12/04/2011

50 anos do primeiro voo tripulado

Rússia celebra 50 anos de vôo espacial tripulado de Gagarin

Yuri Gagarin em sua cápsula espacial (Foto - SLP)

Feito de Gagarin lhe rendeu fama mundial e o transformou em herói

A Rússia está celebrando nesta terça-feira os 50 anos do primeiro vôo espacial tripulado por um ser humano, realizado pelo cosmonauta soviético Yuri Gagarin, em 12 de abril de 1961.

Para marcar a data da primeira órbita completa em torno da Terra realizada serão realizadas diversas cerimônias em todo a Rússia.

No Kremlin, haverá uma salva de 50 tiros. O presidente russo, Dmitry Medvedev, disse que o cosmonauta participou de um evento "revolucionário" que mudou o mundo.

Desde a missão epsacial de Gagarin, outros 500 homens e mulheres seguiram os seus passos.



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Do outro lado do Atlântico, a imprensa norte-americana reconhece o feito de Gagarin.

O vôo de 108 minutos de Gagarin lançou o mundo na era de missões espaciais tripuladas e foi um grande golpe de publicidade para a União Soviética, que já havia lançado anteriormente o primeiro satélite artificial, o Sputnik, em 1957.

''Eu era um jovem piloto na Alemanha. Eu pilotava um F-102 em Rammstein, na Alemanha. Naquele ano, estávamos mais concentrados em construir o Muro de Berlim do que em promover a corrida especial'', recorda o americano Charles Duke, que pisou na Lua durante a missão da Apollo 16, em 1972.

''Quando ele voou, minha primeira impressão foi - bem, eles passaram à nossa frente novamente'', afirma o astronauta.

Sergei Khrushchev, filho de Nikita Khrushchev, que era o premiê soviético na época, disse : ''Nós estávamos muito orgulhosos, mas nós não compreendemos o quão importante era. Era mais um vôo, mais uma conquista.''


Após o voo, Gagarin foi elevado a um status de herói nacional na extinta União Soviética.

Mas ele conta que seu pai estava plenamente consciente do significado e promoveu uma celebração na Praça Vermelha após o retorno de Gagarin a Moscou.

''Quando vimos a resposta dos moscovitas, com todo mundo nas ruas, nos topos dos edifícios e nas janelas, eu compararia essa celebração à do Dia da Vitória, de 9 de Maio (o final da Segunda Guerra Mundial para a União Soviética)'', conta Sergei Khrushchev.

Durante o período da Guerra Fria, tais ''primeiras vezes'' eram usadas pela União das Repúblicas Socialistas Soviéticas para afirmar superioridade tecnológica e ideológica.

Missões tripuladas

Mas os responsáveis pelos programas espaciais americano e soviético tinham ambições mais elevadas, que envolviam enviar seres humanos em viagens pelo Sistema Solar.

Antes de lançar missões tripuladas por humanos, eles experimentaram enviando animais para o espaço.

A despeito de falhas notórias, os testes bem sucedidos indicaram que humanos eram capazes de sobreviver aos contratempos de uma viagem espacial.

Russos rendem homenagem a Yuri Gagarin, no Kremlin (AFP)

Cosmonauta recebeu homenagens em toda a Rússia

Yuri Gagarin foi um dos 20 cosmonautas selecionados para o programa espacial soviético, em 1960.

Os candidatos foram submetidos a um regime de treinamento severo, que envolvia longos períodos em câmaras de isolamento.

A lista de 20 aspirantes foi finalmente reduzida para dois: Gagarin e o piloto de teste German Titov.

Yuri Gagarin e outros cosmonautas do programa espacial soviético, em 1960.

Alguns acreditam que a origem humilde de Gagarin contribuiu para que ele fosse o escolhido. Enquanto Titov teve uma criação de classe média, Gagarin era filho de operários. Os líderes soviéticos podem ter encarado isso como uma demonstração de que, sob o comunismo, até mesmo os representantes de famílias mais humildes poderiam ser bem-sucedidos.

Mas outros defendem que o desempenho do cosmonauta durante o processo de seleção foi um fator muito mais importante.

Dianteira

No início de 1961, o astronauta americano Alan Shepard vinha treinando para um vôo sub-orbital em um foguete Mercury-Redstone, previsto para decolar em maio daquele ano.

Os soviéticos não estavam cientes da data do lançamento, mas Sergei Korolev, o cientista-chefe do programa espacial soviético, temia que os Estados Unidos saíssem na frente e pressionou para que o lançamento se desse o quanto antes.

Gagarin, à frente, e Gherman Titov, ao fundo, a caminho do lançamento da Vostok 2, em 6 de agosto de 1961

Na manhã de 12 de abril de 1961, Gagarin, de 27 anos, aguardava para ser lançado ao espaço do alto de uma plataforma de 30 metros na região de Tyuratam, no Cazaquistão, hoje conhecida como o Cosmódromo de Baikonur.

Quando o foguete decolou, às 9h07 do horário local, Gagarin teria dito ''Poyekhali'' ou ''lá vamos nós''.

Com 1,57 metro de altura, Gagarin estava em melhores condições do que muitos para tolerar o aperto de sua cápsula espacial.

Ele se alimentava apertando tubos contendo alimentos líquidos e mantinha os controladores de sua missão a par de seu paradeiro por meio de um rádio de alta frequência e de uma chave de telégrafo.


Lançamento do foguete R-7 com a nave Vostok. Dentro, Yuri Gagarin começava a sentir os efeitos do voo.

Controle

O cosmonauta não tinha, no entanto, qualquer controle sobre a sua nave espacial. ''Ninguém sabia que efeito a gravidade zero teria sobre os astronautas quando eles estavam lá em cima.

Eles estavam preocupados com o risco de que ele pudesse ficar desorientado e inválido, uma vez exposto à ausência de gravidade'', lembra Reginald Turnill, repórter de temas aerospaciais da BBC entre 1958 e 1975.

''Foi decidido desde o início que ele não teria o controle da nave espacial, que o controle seria feito a partir da base''.


Painel de controle da nave Vostok 1.

Mas havia preocupação com o que aconteceria se o controle a partir da base fosse perdido.

Mas Gagarin recebeu um envelope selado contendo códigos que permitiram que ele assumisse o controle da nave espacial com o auxílio de um computador rudimentar que havia a bordo.

Cápsula de Yuri Gagarin (AFP Getty Images)

Incidente com espaçonave por pouco não resultou em tragédia

Só mais tarde veio à tona o fato de que a missão por pouco não foi um desastre. Cabos que ligavam a cápsula da nave espacial ao módulo de serviço não conseguiram se separar antes do reingresso de Gagarin na órbita terrestre.

Por isso, a cápsula de Gagarin acabou sobrecarregada por um módulo extra ao reingressar na atmosfera da Tera.

As temperaturas dentro da cápsula se tornaram perigosamente elevadas, e Gagarin por pouco não perdeu a consciência, após a cabine ter girado violentamente.

