27/03/2010

F-X2: parecer fica pronto na segunda-feira

F-X2: parecer fica pronto na segunda-feira


O ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse hoje (26/03), ao participar da cerimônia de posse da diretoria do Hospital das Forças Armadas, em Brasília, que espera receber na próxima segunda-feira o parecer da consultoria jurídica da sua pasta, que examina o procedimento da compra de 36 caças para a Força Aérea Brasileira (FAB). Segundo Jobim, de posse desse parecer jurídico, vai trabalhar na preparação de uma exposição de motivos, que será encaminhada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a sugestão de um dos modelos.

Três modelos disputam a preferência do governo brasileiro: O sueco Gripen, o francês Rafale e o norte-americano F-18 Super Hornet. A preferência do governo brasileiro, já anunciada tanto por Jobim, quanto pelo próprio presidente Lula, é pelo modelo francês, em decorrência da parceria estratégica estabelecida com aquele país, em setembro do ano passado.

A exposição de motivos será encaminhada ao Planalto, segundo Jobim, depois da Semana Santa. “As coisas só poderão acontecer depois da Páscoa, declarou Jobim, acrescentando que a definição da data da reunião do Conselho de Defesa, para tratar do assunto, será do presidente.

Jobim desautorizou o secretário de Assuntos Estratégicos, Samuel Pinheiro, que, em entrevista à revista francesa Defense, deu como certa a compra do caça francês pelo Brasil. “Ele pode dizer o que ele quiser, mas quem decide somos nós”, afirmou o ministro.

Amanhã, Jobim percorrerá duas cidades do Amazonas, São Gabriel da Cachoeira e Vila Ipiranga, ao lado do rei da Suécia, Carlos Gustav e a rainha Silvia.

Na oportunidade, o rei sueco deve dar continuidade ao lobby em favor do caça sueco Gripen.

Mas Jobim disse que o processo de discussão está encerrado, sem possibilidade de recebimento de novas propostas.


FONTE:Poder Aereo/ Estadao.com por:Tânia Monteiro

Fotos de Astronomo amador impressionam técnicos da NASA

Fotos de Astronomo amador impressionam técnicos da NASA




O cientista amador britânico Robert Harrison tirou fotografias da curvatura da Terra que impressionaram até os técnicos da Nasa (agência espacial americana).

Harrison usou uma câmera barata, que lançou ao céu dentro de uma caixa de isopor amarrada a um balão. Um dispositivo eletrônico ajudou o entusiasta de astronomia a localizar a câmera.

Com a altitude, o balão estourou e Harrison recuperou a câmera e as fotos.

Ele disse que o projeto custou o equivalente a US$ 700.


Fonte:BBC Brasil

26/03/2010

Anac: preço total terá de ser informado em todas etapas

Anac: preço total terá de ser informado em todas etapas

Para facilitar a vida do usuário na hora de comparar preços, as companhias aéreas terão de informar a partir de 10 de junho o valor total dos bilhetes em todas as etapas da compra.

Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a medida deve ser obedecida tanto por empresas nacionais como estrangeiras.

Custos e serviços indispensáveis à realização da viagem, como adicional de combustível, no caso de voos internacionais, terão de ser informados. "Com isso, o passageiro terá melhores condições de comparar os preços entre os concorrentes e não ser surpreendido com cobranças apresentadas somente após a conclusão da compra do bilhete", disse a Anac, em nota.

Serviços opcionais oferecidos pela companhia ,como bagagens extras, seguros, comissão para vendas via telefone, loja ou agente de viagens - podem ser cobrados à parte ou estar discriminados no bilhete.

Nesse caso, não podem ser identificados pelo nome "taxa", que é exclusivo para cobrança de tarifas aeroportuárias (como a tarifa de embarque), impostos e outras taxas governamentais.

A mesma exigência de transparência vale para a contratação de transporte aéreo de carga.

Abertura de Tarifas

Outra resolução que já tem data para começar é a de número 140. Com ela, a partir de 1º de julho as companhias aéreas brasileiras serão obrigadas a informar as tarifas comercializadas nas rotas regulares de passageiros, nacionais e internacionais.

Com a antiga regulamentação, a Anac dispunha apenas dos dados dos voos domésticos - a Anac recebe hoje informações sobre preços de 67 rotas nacionais.

De posse destas informações, a Anac prepara o relatório Yield Tarifa, dos preços médios praticados no mercado de transporte aéreo.

Com a regulamentação que passa a vigorar em julho, as companhias aéreas precisarão informar os valores comercializados no mês anterior.

O texto exige ainda que as regras tarifárias sejam divulgadas em todos os pontos de atendimento, de venda e em suas páginas na internet, com informações claras, objetivas e em língua portuguesa.

Fonte: Michelly Chaves Teixeira (Agência Estado)

Os últimos quatro minutos do Voo 447 da Air France

Os últimos quatro minutos do Voo 447 da Air France


A queda do avião que fazia o Voo 447 da Air France do Rio de Janeiro para Paris consiste em um dos acidentes mais misteriosos da história da aviação.

Após meses de investigação, o que emergiu foi um quadro claro daquilo que ocorreu de errado.

A reconstrução dos terríveis quatro minutos finais da aeronave revelam problemas de segurança persistentes na aviação civil.

Uma pequena falha mecânica anunciou um desastre iminente. Mas a magnitude do erro foi tão discreta que os pilotos que ocupavam a cabine do Airbus A330 provavelmente mal o perceberam.

O Voo 447 da Air France estava no ar havia três horas e 40 minutos após ter decolado do Rio de Janeiro na noite de 31 de maio de 2009.

Fortes turbulências vinham sacudindo o avião por meia hora, e todos os passageiros, com exceção daqueles muito acostumados a voar, estavam acordados.

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  • Equipes de resgate recolhem pedaço da fuselagem do Airbus da Air France, que caiu no oceano

Subitamente o mostrador que indica a temperatura externa acusou uma elevação de vários graus, ainda que o avião estivesse voando a uma altitude de 11 mil metros e a temperatura lá fora não tivesse aumentado.

A leitura falsa foi provocada por cristais de gelo espessos que se formaram sobre o sensor localizado na parte externa da aeronave.

Esses cristais funcionaram como isolantes térmicos do detector. Ao que parece, foi neste momento que as coisas começaram a tomar um rumo desastrosamente errado.

Durante o voo através de nuvens tempestuosas sobre o Oceano Atlântico, uma quantidade cada vez maior de gelo formou-se sobre a aeronave.

No decorrer deste processo, outros sensores bem mais importantes foram danificados: os medidores de velocidade do ar, em forma de lápis, conhecidos como tubos pitot.

Especial Voo AF 447

Um após o outro, alarmes acenderam-se na cabine.

E, respectivamente, o piloto automático, o sistema automático de controle de turbina e os computadores de voo desligaram-se automaticamente. “Foi como se o avião estivesse sofrendo um acidente vascular cerebral”, afirma Gérard Arnoux, o presidente do sindicato dos pilotos franceses, o SPAF.

