portfólio de ATC da Rohde & Schwarz que compreende sobretudo soluções para radiocomunicações. Os produtos da empresa eletrônica baseada em Munique já estão implantados em mais de 200 aeroportos em cerca de 80 países.

No futuro,a Topex operará sob o nome de Rohde & Schwarz Topex SA.

"Pretendemos usar esta parceria para expandir nosso conhecimento no sistema ATC," comenta Herbert Rewitzer, vice-presidente executivo e chefe da Divisão dos Sistemas de Radiocomunicações da Rohde & Schwarz.

"A Topex conta com produtos com tecnologia de ponta nesta área, uma combinação perfeita com a Rohde & Schwarz. As duas empresas concentram-se totalmente no voz sobre IP como a tecnologia de comunicações iminente no controle de tráfego aéreo."

Dan Adamescu, CEO da Rohde & Schwarz Topex, acrescenta: "A Rohde & Schwarz é uma companhia internacional com subsidiárias e representantes em mais de 70 países. Esta parceria nos dá acesso aos mercados de todo o mundo. Além disso, vários projetos bem sucedidos tornaram o nome Rohde & Schwarz uma referência no mercado de ATC."

A Rohde & Schwarz Topex SA continuará a operar independentemente e permanecerá totalmente dedicada à assegurar o sucesso ininterrupto e o crescimento de rentabilidade de todos os seus parceiros.

A sede da companhia, localizada em Bucareste e que conta com cerca de 140 funcionários, permanecerá inalterada. [ www.rohde-schwarz.com ] PR. Newswire


Fonte:Portal Fator Brasil

Justiça francesa condena Continental por acidente com Concorde

Justiça francesa condena Continental por acidente com Concorde

Continental sustentou que Concorde já estava em chamas ao decolar



Um tribunal da França considerou a companhia americana Continental Airlines "responsável criminalmente" pelo acidente com o avião Concorde da Air France, que matou 113 pessoas, há dez anos, em Paris.

No entendimento da Justiça francesa, o acidente foi causado por uma peça de titânio que caiu de um avião da Continental na pista de decolagem minutos antes da partida.

Investigadores disseram que um dos pneus do Concorde explodiu ao bater na peça de metal, rompendo um tanque de combustível.

A companhia americana foi multada em 200 mil euros (cerca de R$ 450 mil) e obrigada a pagar 1 milhão de euros (cerca de R$ 2,25 milhões) à companhia francesa.

A Continental disse que recorrerá do veredicto, afirmando que a decisão "protege apenas os interesses franceses".

A empresa americana sustentou ao longo do processo que a aeronave já estava em chamas antes de bater na peça de metal.

  • Engenheiro condenado

Um engenheiro da Continental, John Taylor, foi sentenciado a 15 meses de liberdade condicional. Outro funcionário da empresa e três funcionários franceses foram absolvidos.

Para a Justiça, Taylor não deveria ter usado titânio para reparar o DC-10, porque já era conhecido o potencial deste metal de causar explosões nos pneus das aeronaves.

  • O correto, segundo entendeu a corte, teria sido usar alumínio.

Compensação às famílias

A aeronave supersônica da Air France pegou fogo logo após decolar do aeroporto Charles de Gaulle, na capital francesa, no dia 25 de julho de 2000.

O acidente deixou 113 mortos.

A companhia francesa pagou cerca de 100 milhões de euros às famílias das vítimas como compensação. A decisão abre espaço para que a Air France reclame parte desse dinheiro da Continental.


Fonte:BBC Brasil;Video:Youtube

Aeroportos da Espanha ainda estão lotados

Aeroportos da Espanha ainda estão lotados

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Os aeroportos espanhóis começaram a semana nesta segunda-feira com normalidade, depois de um fim de semana de grande caos aéreo por conta da greve dos controladores.