''Eu estava dentro de uma nuvem de fogo, me dirigindo para a Terra'', o cosmonauta depois recordou. Foram precisos dez minutos para que os cabos finalmente se soltassem e que o módulo de descida, contendo o passageiro, se libertasse.

Gagarin saltou de pára-quedas antes de sua cápsula atingir o solo, pousando perto do rio Volga.

Placa entregue pela Nasa à União Soviética em 1971, em memória de Yuri Gagarin

Glória

Em seu retorno, o outrora desconhecido piloto foi transformado em uma celebridade mundial.

Monumentos foram erguidos em sua homenagem, ruas foram batizadas com o seu nome em diversas cidades soviéticas.

Gzhatsk, a cidade em que ele passou boa parte de sua infância, foi até mesmo rebatizada como Gagarin.

Nikita Khrushchev abraçou o cosmonauta assim que ele saltou do avião que o trouxe a Moscou. Pouco depois, o líder soviético o compararia a Cristóvão Colombo e lhe concederia o status de herói da União Soviética.


Fonte:BBC Brasil-Por:Paul Rincon-Repórter de Ciências da BBC News/video:

Embraer compra 50% da Atech por R$ 36 milhões

Embraer compra 50% da Atech por R$ 36 milhões


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A Embraer anunciou hoje a compra de 50% do capital da Atech Negócios em Tecnologias, produtora de sistemas de controle de tráfego e de defesa, por R$ 36 milhões.

O negócio, realizado por meio da unidade Embraer Defesa e Segurança, visa o desenvolvimento de produtos e serviços na área de sistemas de comando, controle, computação, comunicações e inteligência (C4I).

A Atech, uma das principais fornecedoras para o Sistema de Vigilância e Proteção da Amazônia (Sivam), fechou 2010 com um faturamento de R$ 50 milhões, o que deve ser duplicado em 2011, conforme comunicado da Embraer.

Criada em dezembro de 2009 a partir da cisão parcial da Fundação Atech, a empresa conta com 200 colaboradores.



http://www.redetec.org.br/inventabrasil/atech2.jpg


A Embraer espera obter sinergias desta aliança e "aumentar a oferta de produtos genuinamente brasileiros para os mercados de defesa e segurança nacional e no exterior."
A transação será submetida à avaliação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Fonte: Estadão-via :moraisvinna

Taiwan realiza exercícios militares com caças pousando em rodovias

Caças pousam em rodovia de Taiwan


Caça de Taiwan


Exercícios militares do governo de Taiwan levaram caças F-16 e Mirage a pousar em uma auto-estrada nesta terça-feira.



A manobra faz parte da rotina anual de treinamento da ilha contra um eventual ataque da China.

O pouso de emergência simula uma situação em que os aeroportos da costa taiwanesa tenham sido paralisados.

Para o exercício, a via expressa Chungshan, próxima à cidade de Tainan, no sul do país, foi limpa e preparada.

Militares dizem que as manobras exigem grande coordenação entre diversas forças militares.

http://sistemadearmas.sites.uol.com.br/ca/pistataiwan.jpg

Manobra simula situação em que aeroportos costeiros são desativados

Dezenas de soldados varreram o asfalto com vassouras, e equipamentos especiais emitiram frequências que afugentaram pássaros para evitar acidentes.

Manobra simula situação em que aeroportos costeiros são desativados

Além dos F-16 e Mirage, também pousaram na rodovia aeronaves fabricadas em Taiwan. Helicópteros militares fizeram manobras de apoio, cobertura e observação.

A China considera Taiwan território chinês, mas a ilha mantém um governo independente e desafia as ameaças do país vizinho.

Acredita-se que a China tenha mais de 1,5 mil mísseis apontados para Taiwan.

Os taiwaneses recentemente afirmaram estar desenvolvendo armas capazes de atingir grandes cidades chinesas.


Fonte:BBC Brasil

Aeroportos x Meio Ambiente: qual a relação mais equilibrada?

Aeroportos x Meio Ambiente: qual a relação mais equilibrada?


Indefinição sobre quem deve fiscalizar os complexos aeroportuários no País pode afetar o crescimento do setor nos próximos anos.

A expansão dos aeroportos brasileiros está, atualmente, na agenda do Governo Federal e dos setores produtivos. Da infraestrutura para receber grandes eventos como a Copa do Mundo de 2014 até a necessidade de ampliar as conexões de negócios entre as capitais e o interior do País, existe o consenso de que o transporte aéreo precisa receber investimentos nos próximos anos. Um obstáculo para esse processo, no entanto, precisa ser superado: a relação entre os complexos aeroportuários e órgãos de fiscalização ambiental, principalmente no que diz respeito a qual ente federativo (União, estados e municípios) tem a prerrogativa de conceder licenças.

O coordenador do Departamento de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Escritório de Advocacia Felsberg e Associados, Fabrício Soler, cita como exemplo a indefinição sobre de quem são as competências para fiscalizar aeroportos em São Paulo. Enquanto Cumbica recebeu licença da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), Congonhas teve a sua autorização ambiental emitida pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo (SVMA). "O Brasil tem legislação em abundância e carece de harmonização entre os instrumentos legais e normativos dos diferentes entes federativos para assim eliminar redundâncias, sobreposições, conflitos conceituais e entraves jurídico-institucionais", afirma.

Para ele, além de superar esse entrave, a solução parte de uma vontade política de capacitar tecnicamente as equipes responsáveis pelos estudos ambientais, recursos privados (parcerias público-privada, as PPPs) e um planejamento setorial de curto, médio e longo prazos. "É uma relação desgastante, em especial, porque grande parte dos aeroportos foi construída há algumas décadas atrás, e estavam operando sem a competente licença ambiental de operação, acarretando, por conseqüência, questionamentos e embates entorno de potenciais impactos negativos provocados por esse tipo de atividade", destaca.

Desafios ? Soler destaca três obstáculos a serem superados em relação a gestão ambiental de aeroportos. O primeiro se refere à emissão de ruído decorrente da operação de aeronaves provocada pela proximidade de bairros residenciais, do crescimento desordenado das cidades e da falta de planejamento político-administrativo. O segundo relaciona-se a implantação de um plano setorial de redução de poluentes e um macro programa de "clean skies" (céus limpos) que envolva o desenvolvimento de bioquerosene de cana-de-açúcar, melhorias em turbinas e design de aviões e elaboração de inventário de emissões de CO2.

"O último desafio está associado ao gerenciamento de resíduos sólidos gerados pelo segmento aéreo, com destaque para as introduções jurídico-ambientais promovidas pela recente Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e da emblemática responsabilização ambiental, nas esferas civil, administrativa e penal", completa.

Polêmica - Este tema polêmico será abordado no Painel "Legislação ambiental brasileira. De quem é a responsabilidade?", que faz parte do 1º Seminário Internacional de Infraestrutura Aeroportuária da América Latina, uma série de debates que acontece simultaneamente à Airport Infra Expo, primeiro evento especialmente voltado para a cadeia de produtos e serviços destinados à operação aeroportuária. A feira reunirá mais de 100 empresas de 18 diferentes países e acontece entre os dias 26 e 28 de abril, das 12 às 20 horas, no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo (SP).