Os minutos finais do voo AF 447 tiveram início. Quatro minutos após o indicador de velocidade do ar ter falhado, o avião mergulhou no oceano, matando todas as 228 pessoas a bordo.

Poucos acidentes aéreos nos últimos anos deixaram tantos passageiros tão nervosos. “Como foi possível que um Airbus de uma companhia aérea aparentemente segura pudesse simplesmente desaparecer?”, questionavam eles.

Os passageiros da rota Rio-Paris ainda mostram-se intranquilos ao embarcar. Após o acidente, o número do voo foi trocado para AF 445.

Depois disso, vários passageiros que viajam frequentemente optaram por voar durante o dia para atravessar o Atlântico porque os pilotos podem reconhecer mais facilmente as frentes tempestuosas quando está claro.

Mais uma busca em grande escala dos gravadores de registros de voo, ou “caixas pretas”, deverá ter início nas próximas semanas.

Mais uma vez, uma área de cerca de 2.000 quilômetros quadrados de fundo montanhoso do oceano será varrida, parte dela com um submarino da cidade de Kiel, no norte da Alemanha. “Não devemos fazer especulações sobre as causas do acidente até que a busca seja concluída”, afirma Jean-Paul Troadec, o diretor da agência de investigação de acidentes aéreos francesas, a BEA.

Mas outros especialistas demonstram menos cautela ao tecer comentários. “Sabemos muito bem por que este acidente aconteceu”, afirma o sindicalista Arnoux.

“Um acidente como esse poderia ocorrer novamente”

No decorrer de vários meses de investigação, os especialistas coletaram indícios que lhes permitem reconstruir com relativa precisão o que ocorreu a bordo durante aqueles últimos quatro minutos.

A investigação também revelou uma falha de segurança que afeta todos os aviões a jato atualmente em serviço. “Um acidente como esse poderia ocorrer novamente”, avisa Arnoux.

Especialistas reconstruíram dezenas de incidentes envolvendo aeronaves Airbus para tentarem resolver o quebra-cabeças referente a este desastre específico.

Destroços e pedaços de aviões fornecem pistas cruciais para que se descubra por que a aeronave caiu. Investigadores de desastres aéreos também realizaram análises detalhadas das 24 mensagens automáticas de falhas que a aeronave enviou à sede da Air France por satélite no decorrer do acidente.

Uma mensagem em particular ,a última a ser transmitida antes do impacto ,poderia resolver o mistério que cerca o voo AF 447.

Uma meia-lua iluminava o Oceano Atlântico na noite de 31 de maio, proporcionando condições razoavelmente favoráveis para um voo através da zona de convergência intertropical.

É nesta zona que tempestades violentas se formam e colunas de nuvens grossas interpõem-se na rota como se fossem obstáculos em uma pista de corrida aérea.

Além do radar de bordo, a lua também ajuda os pilotos a identificar formações de nuvens perigosas e a tomar medidas apropriadas.

Na noite da tragédia, outros aviões desviaram-se da rota inicial e contornaram a zona perigosa.

Por que o voo AF 447 seguiu diretamente para o mortífero sistema tempestuoso? Seria possível que a tragédia tivesse começado antes mesmo de o avião ter decolado?

Aeroporto do Galeão, Rio de Janeiro, 18 horas no horário local: Preparação para a decolagem

O capitão Marc Dubois, 58, segue o plano de voo do AF 447: ele anota um peso inicial de 232,757 toneladas no computador de bordo, ou 243 quilogramas menos do que o peso máximo permitido para o A330.

As equipes de solo colocaram 10 toneladas de volumes, juntamente com as bagagens dos passageiros, no compartimento de carga do avião.

Dubois verificou que mais de 70 toneladas de querosene foram bombeados para os tanques de combustível. Isso parece muito, mas não é, já que o avião consome até 100 quilogramas de querosene por minuto. As reservas de combustível não proporcionam muita autonomia extra.

  • Airbus A330-200 saiu do Rio de Janeiro com destino a Paris

É somente por meio de um truque que o capitão é capaz de alcançar Paris com mais do que as reservas legais mínimas de querosene que precisam estar nos tanques do avião no momento da chegada à capital francesa.

Uma brecha na legislação permite que ele anote Bordeaux – que fica várias centenas de quilômetros mais perto do que Paris ,como o destino fictício durante os seus cálculos de combustível.

“Por causa disso, não seria mais possível fazer nenhum grande desvio”, explica Gerhard Hüttig, piloto da Airbus e professor do Instituto Aeroespacial da Universidade Técnica de Berlim.

Na pior das hipóteses, o piloto teria que parar e reabastecer o avião em Bordeaux, ou talvez até mesmo em Lisboa. “Mas os pilotos relutam em fazer algo como isso”, acrescenta Hüttig.

Afinal, trata-se de algo que encarece o voo, provoca atrasos e desagrada os diretores da companhia aérea.

Após a decolagem, Dubois conduz rapidamente o avião para uma altitude de cruzeiro de 10,6 mil metros, uma altitude conhecida como “nível de voo 350”, informou o piloto. Essa seria a sua última comunicação com o mundo exterior.

Primeiro minuto: os sensores falham

É difícil imaginar uma situação mais precária, até mesmo para pilotos com nervos de aço: voar através de uma violenta tempestade que sacode o avião inteiro enquanto a luz de indicação principal começa a piscar no painel de instrumentos à sua frente.

Um alarme agudo soa, e toda uma série de mensagens de erro de repente começa a piscar no monitor de voo.

A tripulação imediatamente reconhece que os três indicadores de velocidade do ar exibem valores diferentes um do outro. “Uma situação como essa termina bem em cem ocasiões, mas mal em uma”, afirma Arnoux, ele próprio piloto de um Airbus A320.

O piloto responsável conta agora com muito pouco tempo para escolher o ângulo de voo e a potência de turbina corretos.

Esta é a única maneira de ele garantir que continuará voando em um curso estável e que manterá um fluxo de ar contínuo pelas asas caso não saiba a velocidade real do avião.

O copiloto precisa, portanto, verificar os dois valores seguros na tabela contida no manual relevante – pelo menos assim diz a teoria.

“Na prática, o avião é sacudido com tanta intensidade que você tem dificuldade para encontrar a página certa no manual, e muito menos para decifrar o que está escrito nela”, diz Arnoux. “Em situações como essa, é impossível descartar a ocorrência de erros”.

Perigo de acúmulo de gelo

Os especialistas em tecnologia aeroespacial há muito sabem como é perigosa a falha dos indicadores de velocidade do ar devido ao acúmulo de gelo nos tubos pitot. Em 1998, por exemplo, um Airbus da Lufthansa que voava em círculos sobre o Aeroporto de Frankfurt perdeu o seu indicador de velocidade do ar, e uma potencial tragédia só foi evitada quando o gelo derreteu à medida que o avião desceu.

Naquela ocasião, os investigadores de acidentes aéreos alemães do Birô Federal Alemão de Investigação de Acidentes com Aeronaves (BFU, na sigla em alemão) em Braunschweig, exigiram que as especificações dos tubos pitot fossem modificadas para possibilitar o “voo irrestrito em condições severas de acúmulo de gelo”.

