Boeing vai produzir "avião-helicóptero" para forças armadas dos EUA
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Argentina negocia participação na construção do novo avião
Foto: Divulgação
A Bombardier Aerospace, líder mundial no setor de aviação executiva, apresentou dois novos jatos ao mercado, o Global 7000 e o Global 8000. As novas aeronaves da empresa canadense se enquadram nas categorias de ultralongo alcance, ao lado dos já consagrados modelos Global 5000 e Global XRS.
“A Bombardier tem um histórico de inovação no setor aeronáutico. A empresa investe constantemente no desenvolvimento de produtos,” afirma José Eduardo Brandão, diretor-comercial da OceanAir Táxi Aéreo, representante dos jatos executivos da Bombardier no Brasil.
A família Global é hoje reconhecida mundialmente por levar aos clientes os jatos mais avançados e confortáveis da indústria.
Os jatos Global 7000 e Global 8000 permitirão aos usuários alcançar mais destinos sem escalas, oferecendo níveis inéditos de alcance, performance, flexibilidade e conforto do que qualquer outra aeronave presente no mercado.
Global 7000: Incluindo uma espaçosa cabine com quatro ambientes independentes, esta aeronave estabelece um novo parâmetro para uma nova categoria de jatos executivos de grande porte.
Com um volume de 74.67 metros cúbicos, os passageiros vão aproveitar 20% a mais de espaço do que na cabine do atual líder de mercado na categoria.
A aeronave terá uma velocidade de Mach 0.90 e alcance 13,520 km (7.300 MN) em Mach 0.85*. Isso significa que poderá voar entre Londres-Singapura, Nova York-Dubai ou Pequim-Washington sem escalas com 10 passageiros*.
O começo das operações está agendado para 2016.
Global 8000: Voando mais longe do que qualquer outro jato executivo, o Global 8000 apresenta uma cabine de 63.32 metros cúbicos e um alcance impressionante de 14,631 km (7.900 MN) a Mach 0.85*.. Irá conectar Sydney-Los Angeles, Hong Kong – Nova York e Mumbai – Nova York sem escalas, com 8 passageiros*.
O Global 8000 vai alcançar velocidade de Mach 0.90. O começo das operações está agendado para 2017.
As novas aeronaves da família Global foram equipadas com novas asas transônicas de alta velocidade, desenhada para permitir a melhor eficiência aerodinâmica, combinada com motores GE TechX de 16,500 lbs que apresentam eficiência significativa e redução de emissões de NOx – 50% abaixo da regulamentação do próximo Protocolo de Emissões de Aviação Civil (CAEP-6) da Organização Internacional de Aviação Civil – e 8% acima da eficiência de consumo de combustível quando comparado ao líder de mercado, Global XRS.
Apresentando uma velocidade de Mach 0.90, as aeronaves foram projetadas para superar a performance de todas as outras, conectando mais pares de cidades chave sem escalas através de uma combinação de alcance extraordinário, eficiência no consumo de combustível e uma performance de pista de pista bem equilibrada.
Conforto e Flexibilidade Avançados - Características de cabine comuns nas duas aeronaves incluem: máximo aproveitamento da luz natural através de janelas maiores, que oferecem 80% mais superfície por janela do que os atuais modelos Global; um generoso bagageiro acessível durante o voo; área para descanso da tripulação com assentos flexíveis; cozinha espaçosa com otimização para a preparação e armazenamento de alimentos; uma abordagem inovadora das ambientes de cabine, oferecendo aos clientes mais flexibilidade e escolha na definição da planta, além de opções inovadoras de design que trazem para o ambiente da aeronave os confortos de casa.
As duas aeronaves também vão trazer a versão mais atualizada do deck de aviação Global Vision e a mais avançada capacidade de conectividade de última geração de sistema de gerenciamento de cabine para assegurar os mais altos níveis de conveniência, conforto e controle jamais apresentados em um jato executivo.
Bombardier - Líder de mercado mundial de soluções inovadores de transporte, da aviação comercial e jatos executivos até o transporte ferroviário de equipamentos, sistemas e serviços, a Bombardier Inc. é uma corporação global sediada no Canadá. Sua receita no ano de 2010 foi de $14,9 bilhões e suas ações são negociadas na Toronto Stock Exchange (BBD).
A Bombardier está listada como componente indicador para o Dow Jones Sustainbility World e índices norte-americanos.* Sob certas condições de operação.
