Novas Tecnologias ,Software Reduz os riscos das decolagens
Boeing 777-32W/ER da TAM, aeronave de matrícula PT-MUA.
Novo software de aviação diminui sustos na decolagem
A agência federal que regula a segurança aérea nos Estados Unidos autorizou a instalação de um novo software em Boeings 777, que deve evitar que os jatos ultrapassem o fim das pistas no momento das decolagens. A medida deve ter impacto sobre mais de 800 aviões.
Como parte de uma norma de segurança divulgada nesta terça-feira, a Agência de Aviação Civil dos Estados Unidos (FAA, pela sigla em inglês), ordenou o conserto para evitar problemas quando os pilotos automáticos repentinamente se desligam no momento em que os Boeings 777 estão em alta velocidade, pouco antes de decolar.
A permissão foi dada após dois incidentes envolvendo Boeings 777 em janeiro, quando os pilotos inadvertidamente ligaram os pilotos automáticos antes de começar a decolagem.
Mas quando os pilotos automáticos se desligaram automaticamente, as tripulações dos jatos foram forçadas a abortar as decolagens, o que aconteceu em velocidades altas e perigosas para tais manobras.
Desde 1995, a FAA e a Boeing identificaram um total de nove incidentes semelhantes.
A Boeing e a FAA disseram que assim que a ordem foi aceita por agências reguladoras estrangeiras, mais de 800 aviões serão afetados em todo o mundo.
Cerca de 150 operam nos Estados Unidos. Um porta-voz da Boeing disse que desde 1995, quando começaram a operar os Boeings 777, os aviões acumularam um total de 4,8 milhões de voos sem quaisquer ferimentos ou acidentes atribuídos a seus pilotos automáticos.
A diretriz da FAA também pede algumas mudanças no software para assegurar que o Boeing 777 tenha inclinação suficiente para evitar obstáculos em caso de uma das turbinas falhar no momento da decolagem.
Se os pilotos automáticos não forem modificados, segundo a FAA, podem ocorrer novas interrupções de decolagens, o que ocorre precisamente no instante em que as rodas dianteiras do Boeing 777 saem da pista. É particularmente difícil para os pilotos diminuírem a velocidade nesse momento.
Segundo o documento da FAA, as consequências incluem "possível saída da pista". As informações são da Dow Jones. Fonte: Agencia Estado/ Foto: Royal S King - Via Clear Sky
ANAC Cria Selo de qualidade para certificar espaço entre poltronas
Selo dimensional da ANAC
A ANAC se inspirou na etiqueta de eficiência energética do Inmetro para criar o selo dimensional dasaeronavescomerciais que operam no Brasil. A ideia do órgão é deixar clara a informaçãosobre o espaço das poltronas que as companhias aéreas oferecem no país.
O formato da etiqueta da ANAC é parecido com a do Inmetro: classifica o espaço entre as fileiras em cinco notas, de A a E. A faixa A é maior com mais de 73 cm; a B, de 71 cm a 73 cm, a C, de 69 cm a 71 cm, D, de 67 cm a 69 cm, e E, com menos de 67 cm.
A ANAC chegou à esses números após pesquisar 5,3 mil passageiros e constatando que as medidas glúteo-joelho do brasileirovariam de 55 cm a 65 cm. As companhias terão até setembro de 2010 para afixar a etiqueta em determinados lugares no avião e no bilhete.
A atual legislação brasileira impede que grupos estrangeiros tenham participação significativa em companhias aéreas nacionais, mas um projeto de lei que tramita no Senado pretende mudar isso.
Hoje esse limite está em apenas 20% e deve subir para 49% caso os senadores aprovem o referido projeto. Se isso ocorrer, umas das companhias que pretende utilizar esse expediente é a Webjet.
A companhia aérea administrada por Guilherme Paulus, o fundador da CVC, maior agência de turismo do Brasil, já negocia com a irlandesa Ryanair, uma das primeiras companhias low-cost do mundo. A ideia é vender a participação máxima da Webjet para a Ryanair a fim de ganhar escala e receber investimentos.
Hoje, a Webjet opera com 20 aeronaves737-300, mas não pretende ampliar a frota este ano, apesar da estreia na ponte aérea Rio-São Paulo.
A Alemanha Ocidental conduziu durante os anos 1980, um programa altamente secreto de um caça “stealth”, pela Messerschmitt-Bölkow-Blohm (MBB). O programa, conhecido como Lampyridae (Vaga-Lume) ou Medium Range Missile Fighter (MRMF), durou de 1981 a 1987, e foi feito a pedido da Luftwaffe.