O painel terá como palestrante a diretora nacional de Aeroportos do Governo do Chile, María Isabel Castillo, e como debatedores, além de Fabrício Soler, o secretário Estadual de Meio Ambiente, Bruno Covas; o chefe de Gabinete da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo, Osvaldo Figueiredo Maugeri; e o superintendente de Meio Ambiente da Infraero, Mauro Cauville. Pedro Antônio Masiero, engenheiro da CDN - Serviços de Água e Esgotos SA será responsável pela condução do encontro.

O 1º Seminário Internacional de Infraestrutura Aeroportuária da América Latina está dividido em dois grandes temas abrangendo questões conjunturais e de mercado, com foco nos aspectos mais emergências da realidade do setor no Brasil.

Confira a programação completa no site do evento, em

http://photonics.ga.com/images/click_here_button.gifwww.airportinfraexpo.com.br.

Sator - A Airport Infra Expo é uma iniciativa da Sator, empresa de comunicação e eventos que tem a missão de oferecer soluções empreendedoras, conscientes e transformadoras para organizações e pessoas comprometidas com atitudes que garantam o equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e socioambiental.

A empresa conta com uma ampla experiência na organização de eventos de aviação como a Labace ? Latin American Business Aviation Conference & Exhibition (entre 2007 e 2010), a Feira Nacional de aviação civil (desde 2008) e o Broa Fly-in (2006 a 2008).

.[Airport Infra Expo 2011, de 26 a 28 de abril de 2011 das 12 às 19 horas , no Aeroporto de Congonhas / São Paulo - SP – Brasil| www.airportinfraexpo.com.br / @airportexpo. | Evento Simultâneo: 1º Seminário Internacional de Infraestrutura Aeroportuária da América Latina | 27 e 28 de abril de 2011 das 10 às 19 horas ].



Fonte:Portal Fator Brasil

Press Release from Business Wire : Carmanah Technologies

Press Release from Business Wire : Carmanah Technologies

http://www.greenlaunches.com/2008/11/21/Carmanah%20solar%20aviation%20lights.jpg

Carmanah Technologies (TSX: CMH) (Pink Sheets: CMHXF) em parceria com a ADB Airfiled Solutions anuncia o lançamento de um Kit de Heliporto movido a energia solar, o primeiro sistema de auxílio à navegação e de iluminação de heliporto abrangente, independente e sem fio.

O Kit de Heliporto apresenta os sistemas do motor movidos a energia solar e sem fio, auxílios à navegação visual e tecnologia de iluminação sem fio de aeródromo movida a energia solar da Carmanah.

Sem fio, totalmente autônomo e independente, assim como configurável, o Kit de Heliporto é o sistema ideal de melhoria da segurança total de heliporto para locais remotos onde o acesso à energia da rede seja difícil ou impossível.

O Kit do Heliporto está disponível como um sistema completo de iluminação e produtos de auxílio à navegação ou configurável para os requisitos de missão única do heliporto.

O Kit de Heliporto Carmanah/ ADB é uma solução completa de auxílio à navegação visual e iluminação de heliporto movida à energia solar zonas de aterrissagem e decolagem de heliporto permanente e portátil.

Para heliportos expressos, a portabilidade e facilidade de instalação do Kit de Heliporto são prestadas pelos componentes movidos a energia solar que são instalados dentro de minutos: eliminando a necessidade de escavação, cabeamento ou acesso à energia externa.

Essa flexibilidade para responder rapidamente e eficazmente a situações de emergência marca o Kit de Heliporto ideal para aeroportos comerciais, forças armadas, serviços de emergência médica, bombeiros, hospitais e aplicações da guarda costeira.

O Kit de Heliporto Carmanah/ADB é composto por tudo o que é necessário para melhorar a segurança e a visibilidade de praticamente qualquer tamanho de heliporto em terra, de telhado, marítimo ou remoto, incluindo: luzes de perímetro sem fio a energia solar, luzes de aproximação, balizas de identificação e de obstrução, luzes de inundação, biruta, placas sinalizadoras, controladores portáteis sem fio e todas as peças de montagem e implantação que sejam necessárias ali.

A Carmanah Technologies Corporation e a ADB Airfield Solutions celebraram um acordo de parceria em 2010 para unir forças e experiência em ambos os sistemas de energia solar e iluminação da aviação e das tecnologias de auxílio à navegação visual. Juntas, a Carmanah e a ADB fornecem soluções de heliporto e aeródromo completas, um exemplo direto do que é o novo Kit de Heliporto a Energia Solar Carmanah/ADB. Ted Lattimore, Diretor-Presidente da Carmanah concorda. "O Kit de Heliporto é um exemplo da força combinada da parceria entre a Carmanah e a ADB. Ao reunir os portfólios de produtos movidos a energia solar e de corrente alternada (AC), assim como décadas de experiência no desenvolvimento e fornecimento de sistemas de iluminação de aeródromo, a Carmanah e a ADB estão respondendo às oportunidades que exigem uma solução completa".

O Kit de Heliporto movido a energia solar da Carmanah/ADB está sendo lançado pela primeira vez na Latin American Aero & Defense (LAAD) International Exhibition & Conference on Aerospace & Defense Technology ( Exposição e Conferência Internacional Sobre Tecnologia Aeroespacial E Defesa ) a ser realizada no Rio de Janeiro, Brasil, no dia 12 de abril de 2011. Para obter outras informações sobre o Kit de Heliporto Carmanah/ADB, entre em contato cominfo@carmanah.com.


Sobre a Carmanah Technologies Corporation

Como um dos nomes mais confiáveis em tecnologia solar, a Carmanah ganhou reputação ao fornecer produtos fortes e eficazes para aplicações industriais no mundo todo.

Com funcionamento confiável comprovado pela indústria em alguns dos ambientes mais inóspitos do mundo, os sistemas de energia solar e luzes LED a energia solar fornecem um alternativa de energia durável, confiável e eficaz em termos de custo.

A Carmanah é uma empresa de capital aberto, com ações ordinárias listadas na Bolsa de Toronto sob o símbolo "CMH". Para obter outras informações, visitecarmanah.com.

Sobre a ADB Airfield Solutions

To view the full text, please visit http://www.afp.com/afpcom/pt/content/partners/bsw/tuesday/20110412005242r1

Contact

Investidores: Relações com Investidores: Roland Sartorius, 1-877-722-8877 investors@carmanah.com ou Mídia: Relações Públicas: David Davies, +1-250-382-4332 ddavies@carmanah.com

This material is not an AFP editorial material and AFP shall not bear responsability for the accuracy of its content. In case you have any questions about the content, kindly refer to the contact person mentioned in the text of the release.

End of the Business Wire's Press Release



Fonte:G1

Mercado de aviação civil fica estável na América Latina

Mercado de aviação civil fica estável na América Latina

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh88dfqSZh4HKIe8Cp4MYJDDSQs7il0561qDnaF_7IwBfRRWFQhjid9hDnCpL8BTA_r9m3WEmCg2Bq41yOcpNX556VjMBoQVkDc0yXn_Zb6D4Ja_bXWSlvTInIZk_LaW8y8xQr9WAuiLnw/s1600/up.jpg

O mercado de aviação civil nos países da América Latina e do Caribe permaneceu praticamente estável em fevereiro deste ano comparado com o mesmo mês de 2010.