Fonte:Portal Fator Brasil/foto:economia.uol.com.br
Um alto funcionário do Ministério do Interior do Iêmen disse à Agência Efe que agentes da Polícia do país foram ao escritório da FedEx na capital do país para efetuar o fechamento após as primeiras investigações sobre os pacotes.
Além disso, explicou que o escritório da UPS também seria fechado, mas não deu detalhes sobre as causas.
Segundo fontes de segurança do aeroporto internacional de Sanaa, as companhias estão em funcionamento, mas receberam indicações de não aceitar pacotes.
As mesmas fontes indicaram que, aparentemente, as bombas foram entregues por duas mulheres e deviam ser enviadas a sinagogas em Chicago, nos Estados Unidos.
Na bomba descoberta em Dubai foi encontrada a mesma substância explosiva utilizada por um cidadão nigeriano vinculado à Al Qaeda, Umar Farouk Abdulmutallab, no atentado fracassado contra um avião em Detroit, também nos EUA, no Natal de 2009.
Aparentemente, Abdulmutallab viajou ao Iêmen entes do ataque para receber treinamento e conseguir o explosivo.
Fonte: EFE /Terra - Foto: Mohammad Huwais/AFP-via desastres Aéreos News
Pelo menos uma das bombas postais enviadas aos Estados Unidos poderia ter explodido e derrubado um avião de carga se não tivesse sido descoberta, disse uma autoridade britânica neste sábado, 30, ao mesmo tempo em que investigadores caçam terroristas no Iêmen.
Os resultados da investigação preliminar britânica faz aumentar a gravidade da conspiração que, segundo os investigadores, traz as marcas da Al-Qaeda.
Investigadores americanos disseram que as bombas postais encontradas nos Emirados Árabes Unidos e na Inglaterra tinham como destino duas sinagogas de Chicago.
A secretária do Interior britânico, Theresa May, disse que o avião que transportava o pacote a partir do Iêmen poderia ter sido um alvo, também.
"Não acreditamos que os perpetradores do ataque teriam sabido a localização do dispositivo quando explodisse", declarou ela. "Neste momento, não temos informação de nenhum outro ataque terrorista iminente".
Um segundo pacote foi descoberto em Dubai, onde explosivos em forma de um pó branco foram achados num cartucho de tinta de impressora, disse nota da polícia.
O dispositivo estava ligado a um circuito elétrico, e um chip de celular encontrava-se escondido na impressora, diz a nota.
Ambas as bombas continham o explosivo industrial PETN, a mesmo produto químico usado na tentativa fracassada de ataque a um avião com destino a Detroit, no Natal.
As bombas tinham sido armadas para serem ativadas por telefone celular e timer, mas investigadores não encontraram nenhum desses dispositivos, disse a deputada americana Jane Harman, membro do comitê de Segurança Interna da Câmara.
Fonte: Associated Press/Estadão-via:Desastres Aéreos News
O financista americano Warren Buffett, que comanda a gestora de ativos Berkshire Hathaway e é dono da terceira maior fortuna do mundo, com US$ 47 bilhões, nunca investiu diretamente no Brasil. Na segunda-feira 18, no entanto, ele fez um movimento que vai injetar cerca de US$ 1 bilhão no caixa de uma grande companhia brasileira: a Embraer.
A fabricante de aeronaves acertou a venda de 125 jatos executivos para a NetJets, operadora de aviões privados e uma das integrantes do portfólio da Berkishire Hathaway Inc.
Trata-se do maior contrato já fechado pela Embraer com um único cliente nesse segmento. As negociações duraram cerca de um ano e foram iniciadas na feira de aviação executiva que acontece anualmente, em outubro, em Atlanta (EUA).
Além disso, representa a afirmação desse modelo de aeronave no maior mercado de aviação executiva do planeta. Essa parceria é um endosso dos nossos jatos executivos, diz Frederico Fleury Curado, presidente da Embraer. E não se trata de nenhum exagero.
A NetJets é a maior potência global da aviação privada, especializada em propriedade compartilhada de aeronaves. Sua frota, composta por cerca de 800 jatos de 13 diferentes modelos, transporta executivos das maiores corporações privadas do mundo.
Cabe, diante desse cenário, uma indagação: o que Buffett, conhecido como o Oráculo de Omaha, enxergou na Embraer?
A NetJets poderia ter comprado modelos da americana Boeing, mas optou pelo jato brasileiro. Ele custa US$ 8,5 milhões, em média, ante os cerca de US$ 12 milhões cobrados pelos concorrentes da Cessna ou Bombardier.