Em 2005, a companhia aeroespacial francesa Thales, que fabrica os tubos pitot utilizados no voo AF 447, criou um grupo de projeto chamado Adeline para buscar novas soluções técnicas para o problema.

Segundo um documento da Thales, a perda de indicadores de velocidade do ar “poderia provocar quedas de aeronaves, especialmente em casos nos quais os sensores sofressem acúmulo de gelo”.

A fabricante de aviões Airbus estava ciente dos problemas com os tubos pitot da Thales. Uma lista interna da empresa revela que, somente entre maio e outubro de 2008, houve nove incidentes envolvendo esses equipamentos.

Mais de dois meses antes do desastre da Air France, a questão foi abordada em uma reunião entre a Airbus e a Agência Europeia de Segurança da Aviação (EASA). No entanto, a EASA decidiu não proibir o uso dos tubos de pitot especialmente susceptíveis a erros fabricados pela Thales.

Na verdade, o problema com os indicadores de velocidade do ar são mais profundos. Até hoje, as organizações relevantes para a concessão de licenças ainda só testam os tubos pitot até uma temperatura mínima de 40ºC negativos e uma altitude máxima de 9.000 metros.

Essas especificações completamente antiquadas remontam a 1947 – antes, portanto, do surgimento dos aviões a jato.

Além do mais, a maioria dos incidentes ocorridos nos últimos anos, incluindo aquele envolvendo o fatídico voo AF 447, ocorreu a altitudes superiores a 10 mil metros.

Segundo minuto: Perda de Controle

Será que os pilotos do voo AF 447 sabiam das falhas de indicadores de velocidade do ar experimentadas por colegas em nove outras aeronaves pertencentes à sua própria companhia aérea?

A Air France de fato distribuiu uma nota sobre isso a todos os seus pilotos, apesar de ela fazer parte de várias centenas de páginas de informações que os pilotos encontram nas suas caixas de e-mail todas as semanas. Uma coisa é certa: os pilotos do AF 447 nunca fizeram em um simulador de voo um treinamento referente a uma falha do indicador de velocidade do ar a grande altitude.

A situação na cabine tornou-se ainda mais difícil pelo fato de o computador de voo do A330 ter se colocado em uma espécie de programa de emergência.

O cérebro digital do avião geralmente supervisiona todas as atividades dos seus pilotos ,pelo menos enquanto os seus sensores fornecem dados confiáveis. Sem uma leitura de velocidade, o computador meio que joga a toalha, o que não torna as coisas fáceis para os pilotos.

“Subitamente o piloto tem uma sensação totalmente diferente aos controles”, explica o especialista em voo Hüttig.

A grande complexidade dos sistemas do Airbus fazem com que seja difícil controlá-lo em fases críticas do voo. Seria mais fácil para os pilotos se estes pudessem simplesmente desligar o computador durante situações críticas, como é possível fazer nos aviões da Boeing.

Os tubos pitot às vezes também falham em aeronaves Boeing. Quando “Der Spiegel” entrou em contato com a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA), o órgão que fiscaliza os voos civis naquele país, ela confirmou que houve oito incidentes do gênero em aviões Boeing 777, três em um 767, um em um 757 e um outro em um Jumbo (747).

A Boeing está atualmente conduzindo um estudo sobre os efeitos na segurança provocados pelo “congelamento a grande altitude dos tubos pitot em todos os modelos da sua linha de produção”, diz a porta-voz da FAA, Alison Duquette.

Entretanto, a FAA não identificou “nenhuma situação referente à segurança” durante esses incidentes.

Poderia então o computador de voo, que é difícil de ser controlado durante emergências, ter de fato contribuído para a perda de controle por parte dos pilotos do Airbus? Os especialistas em aviação Hüttig e Arnoux estão exigindo uma investigação imediata no sentido de determinar como o sistema da Airbus reage a uma falha dos seus sensores de velocidade do ar.

Reação inesperada

No início de março, o BFU da Alemanha deverá publicar os resultados da sua investigação do quase acidente com um avião A320 da Lufthansa ocorrido dois anos atrás no Aeroporto Fuhlsbüttel, em Hamburgo, um relatório que sem dúvida será desconfortável para a Airbus.

Naquele incidente, uma reação inesperada do computador de voo fez com que a asa esquerda do avião tocasse a pista durante a aterrissagem. A BFU deverá emitir 12 recomendações de segurança, algumas das quais relativas aos programas de computador da Airbus.

Até o momento, ainda não se sabe quem estava nos controles do avião da Air France nos seus minutos finais. Teria sido o experiente comandante de voo, Dubois, ou um dos dois primeiro-oficiais? Geralmente, o capitão recolhe-se à sua cabine para descansar um pouco após a decolagem.

De fato, certas evidências sugerem que o capitão não estava no assento de comando no momento do desastre: o corpo dele foi resgatado no Oceano Atlântico, enquanto que os dos dois copilotos desceram até o fundo do oceano, presos aos seus assentos. Isso sugeriria que Dubois não estava usando cinto de segurança.

Ao contrário do que ocorre em muitas outras companhias aéreas, na Air France é uma prática comum o menos experiente dos dois copilotos sentar-se na cadeira do capitão quando este não a está ocupando.

O copiloto experiente permanece no seu assento do lado direito da cabine de comando. Sob circunstâncias normais, não há nenhum problema, mas em situações de emergências esta prática pode aumentar a probabilidade de um desastre.

Consequentemente, foi provavelmente o terceiro piloto da aeronave, Pierre-Cédric Bonin, um arrojado iatista, que teria conduzido a aeronave para o seu destino fatal.

A mulher de Bonin também estava a bordo, mas os dois filhos do casal estavam em casa com o avô.

Terceiro minuto: Queda Livre

Pouco depois da falha do indicador de velocidade do ar, o avião ficou fora de controle e perdeu a sustentação (um processo conhecido como “stall”). É de se presumir que o fluxo de ar sobre as asas não foi capaz de gerar “lift”, ou pressão aerodinâmica para cima.

Arnoux, do sindicato dos pilotos, acredita que o avião caiu em direção ao mar a uma velocidade de cerca de 43 metros por segundo (151 km/h) – o que é quase a mesma velocidade de um paraquedista em queda livre.

A versão de Arnoux para os acontecimentos baseia-se em parte no momento da transmissão de uma mensagem de erro referente à equalização da pressão entre a cabine e o exterior do avião, o que geralmente acontece a 2.000 metros de altitude. Se o avião tivesse mergulhado de nariz, esse alarme teria sido disparado antes.

“Ele levou quase exatamente quatro minutos para descer em queda livre da altitude de cruzeiro até o nível do mar”, explica Arnoux.

De acordo com este cenário, os pilotos teriam sido obrigados a observar impotentes os acontecimentos enquanto o avião perdia a sustentação.

Essa teoria é apoiada pelo fato de o avião ter permanecido intacto até o fim. Tendo em vista toda a turbulência, é portanto possível que os passageiros não tenham sabido o que estava acontecendo.

Além do mais, as comissárias de bordo não se encontravam sentadas nos seus assentos de emergência, e os coletes salva-vidas permaneceram intocados.