No período, foram transportados 10,3 milhões de passageiros, resultado 0,1% superior a fevereiro de 2010, segundo dados divulgados hoje pela Associação Latino-americana de Transporte Aéreo (Alta).

Segundo a entidade, a receita por passageiro-quilômetro (RPK) cresceu 1,2% no período.

A taxa de ocupação (load factor), por sua vez, ficou em 74,3%, 0,2 ponto porcentual abaixo do registrado em fevereiro de 2010.

No acumulado dos dois primeiros meses deste ano o segmento cresceu 1,9%, ante o primeiro bimestre de 2010, com o transporte de 22,8 milhões de passageiros.

O RPK acumulado apresentou alta de 2,1% e a capacidade subiu 1,3%. A taxa de ocupação no período ficou em 76,8%, 0,6 ponto porcentual acima de igual período do ano passado.


Fonte:Agencia Estado-via:G1

Brasil assina céus abertos com México e Canadá

Brasil assina céus abertos com México e Canadá

http://www.pogo-direct.co.uk/news/wp-content/uploads/2008/04/jumbo.jpg

Além dos recentes acordos de céus abertos (open skies) com Estados Unidos e União Europeia, foram fechados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) acordos do mesmo tipo com Canadá e México.

Com isso, não há limite à quantidade de voos semanais que podem ser operados entre o Brasil e esses países.

A agência também fechou acordo ampliando a frequência de voos com a Rússia.

No caso do Canadá, inicia-se um regime de liberdade tarifária para voos entre os dois países, além de eliminar as limitações quanto ao número de voos (frequência) permitido de parte a parte.

O novo entendimento entre os países ainda permite o compartilhamento de voos entre empresas dos dois países e ainda com empresas de terceiros países.

Pelo acordo anterior, a capacidade de voos era de sete frequências mistas (passageiros e carga) e mais três de cargueiros semanais e já estava sendo totalmente utilizada pela parte canadense.

Com o México, o acordo exclui aumento de capacidade nos aeroportos de Guarulhos e da Cidade do México, por razões de infraestrutura, mas libera totalmente o número de voos entre as demais cidades brasileiras e mexicanas.

O acordo ainda inclui a possibilidade de arrendamento e intercâmbio de aeronaves entre empresas aéreas de ambas as partes.

Nenhuma empresa aérea nacional opera voos para o Canadá ou o México, hoje com voos diretos apenas da Air Canada e Aeromexico, respectivamente.

Já o acordo Brasil-Rússia ampliou a capacidade de frequências semanais de no máximo três, para sete mistas e outras sete frequências exclusivamente cargueiras, além de incluir o regime de liberdade tarifária.

O acordo permitirá o incremento das ligações aéreas entre Brasil e Rússia, que recentemente concluíram negociações para a eliminação da necessidade de vistos temporários de turismo.

O Brasil tem acordos na modalidade céus abertos, além de EUA e UE, com Bahrein, Canadá, Catar, Chile, Cingapura, Coreia do Sul, Costa Rica, Emirados Árabes, Etiópia, Gana, Hong Kong, Islândia, Jamaica, México, Oman, Quênia e Zimbabue.


Fonte:Panrotas-por:Artur Luiz Andrade

LAAD 2011 destaque para expansão da Eurocopter na América Latina

Expansão da Eurocopter na América Latina, através da Helibras, é destaque na LAAD 2011

http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2011/03/LAAD-2011-head.jpg

Os helicópteros EC725 entregues recentemente para as Forças Armadas, serão destaque durante a mostra no Riocentro.

http://cavok.com.br/blog/wp-contents/uploads/2010/03/eurocopter_ec725_2.jpg

A Helibras e Eurocopter exibirão durante a LAAD Defense & Security 2011, no Riocentro, sete helicópteros da sua gama militar e governamental utilizados pelas forças de segurança no Brasil e no mundo, além de apresentar toda a sua capacitação em armamentos e na modernização de aeronaves de asas rotativas.

Estarão no estande da Helibras (espaço G-30 da área externa), as três primeiras unidades do EC725 entregues às Forças Armadas em 2010, produzidas pela Eurocopter com a participação de técnicos brasileiros, e que a partir de 2012 serão fabricadas no novo centro de excelência que está sendo construído na fábrica da empresa em Itajubá (MG).

A Eurocopter também está participando do evento apresentando uma visão geral de sua linha de produtos, no estande da EADS, holding do Grupo (espaço F46 no Pavilhão 4).

"A Helibras vai se tornar uma pedra fundamental na base industrial mundial da Eurocopter, com todas as habilidades necessárias para a fabricação de helicópteros, a montagem, integração, atualização e suporte", disse o presidente e CEO da Eurocopter, Lutz Bertling. "Nossa presença em posições estratégicas no Brasil é importante para o crescimento da Eurocopter no país e na América Latina, além de assegurar a excelência em suporte e treinamento para operadores de toda a região."

O EC725, um biturbina de 11 tolenadas, é o mais recente membro da família Super Puma/Cougar da Eurocopter que o governo brasileiro contratou, em 2008, para desempenhar missões de transporte e segurança.

A maior parte das 50 unidades contratadas será fabricada pela Helibras em Itajubá, que duplicará sua capacidade de produção bem como o número de funcionários.

Além de produzir o EC725 a Helibras desenvolverá outras atividades industriais, como a fabricação dos chicotes elétricos e a montagem das caixas de velocidade e de outras partes da aeronave.


http://cavok.com.br/blog/wp-contents/uploads/2011/01/20110105_12_helibras_esquilo.jpg

Também será exibido na LAAD 2011 o helicóptero AS550A2 Fennec operado pela Aviação do Exército brasileiro, cuja frota de 36 unidades será modernizada pela Helibras, em um programa que integra novas opções de armamento, novo painel com glass-cockpit, um novo Sistema de Controle de Voo Automático (AFCS, na sigla em inglês) com piloto automático e novos assentos para os pilotos, aperfeiçoados com a inclusão de um reforço para proteção contra choques.

O AS350/AS550 é um helicóptero monoturbina multimissão que entrou em operação na Aviação do Exército brasileiro há mais de duas décadas.

Com o programa de modernização desenvolvido pela Helibras, essas aeronaves continuarão em operação por mais 25 anos.

Além disso, a Helibras vai apresentar na LAAD 2011 um novo painel de instrumentos do AS350/AS550, que incorpora três telas de LCD, desenvolvidas em cooperação com a francesa Sagem e a brasileira Aeroeletrônica.

A Helibras já produziu mais de 400 unidades do AS350 para o mercado latino-americano.

A modernização desse modelo estará disponível para aplicação em toda a frota de AS350 Esquilo em operação no Brasil, que é de aproximadamente 350 aeronaves.