Mais que uma simples transação comercial, o acordo Embraer-NetJets dará origem a uma nova série de aeronaves da família Phenom 300, batizada de Edição Platinum.
Os detalhes técnicos de configuração da cabine e o pacote tecnológico começam a ser definidos a partir deste mês.
O avião transporta até 11 pessoas e foi projetado em parceria com a BMW.
Sai de fábrica com autonomia para percorrer 3,6 mil quilômetros, o equivalente à distância entre São Paulo e Santiago (Chile).
Em um primeiro momento, a encomenda abrangerá 50 aeronaves.
Elas começam a ser entregues a partir de 2013.
A transação teve impacto direto também na cotação dos papéis da Embraer. No pregão da segunda-feira 18, as ações ordinárias subiram 1,88%, fechando em R$ 11,41.
A companhia está se fortalecendo em um filão importante e isso ajuda a reduzir sua dependência do setor de aviação comercial, opina Juliana Vasconcellos, analista da corretora Ágora Invest e especialista em aviação.
Hoje, o principal negócio da Embraer continua sendo a venda de aeronaves de médio porte, como o E190, responsáveis por uma fatia de 61% da receita de R$ 10,8 bilhões obtida em 2009.
Apesar disso, o segmento executivo, que ela passou a explorar com mais força a partir de 2005, vem crescendo de forma contínua. Quase triplicou de tamanho em três anos. Saltando de 5% do faturamento para os atuais 14%.
Para a NetJets é a chance de aprofundar a política de recuperação iniciada com a posse de David Sokol. Ele foi nomeado em agosto de 2009 com a missão de resgatar a NetJets.
E já começa a mostrar resultados.
No período janeiro-março, a empresa fechou com lucro de US$ 57 milhões ante a perda de US$ 96 milhões registrada em igual trimestre de 2009.
Se os resultados têm sido bons para a NetJets, são melhores ainda para a Embraer.
No auge da recente crise econômica mundial, a empresa demitiu 4,2 mil funcionários justamente pela queda nas vendas do mercado de aviação executiva. Agora, definitivamente, deixa isso para trás com Buffett a bordo.
Fonte: Istoé Dinheiro – Rosenildo Gomes Ferreira-via CAVOk
A Boeing Company anunciou hoje que recebeu um contrato de US$247 milhões para começar a Low Rate Initial Production (LRIP) para o helicóptero de ataque AH-64D Apache Block III para o U.S. Army, os Exército dos EUA.
O contrato, assinado pelo governo dos EUA no dia 22 de outubro, cobre a produção de oito helicópteros Apache Block III na configuração Lot 1.
Um Memorando de Decisão de Aquisição assinado pelo Departamento de Defesa no dia 7 de outubro autorizou o programa a entrar na fase LRIP para produzir 51 aeronaves. A primeira entrega na fase LRIP está prevista para outubro de 2011.
“O programa de desenvolvimento para o Apache Block III foi claramente definido e o U.S. Army e a Boeing aestão com sucesso trabalhando juntos para oferecer esse avançado helicóptero de ataque para seus soldados no campo de batalha,” disse o Tenente Coronel Dan Bailey, gerente do produto Apache Block III para o exército.
O atual objetivo de aquisição do Exército dos EUA é para 690 helicópteros AH-64D Apache Block III.
Os helicópteros serão montados, testados em voo e entregues a partir da unidade da Boeing Global Strike em Mesa.
Os principais avanços para os pilotos incluem um melhorado sistema funcionamento do motor 701D, pás do rotor principal feitas de material composto e uma nova caixa de transmissão além de melhorias nas capacidades de comunicação em rede.
fonte:Cavok/Video:Youtube.com
Um dos helicópteros NH90 da Luftwaffe, a Força Aérea Alemã. (Foto: Luftwaffe)
No dia 21 de outubro, o primeiro esquadrão de helicópteros NHIndustries NH-90 da Força Aérea Alemã (Luftwaffe) foi formado na Base Aérea de Holzdorf, próximo a Schönewalde.