“Não existe nenhuma evidência de que os passageiros tenham sido preparados para um pouso de emergência”, afirma Jean-Paul Troadec, o presidente da BEA.

Essas inscrições aparentemente insignificantes nos relatórios de alerta transmitidos pela aeronave revelam como os pilotos lutaram desesperadamente para manter o controle sobre o avião. Elas dizem, “F/CTL PRIM 1 FAULT" e "F/CTL SEC 1 FAULT".

Esse trecho meio enigmático sugere que os pilotos tentaram desesperadamente reiniciar o computador de voo. “É como tentar desligar o motor do seu carro e ligá-lo de volta em uma estrada durante a noite a 180 quilômetros por hora”, diz Arnoux.

A tentativa de ressuscitar o computador de bordo não teve sucesso.

Durante os últimos 600 metros que antecederam o impacto, os esforços dos pilotos teriam sido acompanhados das ordens aterrorizantes emitidas por uma voz masculina automatizada: “Terrain! Terrain! Pull up! Pull up!” (“Solo! Solo! Suba! Suba!”).

Quarto minuto: Impacto

Mais de 200 toneladas de metal, plástico, querosene e corpos humanos chocaram-se contra o mar.

A enorme intensidade do impacto é descrita no relatório pericial, que descreve com detalhes gráficos como pulmões foram dilacerados e ossos fragmentados em toda a extensão.

Alguns passageiros foram cortados ao meio pelos seus cintos de segurança.

Grande parte dos destroços que foi recuperada tem no máximo um metro quadrado.

As linhas de fissura tem um ângulo bem visível. Isso demonstra que o avião não mergulhou verticalmente no mar, mas sim que chocou-se contra a água como uma mão aberta, com o nariz da aeronave elevado em um ângulo de cinco graus.

Especialmente interessante é a grande cauda do avião, que foi retirada do oceano pela marinha brasileira.

Ela foi arrancada da sua base e arremessada para frente.

A partir disto é possível deduzir que o movimento do A330 foi interrompido subitamente com uma força mais de 36 vezes superior àquela da gravidade, ou 36g.

Embora a Airbus continue a minimizar a significância dos tubos pitot na queda do seu A330, depois do desastre os engenheiros da companhia desenvolveram novas tecnologias que detectarão a falha dos sensores de velocidade do ar antes mesmo da decolagem.

A Airbus registrou uma patente para esta tecnologia nos Estados Unidos em 3 de dezembro de 2009.

Segundo o texto da inscrição para a patente, erros nas medições de velocidade “podem ter consequências catastróficas”.

Há vários anos a Airbus oferece aos seus clientes um programa especial de segurança , chamado “Buss” - a um custo de 300 mil euros (R$ 743 mil) por aeronave. Se o indicador da velocidade do ar falhar, esse software mostra ao piloto o ângulo segundo o qual ele deve orientar o avião.

Até o momento a Air France vem optando por não investir neste equipamento opcional extra para a sua frota.

Fonte:UOL Notícias/por:Gerald Traufetter-Matéria publicada em 26/02/2010

Reino Unido moderniza mais dez helicópteros Lynx

Reino Unido moderniza mais dez helicópteros Lynx para o padrão AH9A




AgustaWestland Lynx AH9A do Exército Real Britânico

O Minsitério da Defesa do Reino Unido solicitou para a AgustaWestland mais um lote de modernizações para 10 helicópteros de apoio Lynx AH9 para o padrão AH9A, num negócio avaliado em US$ 63 milhões.

Isso trará o número total de conversões para 22 unidades, as primeiras das quais recentemente entraram em operação com o Regimento 9, do exército britânico baseado no Aeródromo de Dishforth, em North Yorkshire.

As aeronaves estão programadas para efetuarem seu primeiro deslocamento para o Afeganistão no próximo mês de abril.

O Comandante do Regimento 9, Tenente Coronel Mike McGinty, disse “O regimento vem treinando com a aeronave modernizada faz alguns meses e pode afirmar que ela representa uma considerável melhoria em desempenho sobre a antecessora.

O treinamento no Quênia provou que ela realmente faz aquilo que dizia que faria.”

Três aeronaves recentemente foram destacadas para o Quênia para um treinamento num ambiente em condições similares as que serão encontradas no Afeganistão , quente, alto e arenoso.

Cruzex V terá presença de caças Rafale

Cruzex V terá presença de caças Rafale


Caças Dassault Rafale poderão ser a novidade da Cruzex 2010, em novembro.

O maior treinamento de guerra no ar da América do Sul já tem uma estrela este ano – os caças franceses Rafale.

A França acaba de confirmar presença com o modelo militar na operação Cruzeiro do Sul, que acontece a cada dois anos a comando do Brasil.

O Rafale é considerado favorito na disputa bilionária pela preferência do governo brasileiro para a compra de trinta e seis unidades.

Os outros concorrentes são o sueco Gripen NG e o americano F-18 Super Hornet. O negócio pode chegar a US$10 bilhões.

Cem aviões devem participar do treinamento militar marcado para começar no dia 28 de outubro, provavelmente depois que o Presidente Lula anunciar o escolhido para integrar a força do Brasil. Desses, oitenta são caças, vindos de países vizinhos: Chile, Argentina, Uruguai e Venezuela, que trará o russo Sukhoi, um dos primeiros eliminados na disputa pela compra dos caças.

A França é antiga colaboradora do treinamento contribuindo com os ensinamentos dentro da estrutura da Otan – Organização do Tratado do Atlântico Norte.

A guerra simulada será em Natal, base dos países da “coalizão”, formada por todos os participantes.

Em Fortaleza, ficará o “inimigo”, representado apenas por aviões da Força Aérea Brasileira.

A Cruzex 2010 está sendo mais prestigiada: os Estados Unidos, que eram apenas observadores, este ano prometem participar com um caça militar.

Mas ainda não revelaram se trarão o concorrente do Rafale na disputa brasileira, o F-18 ou se usarão o F-16 – um modelo inferior.

Novos observadores já confirmaram presença :Bolívia, Peru, Colômbia, Paraguai, Equador, Canadá e Inglaterra , todos a postos para atestar o desempenho do Rafale – ganhador ou não da disputa.

Compra de caças para a FAB

O relatório final da Força Aérea Brasileira sobre os caças que disputam a compra afirma que em termos operacionais, os três satisfazem tecnicamente. Mas a Aeronáutica mudou de opinião e diz que, considerando a Estratégia de Defesa Nacional,os caças franceses Rafale representam “a proposta mais consistente”. Inicialmente, a preferência da FAB era pelos caças suecos Gripen.

Dentro de alguns dias, o ministro da Defesa vai apresentar seu próprio relatório ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deverá escolher oficialmente o caça a ser comprado com base nos argumentos de Jobim. Jobim já afirmou que os franceses tem vantagem na disputa.

“A FAB diz que os três são satisfatórios, então o que pesa é a transferência de tecnologia e a redução da dependência”.

Questionado se este quesito daria vantagem para a França, Jobim concordou: “Neste sentido, sim”.