Também será exibido no estande da Helibras o monoturbina EC130 equipado com um kit para transporte aeromédico e um HM-1 Pantera – versão do AS565 Panther operado pelo Exército brasileiro.


http://www.guiamonteverde.com.br/especial/images/006.jpg

A Helibras tem um contrato para a modernização de 34 unidades do HM-1 Pantera da Aviação do Exército, que também ganharão mais 25 anos de vida útil.

A modernização dos Pantera incluiu um novo fenestron com pás assimétricas, novo motor Turbomeca Arriel 2C2 com FADEC (Full Authority Digital Engine Control), novo painel com glass-Cockpit, piloto-automático de 4 eixos e o sistema Pro Line 21 para comunicações via rádio, navegação e monitoramento.

“Com nossa presença muito forte na Latin América Aero & Defense 2011, a Helibras está demonstrando sua capacidade de crescimento para o futuro” explicou Eduardo Marson Ferreria, presidente da empresa.

.[LAAD – Latin América Aero & Defense 2011, de 12 a 15 de abril, das 9h – 19h, no Centro de Convenções Rio Centro, Rio de Janeiro RJ].

Perfil-A Helibras é a única fabricante brasileira de helicópteros. A empresa é associada ao Grupo Eurocopter, maior fornecedor mundial do setor, controlado pela EADS - European Aeronautic Defence and Space Company. Com participação superior a 50% na frota brasileira de helicópteros a turbina, a Helibras está em atividade no Brasil desde 1978 e mantém instalações em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Sua fábrica, que emprega mais de 450 profissionais e tem capacidade de produção de 36 aeronaves por ano, está localizada na cidade de Itajubá (MG), onde são produzidos diversos modelos que atendem aos segmentos civil, governamental e militar.

Desde sua fundação, a Helibras já entregou mais de 500 helicópteros no Brasil, sendo 70% do modelo Esquilo. Em 2010, a empresa teve um faturamento de R$ 395 milhões. [www.helibras.com.br].

Eurocopter e a EADS- Fundado em 1992, o Grupo Eurocopter possui fábricas na França, Alemanha e Espanha e emprega mais de 15.600 profissionais.

Em 2010, a Eurocopter confirmou sua posição de líder na fabricação de helicópteros nos mercados civil e governamental, com um volume de vendas de 4,3 bilhões de euros, referente a helicópteros e serviços e faturamento de 4,8 bilhões de euros – 53% com a entrega de 527 novas aeronaves e 36% de serviços.

Com 49% de participação nos mercados civil e governamental, a Eurocopter está presente em cinco continentes por meio de 27 subsidiárias e empresas afiliadas.

Os produtos do grupo representam 33% da frota mundial de helicópteros. Mais de 11.200 aeronaves da fabricante estão atualmente em operação por cerca de 2.900 clientes em 147 países. [ www.eurocopter.com].

O Grupo EADS é líder mundial nos segmentos aeroespacial, de defesa e serviços relacionados. Em 2009, faturou 42,8 bilhões de Euros e empregou mais de 119 mil pessoas.

Além da Eurocopter, o Grupo inclui a Airbus, a Airbus Military, a EADS Astrium e a divisão Defesa & Segurança. No Brasil, além da Helibras, a EADS está presente através da EADS Brasil, da EADS Secure Networks Brasil e de escritórios de representação da Airbus Military e da Spot Image. Também é acionista da Equatorial Sistemas. [www.eads.com.br].


Fonte:Portal Fator Brasil

ANAC libera ampliação do Aeroporto de Barreiras na Bahia

ANAC libera ampliação do Aeroporto de Barreiras na Bahia

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A empresa selecionada na licitação terá até 30 dias para apresentar projeto.

Principal objetivo é atender a demanda das mercadorias do agronegócio.


Cerca de R$ 30 milhões serão investidos na reforma e ampliação do Aeroporto de Barreiras, a 857 km de Salvador.

As obras foram autorizadas pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), após licitação realizada pelo Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia (Derba) da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra).

A empresa selecionada terá até o fim de junho para entregar o projeto. Alargamento da pista de pouso, ampliação do prédio para abrigar unidade do Corpo de Bombeiros e construção da área de segurança no prolongamento das duas cabeceiras serão as principais prioridades das obras.

Um dos objetivos é que o aeroporto abrigue aeronaves de grande porte, para carga e descarga de mercadorias do agronegócio.


Fonte:G1

Incidente Grave entre A380 da Airbus e Bombardier CRJ700 no JFK

Incidente Grave entre A380 da Airbus e Bombardier CRJ700 no Aeroporto Internacional JFK


Aeroporto de Nova York



Colisão aconteceu por volta de 20h no aeroporto JFK e não deixou feridos.

Um cinegrafista amador capturou o momento em que o maior avião de passageiros do planeta, o modelo A380 da Airbus, arrastou um pequeno Bombardier CRJ700, usado em voos regionais.


O incidente aconteceu por volta de 20h, no Aeroporto John F. Kennedy, em Nova York, nos Estados Unidos.

A aeronave da Air France taxiava para decolar, quando a ponta de sua asa esquerda bateu na cauda da aeronave menor, da ComAir.

De acordo com autoridades aéreas americanas, o "superjumbo" com destino a Paris transportava 510 pessoas, enquanto o Bombardier tinha 66 a bordo.

Ninguém ficou ferido, mas o caso está sendo investigado.


Fonte:BBC Brasil

França encontra cauda de avião da Air France

França encontra cauda de avião da Air France

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A França localizou a cauda do avião da Air France que caiu no oceano Atlântico após decolar do Brasil em 2009, informou o presidente da associação das vítimas do acidente, que deixou 228 mortos. Nessa parte da aeronave estariam localizadas as caixas-pretas.

"Foi localizada a cauda do avião. Todas as caixas-pretas de toda aeronave ficam na cauda do avião", disse à Reuters por telefone o presidente da Associação dos Familiares das Vítimas do Voo 447 da Air France, Nelson Faria Marinho.

A cauda do avião foi localizada, segundo Marinho, na mesma área onde foram encontrados outros destroços da aeronave e corpos no início do mês.

A Força Aérea Brasileira (FAB) informou, por meio de um porta-voz, que ainda buscava confirmação sobre a localização da parte da aeronave que teria sido encontrada e das caixas-pretas junto a autoridades francesas.

O voo 447 da Air France, operado por um Airbus 330-203, caiu no mar, em águas internacionais perto da costa brasileira, quando seguia do Rio de Janeiro para Paris, sem deixar sobreviventes.

Esta é a quarta vez que são realizadas buscas pelas caixas-pretas da aeronave, uma operação que está sendo conduzida usando um veículo de resgate equipado com submarinos não-tripulados.

Marinho participou de reunião com o BEA (órgão de investigações e análises da França), autoridade encarregada da investigação do acidente, em Paris. De acordo com o presidente da associação, a retirada dos destroços deverá ser iniciada em três semanas.

As causas do acidente ainda não foram reveladas, mas um relatório informou ser impossível determinar o motivo claro para a queda do avião sem os dados das caixas-pretas.