A nova unidade, a HSG (Hubschraubergeschwader) 64, é a primeira ala da Luftwaffe totalmente composta por helicópteros compreendendo três seções dedicadas para o transporte aéreo e busca e salvamento (SAR), SAR de combate (CSAR) e treinamento para a transição de pilotos provenientes dos helicópteros UH-1D, os quais o modelo NH90 substituirá.
fonte:Cavok/video:hueyschrauber-via:Youtube.com
O motivo da surpresa: as distâncias informadas credenciariam as empresas aéreas a receber o selo "A", nota máxima, caso já estivesse em vigor a classificação anunciada pelo governo, em março deste ano.
A classificação da distância entre as poltronas dos aviões terá o seguinte padrão: A (mais de 73 cm) até E (menos de 67 cm).
De acordo com levantamento feito pela Folha com as empresas Gol, Avianca e Azul, o espaço entre um assento e outro varia de 86,3 cm a 76,2 cm. Ou seja, elas receberiam a classificação "A".
Também procuradas pela reportagem, as companhias TAM e a Webjet não informaram a distância entre os assentos em suas aeronaves.
À reportagem, a Gol informou que a distância entre um assento e outro depende da aeronave e pode variar entre 76,2 cm e 81,2 cm.
"A classe Comfort de serviços diferenciados, disponível nos voos da Varig para o exterior, oferece mais espaço entre poltronas", afirmou a empresa, em nota.
A Avianca declarou que seus passageiros contam com uma distância de 81,2 cm em seus voos. Na novata Azul, o espaço médio entre as poltronas de seus aviões é de 78,1 cm, mas parte delas fica a 86,3 cm (o maior espaço).
Apesar dos resultados informados pelas empresas, a percepção dos passageiros brasileiros é que o espaço entre as poltronas incomoda. Uma medição feita em 2009 pela ANAC indicou que as principais companhias operavam aviões com distâncias entre 55,7 e 78 cm.
Até março do próximo ano, todas as companhias aéreas brasileiras que têm voos regulares com aviões acima de 20 assentos terão de usar obrigatoriamente a etiqueta de classificação.
Ela vai indicar para os passageiros o espaço na classe econômica em voos domésticos ou internacionais. Se for usada de forma incorreta, a empresa poderá receber advertência e ser autuada, se não corrigir o erro.
A distância entre os assentos foi inicialmente questionada, em 2007, pelo ministro Nelson Jobim (Defesa).
Com 1,90 m de altura, Jobim afirmou na época que tinha "dificuldades para sentar nos voos de qualquer empresa" e pediu regulamentação do assunto ao CONAC (Conselho de Aviação Civil).
Estarão presentes na reunião os diretores da ANAC, Rubens Carlos Vieira (Diretor de Infraestrutura Aeroportuária) e Ricardo Bezerra (Diretor de Regulação Econômica), além de representantes de entidades e associações ligadas ao setor de aviação, que compõem os Comitês Técnicos da Câmara.
Durante o encontro, os Comitês apresentarão sugestões de aperfeiçoamento das Resoluções 113, 115 e 116 da ANAC, de forma a permitir que a Câmara prepare e submeta recomendações à aprovação do Conselho Consultivo da agência, em sua próxima reunião no dia 11 de novembro.
Resoluções da ANAC – As Resoluções 113, 115 e 116 estabelecem critérios e procedimentos para a alocação de áreas aeroportuárias (113), critérios regulatórios quanto à implantação, operação e manutenção do Serviço de Prevenção, Salvamento e Combate a Incêndio em Aeródromos Civis, no âmbito da ANAC (115), e dispõe sobre os serviços auxiliares ao transporte aéreo (116).
Fonte:Portal Fator Brasil
Cabe recurso ao Superior Tribunal Militar (STM).
Outros quatro controladores – João Batista da Silva, Felipe Saltos dos Reis, Lucivando Tibúrcio de Alencar e Leandro José Santos de Barros – foram absolvidos.
Eles haviam sido denunciados pelo Ministério Público Militar (MPM) por negligência e por deixar de observar as normas militares de segurança.
O sargento Santos foi acusado por não informar sobre o desligamento do sinal anticolisão do Legacy e por não informar o oficial que o subsitutiu no controle aéreo sobre a mudança de altitude do jato.
O transponder é um sistema anticolisão que "avisa" os pilotos sobre a proximidade de outra aeronave, para evitar choques em pleno ar.
O advogado do sargento, Roberto Sobral, afirmou que vai recorrer ao plenário do STM e ao Supremo Tribunal Federal (STF), se for necessário. Para Sobral, Santos não teria condições de atuar no controle por não falar inglês, considerando que dois pilotos norte-americanos conduziam o jato Legacy.