A preferência do presidente Lula pelos caças franceses já é conhecida – foi declarada no dia 7 de setembro do ano passado durante uma visita do presidente francês, Nicolas Sarkozy, a Brasília.

Fonte: G1

FAB transfere cinco unidades para a Base Aérea de Campo Grande

FAB transfere cinco unidades para a Base Aérea de Campo Grande




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IAI Heron UAV

Entre as novidades, estão a ida de uma unidade de caça, do Para-SAR, e a criação do primeiro esquadrão de Veículos Aéreos Não-Tripulados da Força Aérea.

A Força Aérea Brasileira anuncia amanhã (25/03) a transferência e criação de cinco unidades para a Base Aérea de Campo Grande.

O anúncio acontecerá durante a solenidade de comemoração do Dia do Especialista de Aeronáutica, que tem início as 10h na própria Base.

Para receber as novas unidades, serão investidos neste ano cerca de R$ 15 milhões.

Será transferido para Campo Grande o 1º/16º Grupo de Aviação, Esquadrão Adelphi, equipado com aeronaves de ataque A-1 AMX, e atualmente sediado na Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro.

O Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento, conhecido como Para-SAR, responsável pelas Operações Especiais na FAB e atualmente sediado na Base Aérea dos Afonsos, além do 4º/1º Grupo de Comunicação e Controle, Esquadrão Mangrulho, sediado na Base Aérea de Santa Maria, também serão transferidos para a base na capital sul-matogrossense.

As principais novidades, porém, ficam por conta de duas novas unidades.

A primeira é delas é a criação do primeiro Esquadrão de VANTs (Veículo Aéreo Não Tripulado) da Força Aérea Brasileira. A outra, é a criação da 2ª CAAD (Companhia de Artilharia Antiaérea de Autodefesa). Atualmente a FAB possui somente a 1ª CAAD, na Base Aérea de Canoas.

  • 1º/16º Grupo de Aviação, Esquadrão Adelphi, equipado com aeronaves de ataque A-1 AMX.
  • Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento, conhecido como Para-SAR, responsável pelas Operações Especiais na FAB.
  • 4º/1º Grupo de Comunicação e Controle, Esquadrão Mangrulho.
  • 1º Esquadrão de VANTs (Veículo Aéreo Não Tripulado) da Força Aérea Brasileira.
  • 2ª CAAD (Companhia de Artilharia Antiaérea de Autodefesa).

Air France e KLM divulgam seus novos horários

Air France e KLM divulgam seus novos horários a partir de abril 2010



São Paulo receberá mais um voo da Air France e mais um voo da KLM.

Apesar da crise econômica mundial, o programa de voos para o verão europeu 2010 do Grupo Air France KLM, que se inicia dia 28 de março, permanece com a oferta praticamente inalterada (-0,3%), se comparada ao mesmo período de 2009.

Os voos de longo curso aparecem com ligeira alta (+0,8%), enquanto os de médio curso terão baixa de 4%.

Novos destinos serão adicionados, como Denpasar (Bali) e Aruba, pela KLM, Abu Dhabi e Bata (Guiné Equatorial), pela Air France, além de Bari (Itália), em code-share com a Alitalia.

Em relação a 2009, o número de rotas de longa distância cresceu 2% e houve uma redução de 4,5% no número de destinos de média distância.

Air France ,Até o final da temporada de verão na Europa, toda a frota de longo percurso da Air France, inclusive aquela utilizada nos voos de e para o Brasil (com exceção dos B777 operando no Caribe e no Oceano Índico, bem como os novos A380 e os B747) estará adaptada com a nova cabine Premium Voyageur.

Classe intermediária entre a econômica e a executiva, ela destina-se a clientes em busca de mais conforto por preços mais acessíveis.

As poltronas dessa nova cabine oferecem 40% a mais de espaço quando comparadas à econômica.

Em termos de Assentos Disponíveis por Quilômetro (ASK), a oferta global da Air France para o verão europeu cairá ligeiramente, comparada a 2009: - 0.9%. Nos voos de longo percurso, a oferta permanece estável (+0,1%). Porém, sem a introdução da Premium Voyageur, a oferta teria aumentado 3,2%. Desde 2009, a Air France é a única companhia europeia a operar o A380.

Inicialmente introduzido nas rotas para Nova York e Johanesburgo, quatro dessas aeronaves estarão em operação até o final do verão europeu. Um novo destino passará a ser atendido pelo superjumbo até o final da estação: Tóquio.

Rede de longo curso (+ 0,1%) - América Latina: Uma frequência adicional para Santiago a partir de setembro; total: seis por semana.

No Brasil, São Paulo continua com 12 voos por semana até setembro, quando mais um voo será adicionado.

Voos para Caracas serão operados com uma aeronave menor (A330-200), mais adaptada à realidade dessa rota. Ásia: Tóquio recebe o A380 no final da temporada, com serviços dois dias por semana (A380 e B777-300).

Até lá, continuam os 27 voos por semana, incluindo sete operados em code-share com a JAL. Índia: voos para Bangalore passam de sete para seis frequências por semana. África: A oferta cresceu 2,9% graças a novas frequências para Bangui, na República Centro-Africana (dois voos/semana), Lomé, no Togo (quatro voos/semana), Pointe Noire, no Congo Brazzaville (quatro voos/semana) e Libreville, no Gabão (cinco voos/semana).

Um novo destino, Bata, na Guiné Equatorial, será servido por dois voos por semana via Malabo, que passará a ter um voo diário. No pico da temporada de verão, voos para Ouagadougou (diário) e Niamey (três voos por semana) serão descontinuados. Voos para Johanesburgo serão operados diariamente pelo A380, ao invés dos 12 voos por semana com B777.

Durante as cinco semanas da Copa do Mundo, a Air France vai operar três voos diários adicionais para este destino. Há uma forte alta na oferta para a rede de médio percurso na África (+ 5%) graças ao aumento do número de voos para Beirute (14 voos por semana operados pela Air France, mais 14 operados em code-share com a MEA).

A partir de 3 de maio, a Air France reabre a rota Paris-Abu Dhabi, com cinco voos por semana, mas os voos para Dubai serão reduzidos de 12 para sete por semana.

Caribe: Havana tem um voo diário operado com B747-400 (uma frequência a mais) e a oferta de assentos para Caiena será aumentada com a utilização do B777-300. Oceano Índico: voos para Reunião foram reduzidos de 10 para nove voos por semana.

América do Norte: mais três frequencias para San Francisco, no período de pico. Atlanta passa a ser servida por três voos diários a partir de Paris.

Rede internacional de médio curso (- 4,7%) - Ajustes na oferta a partir de Paris-Charles de Gaulle continuam, a fim de balancear frequência de voos e tamanho das aeronaves. Dublin terá sete voos por dia ao invés de seis e Atenas diminuirá de cinco para quatro a frequência diária de seus serviços.

A partir de Lyon, Barcelona terá agora três voos diários, Copenhagen passa a receber um voo diário sem conexão em Estrasburgo e a frequência para Amsterdã (três voos diários) e Hamburgo (dois voo por dia) está sendo reduzida.