Segundo informaram à Agência Efe fontes do órgão que gere os aeroportos espanhóis, AENA, foram operados até às 5h (horário de Brasília) desta segunda-feira um total de 113 voos, sendo 82 partidas e 31 chegadas. O órgão prevê que nesta segunda-feira sejam operados 4.053 voos.

No aeroporto de Madri, os voos foram operados com normalidade, mas houve alguns atrasos e o check in recupera seu ritmo cotidiano com filas de passageiros de voos atrasados das últimas horas.

Os controladores, que iniciaram uma paralisação em massa por um conflito trabalhista na tarde da sexta-feira, voltaram neste sábado a seus postos de trabalho depois que o Governo espanhol decretou o estado de alerta, que tem duração de 15 dias e coloca os profissionais sob disciplina e lei militares.

A greve dos controladores deixou em terra entre sexta-feira e sábado mais de 600 mil passageiros. EFE





Fonte:G1-EFE

Satélites do sistema GLONASS caem sobre o Oceano Pacífico

Satélites do sistema GLONASS caem sobre o Oceano Pacífico


http://blog.toxxyn.net/wp-content/uploads/2007/12/glonass.jpg




https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhatSSUpeuhYWUjEWs5gL3-ubzRF7h8R9lX2tmHmI_tf4PytG-tXZkuEir0HR54jGxGvJ5I96VlJCYv5yVcN5LQmiWCuN_5FfE-QKbXkHTpBmmHjgyTFETWyET-v5DLN8INsSAjXbC2x8tJ/s1600/Glonass.jpg Três satélites russos, enviados à órbita para completar o sistema de navegação GLONASS, saíram de curso e caíram sobre o Oceano Pacífico neste domingo (5), informou a agência Ria. O local da queda é próximo ao Havaí.

Os satélites estavam sendo levados pelo foguete "Proton-M", lançado no sábado (4) do centro espacial Baikonur, no Cazaquistão.

Um porta-voz da agência espacial russa Roscosmos disse que os satélites saíram de curso e causaram uma "situação não planejada". Ele não confirmou sua queda.

O sistema GLONASS é semelhante ao GPS dos Estados Unidos. Ele começou a operar em 1999, mas só agora terá cobertura global. Em sua composição definitiva, contará com 24 satélites.



NOTA DO BLOG: Teoria da Conspiração




http://news.cnet.com/i/tim/2010/12/03/1203X37B_610x411.jpg Está claro agora, o que a espaçonave não tripulada X-37 da "NASA" digo USAF,estaria fazendo no espaço.

Ao retornar de uma missão secreta de sete meses no espaço o X-37 da Boeing estaria na verdade caçando os satélites russos ,pois estes desde seu projeto se tornaram uma ameaça ao sistema já obsoleto GPS americano,que tem uma defasagem maior que o GLONASS, o sistema GPS americano foi concebido a princípio para uso militar ,tal como a Internet ,se tornou essencial a navegação pelo setor civil,mas com a implantação de um novo sistema .

O sistema GPS se vê agora ameaçado de instinção ou ficar
ainda mais obsoleto; recentemente os EUA instalaram estações terrestres ao longo de todo seu território afim de otimizar suas medições.

A disputa por regiões no espaço e seu domínio ,já foram matéria de análises sobre um futuro conflito espacial que se lançou desde o primeiro lançamento de satélite o Sputnik.
A "Militarização do Espaço" é uma realidade já conhecida, que decorreu dos passos posteriores lógicos e inerentes ao lançamento do primeiro satélite artificial.
A existência e o funcionamento pleno de satélites de reconhecimento e observação, de navegação, de comunicações e meteorológicos têm‑se constituído como elemento multiplicador do potencial de combate das forças militares que evoluem em Terra.