Ele acusou a Justiça Militar de impedir a defesa de produzir provas que inocentariam os controladores.
“A condenação é inaceitável. Não foi permitido provar que ele não fala inglês e estava obrigado a sentar em um console para coordenar voo de pilotos estrangeiros. Foi uma falha da seção de pessoal da Aeronáutica. Não só essa, mas um conjunto de falhas que a Aeronáutica tem que reconhecer”, afirmou Sobral. Segundo o advogado, o sargento deve cumprir a pena em liberdade.
Absolvição
A juíza Vera Lúcia da Silva Conceição foi a única a votar pela absolvição de todos os controladores acusados de envolvimento no acidente. Para ela, mesmo que os acusados tenham cometido erros, o acidente teria sido evitado se o transponder do jato Legacy estivesse ligado no momento da colisão com a aeronave da Gol.
“Por mais que os acusados tivessem errado, o acidente não teria ocorrido se o transponder do Legacy estivesse ligado. Por mais que haja condenação, a gente não pode ter esse sentimento de que esse processo vai fazer uma justiça em relação às mortes das 154 pessoas. Os acusados ainda vão levar esse fardo. Isso é inevitável. Não vai haver solução processual que vai dar tranquilidade aos acusados”, disse a juíza.
Mesmo sendo autora da denúncia contra os controladores, a promotora responsável pelo caso, Ione de Souza Cruz, pediu a absolvição dos cinco controladores e afirmou que não há provas de que eles tenham falhado. Segundo ela, uma soma de fatores seria responsável pela queda da aeronave.
“Não há como atribuir a esses homens a responsabilidade penal pelo fato. O importante é saber se podemos dizer com certeza se essas pessoas agiram de forma negligente ou tolerante. Com certeza essas pessoas não foram para lá aquele dia dizendo: eu vou derrubar um avião”, disse.
“Um acidente ali naquela altitude é impensável, não passava pela cabeça deles. Eles internamente carregam uma espécie de culpa. Internamente eles se perguntam: se eu tivesse feito isso ou aquilo essas pessoas talvez não tivessem morrido”, continuou a representante do MP.
No dia 29 de setembro de 2006, um Boeing da Gol que fazia o vôo 1907, de Manaus para Brasília, chocou-se com um jato Legacy que seguia de São José dos Campos (SP) rumo aos Estados Unidos (veja vídeo acima, de quando o acidente estava para completar quatro anos).
O Boeing caiu em uma região de floresta no norte de Mato Grosso.
O acidente deixou 154 mortos – todos passageiros e tripulantes da aeronave.
O Legacy conseguiu pousar em uma base aérea no sul do Pará. Os sete ocupantes do jato sobreviveram. O acidente, que completou 4 anos em setembro, foi o segundo desastre aéreo com mais vítimas ocorrido em solo brasileiro.
A denúncia do MPM afirma que teria havido negligência dos controladores de tráfego aéreo a respeito do plano de voo traçado para o Legacy, principalmente no que se refere à faixa de altitude em que ele deveria permanecer.
fonte:G1.com

A Puma Air Linhas Aéreas participou pela primeira vez da Feira das Américas - ABAV 2010, que aconteceu entre os dias 20 e 22 de outubro, no Rio Centro.
Durante o evento, a companhia aérea apresentou ao público os destinos que atende atualmente, São Paulo (Guarulhos), Macapá (AP) e Belém (PA), e os novos destinos que passará a atender, bem como o primeiro voo internacional da companhia, para Angola, previsto para janeiro de 2011.
A feira foi uma oportunidade para a Puma Air Linhas Aéreas reforçar junto aos agentes de viagens os diferenciais da empresa, como por exemplo os horários de voos mais adequados às necessidades dos passageiros, maior espaço entre as poltronas e serviço de bordo de alta qualidade.
Segundo Gleison Gambogi, presidente da Puma Air Linhas Aéreas, a resposta do trade foi positiva.
“Fomos surpreendidos com o resultado colhido no evento em função da importância que ele representa para o segmento de turismo. Isso contribui em muito para o crescimento da empresa, já que o nosso produto tem sido bem aceito, por causa dos diferenciais que oferecemos no mercado”, disse Gambogi.
fonte:Portal Fator Brasil
O sonho de Ícaro era voar até o Sol, mas a cera das asas construídas pelo personagem da mitologia grega derreteu com o calor do Astro Rei, despencando o sonhador do seu intento.