Marinho defende que, umas vez resgatadas, as caixas-pretas sejam examinadas em uma país neutro, como os Estados Unidos. Segundo ele, o governo francês pressiona para que elas sejam encaminhadas à França.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou que no caso de acidentes ocorridos em águas internacionais, tratados internacionais determinam que a responsabilidade de investigação das causas cabe ao país de procedência da aeronave, podendo contar com a colaboração de outros países.

"Quem tem que fazer isso é a Franca", disse Jobim a jornalistas durante visita a uma feira de defesa e segurança no Rio de Janeiro. "Vamos cumprir esses acordos".


Fonte:Reuters-Por: (Hugo Bachega, com reportagem de Pedro Fonseca e Eduardo Simões no Rio de Janeiro)/Video:G1.com


05/04/2011

Cortes na Defesa preserva projetos estratégicos

Cortes na Defesa preserva projetos estratégicos

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, define até o fim desta semana o corte de R$ 4,3 bilhões no Orçamento de investimento e custeio do Exército, Marinha e Aeronáutica.

Jobim já decidiu manter os investimentos previstos na lei orçamentária deste ano para os projetos de construção do submarino nuclear, do avião cargueiro KC-390 e de 50 helicópteros EC 725, a serem destinados para as três Forças Armadas.

Em contrapartida, vai cortar a compra de 12 helicópteros russos para a Força Aérea Brasileira (FAB), conforme previa a peça aprovada do Orçamento Geral da União.

Na definição entre o que manter ou cortar, Jobim levou em conta a manutenção de projetos importantes, como o de desenvolvimento de uma indústria nacional de material bélico, e daqueles considerados estratégicos para dotar o país de uma força armada, que permita ao Brasil buscar um espaço internacional comparável à sua crescente estatura econômica, sobretudo após descoberta de um mar de petróleo sob a camada do pré-sal, em 2007.

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Um exemplo do primeiro caso é a fabricação do helicóptero EC-725 Super Cougar pela Helibras, numa parceria com a Eurocopter, líder mundial do setor. “A Helibras não está produzindo sozinha.

As turbinas estão sendo produzidas pela Turbonet, uma empresa com sede no Rio de Janeiro.

A aviônica é parte da Aeroeletrônica, que está em Porto Alegre, por exemplo”, diz Jobim. “Essas empresas são montadoras, há uma enorme capilaridade de fornecedores. Se parar agora, atinge todo um ciclo. Então não faço. Tem que segurar o andamento dessa indústria, que é de alta tecnologia.”

O ministro da Defesa disse que nem mesmo o ritmo inicial de execução desses investimentos – submarino, KC-390 e os helicópteros EC-725 – será reduzido.

O orçamento do ministério previa R$ 1,85 bilhão para o submarino, que está sendo desenvolvido pela Marinha em parceria com a França. Para o projeto KC 390, feito pela Embraer, o orçamento reserva R$ 100,6 milhões.

“Estamos em fase de construção do estaleiro e da base de Itaguaí (RJ)”, disse Jobim, em relação ao submarino. “Na Nuclep, estamos construindo a parte do reator do submarino. Temos 30 engenheiros na França.”

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O KC-390 é um cargueiro com capacidade de transportar 21 toneladas com grande potencial de mercado – a Embraer já dispõe de pelo menos 60 intenções de compra.

O protótipo fica pronto em 2016. Em 2018, estará no mercado. Esse prazo é considerado fundamental, porque em 2018 se encerra o ciclo de vida de 1.500 aviões Hércules no mundo.

“O KC-390 não só substitui o Hércules, como será capaz de pousar em uma pista de 1.300 metros”, diz Jobim. O cargueiro foi desenhado a partir de especificações da FAB, que precisava de uma aeronave para pousar nas pistas curtas da Amazônia.

A aeronave tem asa alta, como o russo Antonov, e é bojudo, assemelhando-se a um sapo.

“Fizemos economia nas compras de equipamentos, e não nos investimentos que envolvem a indústria nacional”, explicou o ministro.

Outro projeto preservado foi o da fabricação do blindado Guarani, de seis rodas, que está sendo feito pela Fiat Iveco.

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O blindado Guarani será uma espécie de sucessor do Urutu.

O carro terá 18 toneladas, motor diesel eletrônico, tração 6×6, capacidade anfíbia, podendo transportar até 11 militares e deslocar-se a uma velocidade de até 100 km/h.

O motor e 60% dos componentes serão de produção nacional. O objetivo é diminuir os custos de produção e manutenção do blindado sobre rodas.

De acordo com Jobim, cada um desses projetos envolve a compra de equipamentos de indústrias nacionais e uma paralisação dos investimentos teria repercussão negativa em cadeia.

Por essa razão, o ministério fez um grande esforço para manter cada um deles em andamento.

O corte da verba para o desenvolvimento do KC-390, por exemplo, chegou a ser anunciado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, quando foi anunciado o aperto fiscal de 2010.

O que a Defesa conseguiu foi manter o volume do corte, mas defini-los de acordo com as prioridades das Forças Armadas e da Estratégia Nacional de Defesa, entre as quais está o desenvolvimento industrial e tecnológico do país. Jobim não quis revelar quais compras foram adiadas e nem onde o corte foi realizado.

“Ainda estamos concluindo o ajuste”, disse o ministro. É certo, no entanto, que foi cancelada a compra de 12 helicópteros da Rússia para a FAB. Aliás, o governo brasileiro tem se queixado da falta de cumprimento de cláusulas contratuais por parte dos russos.

O adiamento da compra do primeiro lote de 34 caças para a FAB não foi considerado no corte, pois, segundo explicou Jobim, o impacto financeiro dessa despesa não ocorreria este ano. “Mesmo que a decisão sobre a compra saia ainda em 2010, vamos levar de 10 a 12 meses apenas para negociar e fechar o contrato”, afirmou.

Esse foi o prazo ocorrido em outras grandes contratações da Defesa, depois de definida a licitação.

O orçamento do Ministério da Defesa para este ano previa gastos totais de R$ 15,1 bilhões.

Desse total, R$ 4,8 bilhões são de despesas obrigatórias, que não podem sofrer cortes.

A chamada “base contingenciável”, que reúne as despesas discricionárias, é, portanto, de R$ 10,3 bilhões.

Com o corte de R$ 4,3 bilhões, essas despesas foram reduzidas para R$ 6 bilhões.

Sem dar detalhes sobre os cortes feitos no ministério, Jobim disse que a orientação foi destinar os recursos para o custeio básico, e mais um pouco para que as coisas continuem no ponto em que estão, o que é chamado de manutenção operativa.

Nesse sentido, o ministro não cortou os recursos necessários para a manutenção dos equipamentos existentes.

Fonte: Valor Econômico

Representante da ANAC apresenta políticas de segurança adotadas na aviação

Representante da ANAC apresenta políticas de segurança adotadas na aviação



Henrique Helms esteve com empresários em Caxias do Sul

O representante da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAc) na Região Sul, que atua como coordenador da Gerência de Vigilância de Operações da Aviação Geral em Porto Alegre, Henrique Helms, foi o palestrante da reunião-almoço da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC) no dia 04 de abril (segunda-feira).