Podemos acrescentar que a utilização dos sistemas espaciais constitui uma das mais valiosas ,para operações que se enquadrem também nas Operações de Resposta a Crises e outras, que vão para além do aspecto da guerra.
Do ponto de vista do armamento, os mísseis balísticos intercontinentais, os de médio alcance, os de alcance intermédio e os próprios mísseis de cruzeiro lançados de diferentes plataformas materializam a utilização da dimensão espacial para aplicação da coação militar, que terá tido como marco inicial o lançamento do foguete alemão V‑2 em Setembro de 1944; curiosamente os foguetes lançados de Haia falharam e a cidade de Paris escapou aos danos.
De outra forma, podemos também afirmar que as potências na posse de sistemas espaciais, como eventuais multiplicadores do potencial bélico, poderão compensar o putativo potencial relativamente negativo no que diz respeita aos meios e equipamentos existentes em Terra e ,buscar assim alguma dissimetria.

Acresce a isso a referência, também, que a comunidade internacional em geral, e as potências mais importantes do sistema em particular, vêem com preocupação o fato de quem dominar a estrutura espacial de informação, poder ascender a própria imagem diante de outras fontes que possam ser usadas em proveito próprio ,contra os competidores do sistema, abrindo caminho à avaliação, emprego ou ameaça de emprego de todas as formas de coação, incluindo a psicológica,de política interna, afetando o interior do adversário, a diplomática e a electro‑electrónica.

Do ponto de vista militar, podemos concluir que a utilização do espaço em proveito das operações militares efetuadas em Terra é um fato, mas significará isso a materialização do Espaço como campo de batalha? A expressão "militarização do Espaço" Irá refletir aquilo que poderá estar subjacente ao entendimento do cidadão comum, isto é, Guerra Espacial!

Os sistemas anti‑satélite
Os primeiros testes de plataformas anti‑satélite foram efetuados ainda no período da Guerra‑Fria.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiIk_8qVvRnVjEu48y-Pv3YYUBsDIEcS3Sn1XWjKaKvSc5O9JTwm7prDzIfGL1VmJH084l3sHNCXU2DMHKQ8FYW5TAM1dR_Gljuc7mv8TkJMyrZgNrG6v0zIyaLGsSlRDXG_ZzKZhn3fOw/s1600/Vought_ASM_135_ASAT.jpg

Identificados como SAINT, um sistema de intercepção de satélites, como o programa principal de investigação e desenvolvimento sobre esta matéria decorrido no tempo do presidente Eisenhower, tendo sido até efetuada uma proposta da Força Aérea, em 1960 para a construção de protótipos.

Por razões diversas, incluindo políticas, o programa foi inviabilizado em 1962/1963.
No ano de 1959, foi conduzido pelo Air Research and Development Command (ARDC) o primeiro teste relativo a armamento anti‑satélite, integrado num projecto mais vasto designado de Bold Orion , logo seguido, em 1962, por mais dois testes, conduzidos pela US NAVY (Marinha Americana).

Em Maio de 1962 foi ordenado ao US ARMY( Exército dos EUA )que desenvolvesse um míssil Nike Zeus modificado, de forma a obter a capacidade em questão, que ficou conhecido por programa 505.

Cerca de um ano mais tarde, a Força Aérea recebeu a indicação para trabalhar a mesma finalidade, utilizando o míssil Thor; o programa 437 iniciava‑se, tendo sido objecto de teste em Fevereiro de 1964.

O mecanismo de ataque baseava‑se na radiação provocada pela explosão do sistema a 5/10 km do alvo, constituída por raios X que em contato com o objectivo, faria aumentar subitamente a temperatura do revestimento exterior.
Ambos os sistemas apresentavam diversos problemas e deficiências, tendo sido declarados como inoperacionais nos primeiros anos da década de 70 .
Em 1977, sob as ordens do Presidente Carter, foi tomada a decisão de desenvolver o "Air Force’s Miniature Homing Vehicle" (MHV) ASAT e já na presidência Reagan, o programa MHV tinha maturado suficientemente para ser decidido que o sistema seria lançado a partir de plataformas aéreas: aeronaves F‑15 modificadas.