França e Holanda mantêm os 12 voos diários entre Paris-CDG e Amsterdã Schiphol (seis operados pela Air France e seis pela KLM) e haverá um serviço a mais entre Estrasburgo e Amsterdã (três diários) e Nice e Amsterdã (quatro voos diários).

As opções de voos em parceria com a Alitalia estão sendo adaptadas. Mantêm-se a frequência dos voos entre Paris e Milão, Paris-CDG-Malpensa terá quatro voos operados pela Air France, Paris-CDG-Linate terá três voos operados pela Air France e quatro pela Alitalia e Paris-Orly-Linate receberá dois voos operados pela Alitalia.

Existem doze voos diários entre Paris e Roma, seis operados pela Air France e seis pela Alitalia. O novo destino Paris-CDG-Bari receberá apenas um voo diário operado pela Alitalia.

A partir de Londres, os voos para Estrasburgo, Nice e Paris-CDG foram suspensos e um voo diário a Paris-Orly foi acrescentado ao 5 já existentes.

Acordos foram firmados com Alitalia e Baboo para servir Milão e Genebra. Também foi assinado um acordo com a Tarom para as rotas Bucareste-Lyon e Bucareste-Nice.

Voos domésticos (- 2,2%) - A partir de Paris-CDG, um voo diário para Pau foi suspenso e, a partir de Paris-Orly, os voos para Lannion e Limoges foram interrompidos.

A partir de Lyon, os serviços para Rouen foram interrompidos, uma frequencia foi reduzida para Le Havre e os voos para Estrasburgo foram reduzidos de cinco a três por dia em razão da suspensão dos serviços para Copenhagen.

KLM: Mantendo e otimizando a conectividade com os destinos Europeus ,Operações para Munique, Stuttgart, Estocolmo, Gotemburgo e Edimburgo terão cinco ao invés de quatro voos por dia. Durante o verão, os serviços para Liverpool e Tolouse irão de três para quatro por dia.

A KLM passará a voar diariamente para São Petersburgo.

Com a sua parceira Rossiya, irá então oferecer 12 voos semanais.

A parceria com a Alitalia permanece e aumentará a frequência dos serviços entre Holanda e Itália.

A companhia italiana oferece atualmente cinco voos semanais entre Amsterdã e Turim, que serão mantidos durante o verão 2010.

Crescimento em destinos promissores na Ásia , Os 14 voos semanais entre Amsterdã e Pequim continuam em parceria com a China Southern. A KLM terá 12 voos semanais para Xangai e, a partir de junho, os serviços para Chengdu aumentarão para quatro por semana.

Os sete voos semanais para Hong Kong serão mantidos. As operações de Singapura a Denpasar continuarão com quatro voos semanais durante o verão 2010, assim com os voos para Tóquio. As operações para Seul terão seis voos semanais em Boeing 747.

Mudanças no Oriente Médio - Teerã passará a receber seis voos por semana e Dubai terá sua frequência aumentada para 13 voos semanais, dos quais seis serão operados por aeronaves Airbus 330-200 e sete por Boeings 747.

Reforçando o posicionamento no Atlântico Norte - Nas rotas do Atlântico Norte, a KLM aumentará sua presença em até 1%. O bem sucedido jont venture com a Northwest Airlines foi transformado em uma tríplice parceria envolvendo Air France, KLM e Delta Airlines.

Dessa forma, mais voos serão oferecidos para Atlanta e Nova York (JFK): ambas as cidades receberão três voos diários.

Os serviços aos principais destinos da Northwest Airlines terão suas frequências mantidas: quatro voos diários a Detroit, três a Minneapolis e um a Memphis. O acordo entre KLM e Delta Airlines beneficia os clientes de ambas as companhias, pois aumenta a oferta de destinos a eles oferecidos.

As novas aeronaves Boeing 777-200/300 da KLM voarão a São Francisco e os voos a Seattle pela Delta Airlines terão sua frequência aumentada para dez voos semanais.

Boston receberá dois voos diários operados pelas aeronaves Airbus 330-300 e Boeing 767-300 e Portland agorá terá voos diários.

Reforçando a posição de mercado na África e América do Sul e Central - A KLM mantém a frequência de suas operações em um grande número de destinos, incluindo Cairo, Lagos, Accra, Cidade do Cabo e Johanesburgo.

Devido ao aumento de demanda, será disponibilizado um voo a mais na semana para o Cairo, que passará a receber sete serviços; Entebbe terá cinco e Dar Es Salam receberá sete voos semanais.

Os dois voos semanais para Nairóbi, em parceria com a Kenya Airways, continuarão oferecendo múltiplas opções de conexões a destinos do Leste da África.

A KLM irá operar dois voos semanais para Aruba em combinação com os oferecidos pela Martinair.

Os serviços entre Saint Maarten e Bonair estarão disponíveis durante todo o verão 2010. Paramaribo terá cinco voos semanais pela KLM, estes podem ser aumentados em função de ajuste das demandas.

A KLM irá oferecer cinco voos semanais ao Panamá e inúmeras opções de conexões na América Latina em code-share com a Copa Airlines. Os destinos San Jose, na Costa Rica, e San Pedro Sula e Tegucigalpa, em Honduras, passam a integrar a rede de destinos destas companhias.

As operações para São Paulo serão aumentadas e contarão com serviços diários, em vez de seis vezes na semana.

Ao mesmo tempo, o code-share entre KLM e GOL aumentará a oferta de voos a clientes KLM que desejarem visitar a América do Sul.

Renovação de frota - A KLM continua o processo de renovação de sua frota.

A partir do verão 2010, o Fokker 50, que opera nas rotas regionais, será substituído aos poucos pelo Embraer 190 e novas aeronaves Boeing 737 serão introduzidas nas operações de média distância.

.[Central de Reservas Air France: www.airfrance.com.br | Capitais e regiões metropolitanas: 4003-9955 | Demais localidades: 0800 888 9955. || . Central de Reservas KLM: www.klm.com.br | Capitais e regiões metropolitanas: 4003-1888 | Demais localidades: 0800 888 1888 | Call center do Programa de Fidelidade Flying Blue: 0800 891 8640].








Boeing completa modernização dos CF-18 do Canadá

Boeing completa modernização dos CF-18 Hornet do Canadá

CF-18 Hornet Canadá - fotoForça Aérea Canadense

Entrega da 79ª e última aeronave modernizada foi feita em cerimônia em Miragel, Quebec

A Boeing completou ontem a modernização dos CF-18 Hornet do Canadá.

A última aeronave foi entregue numa cerimônia ao Canada Canadian Department of National em Mirabel, Quebec, na indústria L-3 Communications MAS, que realizou o upgrade.

O trabalho foi realizado em 9 anos, em duas fases.Na fase 1, completado em 2006, foram atualizados os aviônicos, radar, rádio e capacidade de armas.

Na fase 2, foram implementadas as seguintes melhorias:

  • Sistema de Data-link, que permite às forças canadenses a operarem com forças americanas e de outras nações;
  • O capacete Joint Helmet Mounted Cueing System para seleção de alvos;
  • Novos displayes coloridos para aumentar a SA (situational awareness);
  • Um sistema de chaff-e-flare atualizado.