Ele falou sobre a filosofia e política de segurança operacional da Anac, com destaque para as iniciativas de identificação de perigos e gerenciamento de riscos.

Helms divulgou a missão da empresa: “Promover a segurança e a excelência do sistema de aviação civil, de forma a contribuir para o desenvolvimento do País e o bem-estar da sociedade brasileira”. Segundo ele, o gerenciamento de riscos é uma das principais atribuições da Anac.

Entre as medidas, está a implementação da manutenção preventiva, por meio do aperfeiçoamento da tecnologia embarcada e da rede de dados por sistemas digitais, que monitora falhas e problemas comunicação no tráfego aéreo.

Naturalmente as lideranças da CIC e participantes do evento levaram ao conhecimento do palestrante as reivindicações da cidade no que diz respeito ao aeroporto regional Hugo Cantergiani e ao futuro aeroporto internacional da Serra Gaúcha.

Embora não seja da competência de Helms, o representante da Anac na Região Sul se comprometeu de levar adiante as demandas da entidade. Ele comentou que a região é muito rica e certamente precisa da atenção dos governos e empresas.

Sobre o fato de apenas uma empresa aérea operar em Caxias (Gol Linhas Aéreas), Helms pontuou que “quem faz o preço é o mercado”.

De acordo com ele, o aeroporto privado pode ser uma saída para o Brasil, tendo em vista que os principais países possuem aeroportos independentes de governos.

Porém, ele ressaltou que a Infraero continuará existindo, já que alguns aeroportos, embora não sejam prósperos economicamente, são de interesse nacional para facilitar o deslocamento de pessoas e promover o progresso.

O mercado da aviação é um dos que mais cresce no País. Para se ter uma ideia, em 2010, foram transportados no Brasil 150 milhões de passageiros. Visando à formatação, coordenação e supervisão de políticas públicas voltadas para esse setor, o governo federal criou em março a Secretaria Nacional da Aviação (SAC).

A partir de agora, a atividade de aviação civil não está mais subordinada ao Ministério da Defesa. Caberá à Secretaria, que possui status de Ministério, administrar a Agência Nacional da Aviação (Anac) e a Infraero.

O aeroporto regional de Caxias do Sul Hugo Cantergiani possui três voos diários e transporta 15mil passageiros por mês.

Presenças políticas- O secretário de Obras Públicas, Irrigação e Desenvolvimento Urbano do Rio Grande do Sul, Luiz Carlos Busato, esteve presente na reunião-almoço e divulgou novidades sobre a Fundação de Planejamento Metropolitano e Regional do Rio Grande do Sul (Metroplan). “Queremos que a Metroplan deixe de ser um escritório de ônibus para ser um escritório de projetos para a região.

A Metroplan será agente de planejamento e vai colaborar nas lutas pertinentes da cidade, como aeroporto e trem”, destacou.

Fonte:Portal Fator Brasil

Embraer confirma cinco opções de E-Jets para a KLM Cityhopper

Embraer confirma cinco opções de E-Jets para a KLM Cityhopper

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Subsidiária regional da KLM continua o processo de renovação da frota.

São José dos Campos – A Embraer e a KLM Cityhopper, subsidiária regional da KLM, assinaram um contrato para mais cinco jatos Embraer 190, confirmando opções de compra contratadas em agosto de 2007.

O valor total do negócio, referido a preço de lista, é de US$ 214 milhões, com base nas condições econômicas de janeiro de 2011.

O início das entregas destas novas aeronaves está previsto para o primeiro semestre de 2012.

A empresa aérea holandesa ainda possui opções para a compra de outros dois jatos Embraer 190.

“É muito gratificante para nós ver a KLM, uma das companhias aéreas mais admiradas e respeitadas do mundo, continuar expandindo a sua frota de E-Jets”, disse Paulo César de Souza e Silva, vice-presidente executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Comercial.

“Este é o terceiro ano consecutivo que a KLM confirma opções de E-Jets, o que reforça o sucesso desta família de aeronaves na modernização da frota da KLM Cityhopper.”

Atualmente, a KLM Cityhopper opera 17 jatos Embraer 190 em suas rotas regionais na Europa, todas configuradas com 100 assentos em duas classes de serviço. Com esta encomenda, a frota atingirá 22 aviões deste modelo.

“A KLM Cityhopper está muito satisfeita com sua escolha do Embraer 190 para o programa de renovação da frota. Esta decisão foi validada por uma série de ótimos resultados operacionais, que aumentou o lucro em algumas rotas”, disse Boet Kreiken, diretor-geral da KLM Cityhopper. “A retorno do mercado e dos passageiros para estas aeronaves também foi igualmente positivo.”


Fonte:Portal Fator Brasil

Azul pede autorização para novas frequências

Azul pede autorização para novas frequências

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A Azul pediu autorização à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operar em novas frequências entre Rio de Janeiro e Salvador; e Salvador, Recife e Fortaleza.

A companhia também solicitou novas ligações entre Fortaleza e Belém; e Belém e Manaus.

Se as rotas forem aprovadas, os novos voos terão início em 1º de julho.

fonte:Panrotas-reportagem de :Savia Reis

Companhia Southwest encontra problemas em 5 aeronaves

Companhia Southwest encontra problemas em 5 aeronaves

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A companhia Southwest Airlines informou nesta terça-feira que terminou a inspeção em 79 de seus aviões e que encontrou rachaduras na superfície de cinco deles, de acordo com informações da agência de notícias Associated Press. São dois a mais do que havia identificado na tarde de ontem.

A inspeção ocorre depois de um incidente que abriu um buraco de 1,5 metro em um Boeing-737 da Southwest na última sexta-feira nos Estados Unidos.

Ontem, a Agência Nacional de Aviação norte-americana anunciou que vai recomendar as companhias aéreas a testar esses modelos para averiguar possíveis falhas e rachaduras na fuselagem.

Um total de 931 Boeings 737-300 são operados por todas as companhias aéreas do mundo, com 288 nos Estados Unidos, segundo dados da agência norte-americana de aviação, a FAA.

BOEING

A Boeing recomendou às companhias aéreas que utilizam alguns dos modelos 737 com muito tempo de voo que checassem problemas relacionados à fadiga metálica.

As checagens, que deverão se tornar obrigatórias pelo FAA, o órgão de regulação do setor aéreo dos Estados Unidos, são válidas para as versões mais antigas do 737, como o 737-300, que realizaram ao menos 30 mil "ciclos", disse o chefe do projeto de engenharia do 737 clássico da Boeing, Paul Richter, em entrevista à imprensa na terça-feira.

Um ciclo corresponde a uma decolagem e um pouso e é considerado a maior fonte de desgaste na estrutura de um avião por conta de esforços como a pressurização da cabine.

A Southwest disse que o avião realizou mais de 39 mil ciclos. Uma fonte da indústria com conhecimento sobre o boletim da Boeing disse que o total foi maior que a média feita por aviões da mesma idade --cerca de 15 anos.