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjmaZbh4EgtC3FrSnuwNWrV0MED4raUs8V97QIS0txwXuxkUPcoQiTcyffNbuNsBb_OOF-REJcz-apG6vzDdY3upAsFnXCT5IJuTvGOuEJ1z59t2zYcvAPZPJwMW1hgSLXBYxLYftr1RJvy/s1600/anti+satelite3.JPG

Em Setembro de 1985, o MHV foi alvo de um dos testes mais completos e com maior sucesso, tendo interceptado e destruído o satélite da Força Aérea P78‑1 .

Por razões de política interna e consequentes restrições orçamentais, após proposta da Força Aérea, o programa de desenvolvimento foi cancelado em Dezembro de 1987, abrindo caminho à materialização das intenções, quer do Exército, quer da Marinha, em conceber sistemas ASAT lançados a partir de plataformas terrestres e navais.
O Exército dos EUA integrou nos seus esforços de investigação desde 1989/1990, um programa que busca o desenvolvimento de um veículo destruidor de satélites, lançado da Terra e tendo energia cinética como fonte.

O controlo do programa Kinetic Energy Anti‑Satellite (KEASAT) foi poste­riormente transferido para a Força Aérea, por iniciativa do Departamento de Defesa, que não tem solicitado orçamento para o seu contínuo desenvol­vimento; no entanto e ocasionalmente, o Congresso tem financiado o projeto.


A importância dada pela superpotência ao assunto ASAT foi consubstanciada pela previsão na proposta do seu Orçamento de Estado, para o ano fiscal de 2004, de fundos destinados à investigação e desenvolvimento da tipologia de meios espaciais ; por outro lado, a Defense Advanced Research Projects vem dando conhecimento do seu trabalho em matéria de microsatélites, que poderão ser utilizados, no que podemos chamar de modo ASAT .

Assim, chegámos ao programa de investigação e desenvolvimento a cargo da Força Aérea americana denominado Experimental Satellite Series (XSS), que preconiza pequenos satélites que manobrarão em torno de outros, com um leque de missões que podem ir desde a inspecção à destruição.

A primeira plataforma, o XSS‑10 foi lançada em Janeiro de 2003 e pesava apenas 28 kg.
No âmbito dos sistemas anti‑espaciais, podemos citar o Counter Communications System (CCS), destinado a atacar as comunicações militares com origem em satélites.

O primeiro CCS foi entregue em 2004 ao 76th Space Control Squadron dos EUA (Lewis, 2004).





Fonte:revistamilitar;moraisvinna/Videos:RT NEws

05/12/2010

Bombardeiros B-1 da USAF decolando no RED FLAG

Video:Bombardeiros B-1 da USAF decolando para mais um dia de exercícios militares RED FLAG


começam os trabalhos de investigação do acidente aéreo com Tulopev TU-154 na Russia

Começaram os trabalhos de investigação do acidente aéreo com Tulopev TU-154 na Rússia





Vídeo demonstra o inicio dos trabalhos de investigação do acidente com Tupolev TU-154 da Dagestan Airlines ,onde, ao fazer um pouso de emergência 8 minutos após a falha de seus motores ,deixou duas vítimas.

O avião Tupolev, operado pela Dagestan Airlines, decolou do aeroporto de Vnukovo e fez o pouso de emergência depois que todas as suas três turbinas falharam.



Videos:RT News

Embraer A-29 Super Tucano disputa mercado Bilionário

Embraer A-29 Super Tucano disputa mercado Bilionário

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgrtNmbUv5K27FDAe1ReUAhzZApErW8BJlw1ZECaxf0uIGAjVpBT9uRCpX4VRaKGw8lbAFNg6zP_cLsksVQ6A08V9FfrDOUd0qcjZDIQbv-yY_ZECR8ClaFcB2D8PdzUwnAd65Zdzo5daU/s400/super_tucano_embraer-500x333.jpg

O pequeno e muito ágil Super Tucano, turboélice de ataque leve, lidera os negócios da linha militar da Embraer.