A fase 1 custou US$436 milhões e a Fase 2 US$ 150 milhões. A Boeing projetou as modificações e completou duas aeronaves protótipo. A L-3 Electronic Systems, lacalizada em Halifax, Nova Scotia, realizou as instalações nas 77 aeronaves restantes.


FONTE: Boeing / FOTO: Força Aérea Canadense

Vibrações no 747-8 podem atrasar cronograma

Vibrações no 747-8 podem atrasar cronograma


Um problema de design aerodinâmico com o Boeing 747-8 está causando agitação quando os flaps estão totalmente estendidos e as portas do trem de pouso principal que estão em baixo, ocasionando vibrações.
A Boeing informou que está ciente do problema e que isso não vai afetar o cronograma do programa.
"Esta é a natureza dos testes", disse o porta-voz do 747-8 Tim Bader, "Temos um problema, e vamos fazer os ajustes necessários e resolvê-los."
O problema é chamado de Buffeting, pois , ocorre devido a uma interrupção do fluxo de ar em torno das superfícies do avião

O problema foi notado no primeiro voo do novo jato em fevereiro e foi relatado quarta-feira pelo Flightblogger.
Um problema semelhante aconteceu também com as portas do trem de pouso do 777 testes durante o vôo, em 1994, e foi solucionado através da inserção de placas de metal que redirecionou o fluxo de ar.



Fonte:Aeroblog/ Seattle Times.

Em troca de caças, Saab pode construir fábrica no Brasil

Em troca de caças, Saab pode construir fábrica no Brasil



CEO da empresa, Ake Svensson, diz que Brasil poderá vender aviões de transporte


O CEO da Saab, Ake Svensson, disse nesta quinta-feira (25) em São Paulo que, caso o governo brasileiro opte pelos caças Gripen NG, da Suécia, a empresa pode construir uma fábrica no Brasil.

Svensson diz que a nova instalação, que seria provavelmente localizada em São Bernardo do Campo, poderia fabricar aeronaves e carros.

De acordo com o executivo, a Suécia busca um parceiro e não um cliente. Além da Saab, disputam o contrato para a venda de 36 caças para a FAB (Força Aérea Brasileira) a francesa Dassault, com os caças Rafale, e a norte-americana Boeing, com os F-18 Super Hornet, numa transação que pode chegar a R$ 10 bilhões.

Para Svensson, mais do que transferência, a Suécia oferece uma oportunidade de desenvolvimento conjunto de tecnologia.



- Nossa melhor oferta foi feita.

Oferecemos um pacote completo no qual não estamos apenas colocando um produto no Brasil, mas confiando no Brasil como um parceiro. Temos uma ótima proposta financeira, um produto que supera as necessidades brasileiras e a garantia de apoio do Estado da Suécia. Não podemos ser mais fortes do que isso.

Svensson disse ainda que a Aeronáutica sueca precisa de aviões de transporte, dando a entender que uma escolha brasileira pelos Gripen NG poderia facilitar uma escolha da Suécia por aviões da Embraer.

A parceria poderia resultar ainda, diz Svensson, na venda de aeronaves para a África do Sul, que utiliza os caças suecos Gripen.

Svensson afirmou que o momento atual é ideal para que o Brasil e a Suécia façam um “acordo perfeito”.



Nós queremos casar e ser felizes por muito tempo.

Como um antecedente que conta a favor da parceria, Svensson citou o Sivam (sistema de radares da Amazônia), que foi desenvolvido em conjunto pelos dois países.

Entre as vantagens da aeronave sueca estão seu preço, cerca de metade do Rafale, francês, e a transferência , ou desenvolvimento, conforme Svensson , de tecnologia, uma vez que, dizem os suecos, grande parte das aeronaves seria fabricada no Brasil.

Já como desvantagens pesam o fato de o Gripen NG ter apenas um motor e utilizar componentes que não são fabricados no país, o que poderia resultar em limitações caso o Brasil queira comercializar o produto no futuro.

Svensson participou nesta quinta de um debate sobre interação de alta tecnologia entre o Brasil e a Suécia.

Também presente ao evento, o rei do país europeu, Carl Gustaf, não falou sobre os caças. Amanhã, o rei deve visitar a fábrica da Embraer em São José dos Campos.


FONTE:Poder Aéreo/ R7

invenções inusitadas

Alguns dos esperimentos mais inusitados antes da invenção dos radares ,para detecção de ataques aéreos.









EUA boicotarão Super Tucano se Brasil for de Rafale.

EUA boicotarão Super Tucano se Brasil for de Rafale.




Guerra é guerra.

Notícia em primeira mão. Está batido o martelo pelo Pentágono.

A indústria aeronáutica americana não fornecerá mais os componentes do Super Tucano, caso o caça comprado por Lula seja o Rafale.

Os americanos até aceitam que o escolhido não seja o F-18, mas que, então, o Brasil compre o sueco Gripen, onde eles têm participação importante em componentes.

O Rafale é inaceitável porque o governo brasileiro ainda foi dizer que o F18 estava descartado só porque era americano.

Se Lula teimar e bater pezinho, que resolva o problema da Embraer, que perderá os componentes americanos para os seus Tucanos. Guerra é guerra.

E os americanos conhecem este campo muito melhor que o torneiro mecânico e a sua turma.


Colaborou com a matéria :Comandante Rubens Tavares

Rússia anuncia entrega dos primeiros três Mi-35M ao Brasil

Rússia anuncia entrega dos primeiros três Mi-35M ao Brasil




Mi-35 1

A Rússia entregou o primeiro lote de helicópteros de ataque Mi-35M (Hind E) ao Brasil, segundo o porta-voz da Rosoboronexport. Sergei Svechnikov disse hoje no Chile, na FIDAE 2010, que um total de 12 helicópteros serão entregues sob o contrato assinado em 2008, no valor de US$ 150 milhões.

A versão de exportação do Mi-24 Hind é o Mi-35M, que foi usado extensivamente no Afeganistão. O Mi-24/35 tem uma capacidade única de ataque e de transporte de tropas.

O jornal paulista Valor Econômico informou que os Mi-35 serão usados na região Amazônica, em conjunto com os aviões de vigilância da Embraer.

A região Amazônica, nas fronteiras da Venezuela e da Colômbia, é a localização preferida de narcoterroristas e traficantes de drogas.

Mi-35 2

FONTE: Poder Aereo/RIA Novosti / FOTOS: US Army/Video:Youtube.com

Tu-160 interseptado pela RAF a 20 MN da Inglaterra

Tu-160 chegou a 20 milhas da Inglaterra sem ser incomodado

Tu-160

Um bombardeiro russo Tupolev Tu-160 foi capaz de voar dentro do espaço aéreo britânico, a 90 segundos de vôo da costa da Inglaterra, sem ser detectado pelos radares da RAF a maior parte do tempo, em revelação feita no dia 30 de setembro.

O supersônico ‘Blackjack’ voou completamente despercebido a apenas 20 milhas da costa, em uma das piores violações de segurança aos britânicos, desde o fim da Guerra Fria.