Southwest Airlines 737-300 (N387SW) Flight 2294 Damaged Fuselage
Damaged section of fuselage skin facing inside the aircraft

A Boeing não acreditava que o modo de operação do avião pela Southwest poderia ter contribuído para o incidente de 1º de abril, disse Richter.

O voo 812 ia de Phoenix a Sacramento, na Califórnia, quanto uma fenda de 1,52 metro foi aberta cerca de 20 minutos após a decolagem.

"A realidade é que eles [Southwest] operam um grande frota de 737s... e certamente a maior frota de 737s clássicos", disse Richter. "É apenas um evento estatístico muito mais do que o modo da Southwest em operar o avião", adicionou.


Fonte:Folha.com/fotos:flightstory

Agência dos EUA ordena inspeção de aeronaves Boeing 737

Agência dos EUA ordena inspeção de aeronaves Boeing 737


A agência norte-americana de aviação, FAA, ordenou nesta terça-feira que as companhias aéreas inspecionem seus aviões 737, da Boeing, com muito tempo de voo por rachaduras na fuselagem.

Companhias que usam as aeronaves 737-300, 400 e 500 com mais de 35 mil "ciclos" --decolagens e pousos-- devem realizar as checagens eletromagnéticas dentro de cinco dias.

A ordem veio em decorrência do pouso forçado no Arizona feito por uma aeronave da Southwest Airlines com um buraco na fuselagem, na semana passada.

A agência também solicita que companhias aéreas examinem seus 737 antes que eles atinjam a marca de 30 mil ciclos.

As inspeções mais urgentes, envolvendo cerca de 80 aeronaves, em sua maioria da Southwest, deve ser repetida a cada 500 ciclos. A Southwest concluiu uma rodada de testes voluntariamente nesta terça-feira.

Fonte:Reuters-(Reportagem de John Crawley)/Video:G1

Wagner Bittencourt para Secretaria de Aviação Civil

A Presidente Dilma Rouseff indica Wagner Bittencourt para Secretaria de Aviação Civil

Wagner Bittencourt (Foto: BNDES/Divulgação)

Novo ministro anunciado pelo Planalto, Wagner
Bittencourt (Foto: BNDES/Divulgação)


Futuro ministro é engenheiro e diretor de Infraestrutura do BNDES.

Secretaria será responsável pela modernização dos aeroportos.

O Palácio do Planalto oficializou nesta terça-feira (5) a indicação do engenheiro Wagner Bittencourt de Oliveira para ministro da Secretaria de Aviação Civil.

Ele ocupava desde 2006 a diretoria de Infraestrutura, Insumos Básicos e Estruturação de Projetos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A Secretaria de Aviação Civil foi criada pela presidente Dilma Rousseff por meio de uma medida provisória editada no dia 18 de março.

O órgão terá a função de modernizar os aeroportos brasileiros e prepará-los para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

Nascido no Rio de Janeiro, Wagner Bittencourt formou-se em engenharia pela PUC-RJ em 1974 e fez carreira no BNDES a partir de 1975.

Como ministro da Secretaria de Aviação Civil, ele vai supervisionar a gestão da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), antes sob o comando do Ministério da Defesa.

Nesta terça à tarde, o novo ministro almoçou com Dilma no Palácio do Planalto, juntamente como presidente do BNDES, Luciano Coutinho. Eles saíram sem falar com a imprensa.

Funções

A Secretaria de Aviação Civil terá como atribuições "formular, coordenar e supervisionar as políticas para o desenvolvimento do setor de aviação civil e das infraestruturas aeroportuárias".

O órgão também poderá transferir à iniciativa privada o direito de explorar os aeroportos.

Um dos objetivos da criação da Secretaria de Aviação Civil é melhorar a estrutura aeroportuária do país e torná-la capaz de atender ao aumento da demanda que será gerado pela Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, eventos que serão realizados no Brasil.

Organograma da Secretaria de Aviação Civil - VALE ESTE (Foto: Editoria de Arte/G1)


Fonte:G1.com-reportagem de : Nathalia Passarinho Do G1, em Brasília

Veja como partes do avião da Air France foram encontradas

Veja como partes do avião da Air France foram encontradas

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Governo francês divulga achado dois anos após acidente.

Relevo do mar aumentam chances para encontrar caixas-pretas do Airbus.




O governo francês encontros partes do avião Airbus da Air France que caiu durante o voo AF 447 em 31 de maio de 2009, matando 228 pessoas. Para achar os destroços, os investigadores utilizam robôs-submarinos de tecnologia norte-americana.

Especialistas afirmam que o relevo plano da região onde os destroços estão aumentam as chances das caixas-pretas da aeronave serem encontradas. As caixas-pretas registram as conversas dos pilotos e os parâmetros do voo.

Foi a quarta expedição atrás dos restos do avião da Air France. Imagens divulgadas pelo governo francês mostram as duas turbinas, o trem de pouso, parte de uma asa e de uma fuselagem do avião.

As fotos foram tiradas pelo Remus 6000, um submarino-robô que chegou a dez metros de distância dos destroços.

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Os restos do avião foram encontrados a 3.900 metros de profundidade no Oceano Atlântico, em uma área relativamente plana - o que pode facilitar outras buscas.

As imagens mostram que os destroços encontrados estão em uma área com 600 metros de extensão.


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O chefe das investigações francês também revelou que corpos foram encontrados.

Quando jornalistas pediram mais detalhes, uma ministra do país interrompeu a coletiva que anunciou a descoberta dos destroços - em respeito aos familiares das vítimas.

Para os especialistas em oceanografia, o avião caiu exatamente na região onde agora foi encontrado. Nessa região, as correntes marinhas profundas são lentas - demoram até 500 anos para dar uma volta no planeta.

Tecnologia antiga


http://www.mod.uk/NR/rdonlyres/096E4039-A9DA-4F21-9171-BD2CF52452DE/0/20070917Remus_Hanging800x500.jpg


A tecnologia de varredura usada pelo Remus 6000 não é nova. É usada rotineiramente pela indústria do petróleo e para a confecção de mapas submarinos.

Desde a Guerra Fria, russos e norte-americanos já usavam veículos submarinos para pesquisar o fundo do mar. São máquinas com autonomia tanto de energia como de operação.

Ettore Barros, professor de robótica da USP, explica que veículos para rastrear o fundo do mar usam coordenadas dadas pelos especialistas para executar manobras com um sistema automático de navegação.- sem intervenção do homem.

Durante a operação, é possível registrar fotos da região investigada. As imagens são produzidas por meio de um sonar emitido pelo Remus 6000. Para Paulo Sumida, professor de oceanografia da USP, os franceses teriam tecnologia suficiente para desenvolver rastreadores, sem precisar recorrer à tecnologia norte-americana.

Até o começo de abril de 2011, foram encontrados apenas 50 dos 228 corpos dos passageiros que estavam a bordo do voo AF 447. Parentes das vítimas brasileiras ainda não foram oficialmente comunicados sobre a localização de novos corpos.


Fonte: G1/fotos:keypublishing;yubanet;christinenegroni;inothernews