Desse modelo, já foram vendidas 178 unidades para forças de sete países – Brasil, Colômbia, Equador, Chile, Indonésia, República Dominicana e mesmo para os Estados Unidos, onde é operado pela Blackwater, corporação privada de serviços de defesa.

O valor total dessa fatura supera O valor total dessa fatura supera US$ 1,6 bilhão.

O projeto da empresa para o produto mais bem-sucedido dessa carteira especializada está longe do fim.

O vice-presidente para a área de Defesa,Orlando Ferreira Neto, projeta, até 2020, “um mercado endereçável” de US$ 3,5 bilhões para a classe do Super Tucano, envolvendo cerca de 300 aeronaves. Segundo o executivo, “o avião brasileiro entra nessa disputa internacional como favorito”.

A Embraer não trata dos negócios em andamento – e também não nega as informações sobre discussões encaminhadas no Peru, na Guatemala e, talvez, com a Marinha americana.

Outra praça onde a conversa vai bem é Angola. A diplomacia faz gosto.

O governo quer expandir a participação de empresas nacionais na reconstrução do país.

Em 2009, a conta corrente bilateral chegou a US$ 1,47 bilhão, sendo US$ 1,33 bilhão só na conta das exportações brasileiras.

A aviação angolana está sendo reequipada e contempla uma frota média, entre seis e doze Super Tucanos, para vigiar as fronteiras – 5.198 km em terra e mais 1.600 km de litoral.

Na pasta de documentos de Orlando Ferreira pesa a concorrência aberta pelo Departamento de Defesa dos EUA, o Pentágono, para a aquisição direta de 200 aviões de reconhecimento, ataque leve e treinamento singular – antiguerrilha, principalmente.

O contrato pode chegar até US$ 2,2 bilhões, se a administração federal decidir por uma ampliação para atender as necessidades da aviação naval.

O turboélice da Embraer encanta os militares americanos – mas irrita profundamente os congressistas, que se preocupam com a preservação de empregos na indústria aeroespacial local. A licitação será decidida em 2011.

A previsão de entregas é para o ano seguinte.

A questão social não preocupa diretamente. A Embraer mantém uma indústria na Flórida, de onde sairão jatos executivos da família Phenom.

Atualização. Apresentado em 1995, pouco depois da privatização da companhia, o Emb-314, nome comercial inicial do modelo, foi especificado pela Força Aérea Brasileira (FAB) com referências de longo prazo.

“Depois de 15 anos, esse cuidado revela virtudes – o Super Tucano cumpre as missões de contrainsurgência, ataque leve, interceptação de alvos de baixo desempenho e a instrução avançada com baixo custo de operação e alto rendimento”, diz Orlando Ferreira.

A versão de exportação, entretanto, passa por um processo de aperfeiçoamento permanente para atender requisitos dos clientes. “Ora é um novo rádio tático, um modo de ensaio ou novos sensores eletrônicos que personalizam cada encomenda”, afirma Orlando.

Há novidades tecnológicas em consideração pelos engenheiros. “Percebemos uma demanda crescente de informações precisas do teatro de operações em tempo real, com links de vídeo digital para transmissão de imagens noturnas, em infravermelho, ou normais”, diz.

Há ainda um novo cuidado com os danos colaterais provocados pelo ataque ao solo.

Armamento moderno, como bombas mais leves, de pequeno diâmetro e grande precisão ou foguetes guiados a laser “são alternativas de capacidades capazes de manter o Super Tucano como o líder do mercado”.

O batismo de fogo do caça leve A-29, registro na FAB, foi em 18 de janeiro de 2007.

Dois esquadrões da força aérea da Colômbia, a FAC, despejaram 4,5 toneladas de explosivos sobre as instalações de um comando regional das forças Armadas Revolucionárias, as Farc.

Em 1.º de março de 2008, um número não revelado de aviões bombardeou um acampamento das Farc localizado pela inteligência colombiana em território do vizinho Equador, dois quilômetros além da fronteira.