Os radares da RAF eventualmente chegaram a detectar a aeronave, mas os aviões em alerta estavam sendo utilizados em outras funções, por isso não puderam interceptar o intruso.

A embaraçosa violação ocorrida no final do ano passado colocou em xeque as capacidades de defesa da Grã-Bretanha, depois que quatro esquadrões de jatos foram desativados com os cortes no orçamento de Defesa.

Um piloto da RAF disse que “os russos nos fizeram sentir impotentes.

Foi um desastre , que basicamente deu luz verde a eles para voarem onde quiserem.”

O jato supersônico russo decolou da Base Aérea de Engel, perto de Saratov na Rússia, no delta do Volga.
O Ministério da Defesa britânico confirmou a incursão, mas disse que existe uma “abordagem multi-camadas” para dissuadir aviões inimigos.


FONTE: http://www.dailymail.co.uk

Terroristas querem explodir peitos em avião

Terroristas querem explodir peitos em avião


Nova técnica já estaria sendo testada por radicais siliconadas

Vale tudo para embarcar com explosivos no avião.

Até dar uma turbinada no peito de militantes terroristas.




Cirurgiões plásticos do Paquistão já estariam operando suicidas dispostas a colocar um implante cheio de explosivos para arrebentar um avião, dizem especialistas.

Apenas uma pequena quantidade de tetranitrato de pentaeritrina colocado em uma prótese nos seios poderia explodir um avião.

O pior é que é quase impossível detectar este tipo de silicone do eixo do mal nos aeroportos.

Segundo o especialista Joseph Farah, em entrevista ao tabloide britânico The Sun, as mulheres dispostas a dar uma turbinada no visual e a destruir aviões já estão sendo recrutadas pela Al Qaeda.

Os cirurgiões podem também colocar explosivo nas nádegas das militantes.

O serviço de inteligência do Reino Unido já teria interceptado conversas de terroristas no Paquistão e no Iêmen acertando detalhes das cirurgias.

Fonte: R7 - moraisvinna/ Noticias Sobre Aviação

Amelia Earhart é vivida por Hilary Swank nas telas dos cinemas

Hilary Swank encarna pioneira da aviação em 'Amelia'



Longa de Mira Nahir tem ainda Richard Gere e estreia nesta sexta.


Nos anos 1930, Amelia Earhart fez façanhas sobre o Atlântico.



A diretora indiana Mira Nair não esconde em nenhum momento em seu novo filme, "Amelia", o carinho que sente pela personagem que escolheu retratar - a americana Amelia Earhart, uma das pioneiras da aviação mundial e que se tornou uma celebridade em seu país, nos anos 1930, ao quebrar vários recordes no comando de um avião.

Foi comparada, na época, ao pioneiro Charles Lindbergh, celebrado pelo voo solo que fez sobre o Atlântico, em 1927. Façanha que ela repetiu e quis superar com uma volta ao mundo.

A vida de Amelia é repleta de desafios, aventuras, fracassos e realizações, mas Nair preferiu dar maior destaque para sua paixão pela aviação, o combustível que a movia, acima de tudo.

Foi uma boa escolha, pois, graças às proezas de Amelia, muitas mulheres puderam também entrar nesse clube restrito até então aos homens e desenvolver uma carreira.

Hilary Swank ("Menina de ouro") encarna com empenho o papel da aviadora pioneira, dosando de forma correta a teimosia da personagem em assumir riscos, sem que demonstre arrogância aos olhos do espectador.

Não há como não aprovar as escolhas de Amelia, mesmo quando arriscadas e beirando a insanidade, já que o que está em julgamento é a capacidade de uma mulher de aceitar desafios e realizá-los como um homem o faria.

Ela sabia que, se fracassasse, todo seu passado de sucessos seria esquecido e o futuro de muitas mulheres, comprometido.

O filme começa com a viagem ao redor do mundo que ela está prestes a concluir, em 1937.

No comando de um Electra, acompanhada por um navegador alcoólatra, ela parece uma criança feliz sobrevoando as savanas africanas.

Escala no Brasil

O filme não mostra, mas Amelia também passou pelo Brasil, onde fez uma escala em 6 de maio de 1937, em Fortaleza (pagou 800 mil reis, o equivalente a 50 dólares, por uma diária no Excelsior Hotel), e circulou pelas ruas da cidade de calças compridas e camisa xadrez.

O acompanhamento dessa viagem é alternado com cenas do passado, que mostram o início da carreira da aviadora, em 1928, quando se candidatou a cruzar o Atlântico num projeto patrocinado pela socialite americana Amy Phipps Guest, interessada que uma mulher repetisse a façanha de Lindbergh um ano antes.

Esse projeto, coordenado pelo editor e publicitário George Putnam (interpretado por Richard Gere), deslanchou sua carreira e marcou o início de um relacionamento com o próprio Putman, com quem se casou, depois de uma insistência muito grande da parte dele.

Amelia não queria que o casamento interrompesse sua carreira e deixou essa condição clara desde o início.

Para Putman, era doloroso aceitar os longos períodos longe da mulher, temendo que ela não retornasse da última aventura.

O grande mérito de Mira Nair é nunca perder de vista essa relação tão especial entre dois personagens que se amam muito, mas não podem viver juntos.

O encantamento dessa relação é sentido quando estão sozinhos e se falam pelo rádio, ultrapassando a fronteira dos países.

É o preço que têm de pagar pelo respeito à liberdade do outro.


Fonte:G1.com/(Por Luiz Vita, do Cineweb)video:Youtube.com


Israel assina com os EUA acordo de compra de aeronaves

Israel assina com os EUA acordo de compra de aeronaves militares



http://www.jsf.mil/images/gallery/sdd/f35_test/a/sdd_f35testa_037.jpg

Israel e Estados Unidos assinaram um acordo para a compra de aviões militares apesar da crise política relacionada à expansão das colônias judaicas em Jerusalém Oriental, informa a edição digital do jornal Ha’aretz.


Segundo o veículo, na terça-feira, no mesmo momento em que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, estava na Casa Branca com o presidente americano, Barack Obama, o Pentágono e o Ministério da Defesa de Israel selavam o acordo.

http://www.dailyaviator.com/images/2007-07/c-130j-in-trail.jpg


Israel adquirirá três novos aviões C-130J Super Hercules, fabricados pela empresa americana Lockheed Martin, numa compra de US$ 210 milhões.

As aeronaves serão construídas de acordo com as necessidades israelenses em matéria de defesa e incluem um grande número de sistemas fabricados pela indústria militar israelense.

O acordo será financiado com fundos da ajuda externa americana.

O Pentágono emitirá um anúncio formal sobre o mesmo ainda hoje.

Além disso, EUA e Israel ainda não chegaram a um acordo em relação à aquisição de outro avião da empresa Lockheed Martin por parte do Estado judeu.

Seria um F-35, que custa US$ 3 bilhões, mas não se sabe quando o acordo será fechado.

Caso isso venha a ocorrer, Israel poderia receber o avião em 2014, segundo o Ha’aretz.


Fonte:Plano Brasil/Portal Terra-EFE