O alvo foi iluminado por dois times de operações especiais, em terra. Fora usadas bombas inteligentes do tipo Paveway, fornecidas por Israel.

A arma, depois do lançamento, procura o objetivo em voo planado de sete quilômetros até 20 km. Na ação morreu Raul Reyes, o segundo em comando dos rebeldes.

Em setembro, na mega ação Sodoma, da qual participaram 72 aeronaves diversas – aviões e helicópteros -, mais 600 soldados, o comando colombiano atacou o quartel-general do chefe militar das Farc.

O posto fortificado de Luiz Suárez, o Mano Jojoy, foi destruído por uma bomba de 400 kg lançada de um Super Tucano.

Fonte: O Estado de São Paulo/via :Cavok

WikiLeaks-Brasil queria comprar e fabricar Rafales

Brasil queria comprar e fabricar Rafales -WikiLeaks

http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/01/Linha-de-montagem-Rafale.jpg

O Brasil procurou comprar os caças franceses Rafale e adquirir a tecnologia para fabricá-los em seu solo para exportação a outros países sul-americanos até 2030, relatou o diário francês Le Monde neste domingo, citando despachos norte-americanos vazados.

O Brasil vem negociando com a França, os EUA e a Suécia um acordo de compra de caças de combate para renovar sua frota antiga e reforçar a vigilância dos ativos estratégicos do país.

O acordo proposto, envolvendo mais de 100 aeronaves com valor potencial de 4 bilhões de dólares, desencadeou uma competição acirrada entre os fabricantes dos três países.

Os despachos citados pelo Le Monde indicam que Paris mantém conversas avançadas com Brasília sobre uma venda iminente.

"Não somente o Brasil quer comprar o Rafale, mas também produzir a aeronave em seu solo e até mesmo vendê-la na América do Sul até 2030", teria dito um diplomata norte-americano em novembro de 2009 segundo o jornal francês.

O Le Monde é um dos cinco jornais que têm acesso adiantado a alguns dos 250 mil despachos diplomáticos dos EUA vazados pelo site WikiLeaks.

Os despachos revelam conversas francas entre diplomatas norte-americanos e Washington sobre líderes estrangeiros.

O presidente Nicolas Sarkozy procurou tranquilizar seu colega brasileiro sobre o preço da aeronave --80 milhões de dólares cada-- dizendo a Lula que a França transferirá a tecnologia do Rafale para o Brasil, de acordo com o Le Monde.

Autoridades francesas têm repetido que um acordo com o Brasil está próximo, mas nada foi assinado.

A Dassault Aviation não foi encontrada para comentar a reportagem do jornal.

Em janeiro, um membro do gabinete brasileiro disse que o presidente Lula queria que o Brasil escolhesse o Rafale, mas por um preço menor do que a França pede.

A Força Aérea declarou em julho que planeja comprar 28 aviões militares da brasileira Embraer.


Fonte:Reuters-Por Nick Vinocur

Incêndio em Israel está controlado dizem as autoridades Israelenses

Incêndio em Israel está extinto



O incêndio de grandes proporções, que desde quinta-feira devastava o monte Carmel, em Israel, foi esta tarde considerado extinto pelos bombeiros israelitas.

"O fogo está extinto. Já não há focos importantes. Estamos a continuar o trabalho para que não haja reacendimentos", disse Shimon Romah, comandante do serviço de bombeiros local.

Ainda assim, este foi o incêndio mais mortífero da história do país, com a morte de 41 pessoas, afetando ainda cinco mil hectares de floresta.

Participaram na luta contra este fogo 120 aviões e helicópteros, num total de 20 países que ofereceram a sua ajuda: França, Grécia, Chipre, Reino Unido, Turquia, Rússia e Itália.

Os EUA mandaram um Boeing 747 modificado para combates a incêndios de grandes proporções.



Fonte:abola.pt/Videos:RT News