O trabalho levou à produção de um modelo com ¾ do tamanho final, que chegou a ser pilotado em túnel de vento.
O ex-líder do projeto, Dr Gerhard Löbert, diz que o design facetado da aeronave muito provavelmente tinha uma RCS menor do que a do avião de ataque americano F-117 Nighthawk, embora esse tivesse mais que o dobro de superfícies facetadas.
Os testes de túnel de vento começaram com um modelo na escala 1:3.5, para baixas velocidades, e um na escala 1:20, para testes transônicos. De acordo com Löbert, os ensaios demonstraram a alta qualidade das propriedades aerodinâmicas do projeto, apesar das desvantagens do design poliédrico da aeronave.
O modelo em escala ¾, com 12m de comprimento e 6m de largura, voou 15 vezes em 1987, no túnel de vento alemão-holandês de Emmeloord. Ciclos completos de voo foram realizados na seção de 9,5m² do túnel, com a aeronave voando a 120 nós (220 km/h) e fazendo movimentos de pequena amplitude em todos os eixos.
O projeto tinha em mente que os caças do futuro deveriam ser menores e mais baratos, para serem mais eficientes em combates de médias distâncias e evitarem os “dogfights”.
Os engenheiros desenvolveram uma configuração cuja RCS frontal na banda X tinha uma redução de 20-30dB, em comparação com um caça convencional.
A MBB, assim como a Lockheed, usou uma célula poliédrica, evitando ângulos retos e superfícies curvas, produzindo sustentação por um sistema de geração de vórtices nas suas bordas afiladas.
Em paralelo ao design poliédrico, a MBB desenvolveu um sistema computacional para calcular a RCS e comparar o desempenho do Lampyridae com os dados conhecidos do F-117.
A RCS foi testada num modelo em escala real, com 16m de comprimento. Embora os dados sejam classificados, diz-se que as metas foram atingidas.
Os alemães gastaram 9 milhões de marcos (US$ 4,5 milhões) no projeto, que foi cancelado em 1987, depois que militares americanos descobriram a existência do avião e irritados ordenaram seu cancelamento.
Sabe-se que muitas dados de pesquisa alcançados com o Lampyridae foram usados em outros projetos, como Eurofighter Typhoon, o EADS MAKO e outras armas.
O modelo de ensaios de aerodinâmica do Lampyridae encontra-se no museu F-104.
Nas imagens, pode-se ver as duas versões diferentes de canopy propostos para o Lampyridae, um facetado e outro em bolha.
Não é fácil para um veterano de guerra narrar suas histórias. Mesmo que o tempo separe o presente dos acontecimentos vividos em quase duas décadas a dor e o sofrimento permanecem.
Para o americano Mike Durant não é diferente. Mas no seu caso a tragédia pessoal ganhou fama pelo mundo através dos cinemas. Sua maior e mais trágica experiência de vida foi narrada no filme “Black Hawk down” (Falcão Negro abatido – Columbia Pictures 2001).
Durant hoje está na reserva, mas continua contando suas histórias para plateias sempre interessadas em ouvi-lo. Na última sexta-feira não foi diferente. No complexo Redstone Arsenal (Alabama) do Exército dos EUA, o subtenente da reserva Mike Durantdeu a sua versão dos fatos.
A batalha de Mogadício
No início de outubro de 1993 uma força composta por elementos do Exército , Marinha e Força Aérea dos EUA foi enviada ao centro de Mogadíscio, da capital da Somália, para capturar o General Muhammed Farah Aideed, líder de uma das facções políticas que estava em luta na Somália.
No decorrer da ação um helicóptero MH-60 Black Hawk, “Super 61” na fonia, que estava dando cobertura foi atingido por um RPG e caiu a três quarteirões da área do alvo. Logo após a tentativa de resgate dos sobreviventes do Super 61, outros dois MH-60 foram atingidos, sendo que um deles conseguiu retornar para base. O “Super 64”, pilotado pelo subtenente Michael Durant, caiu a cerca de 1.5 Km do “Super 61”.
A multidão foi para o local, e a despeito da heróica defesa, matou todos os tripulantes com exceção de Durant, que foi pego como refém. Durante o seu tempo de prisioneiro, Durant conheceu os 11 dias mais longos e penosos de sua vida.
Em 14 de outubro de 1993, depois de intensas negociações, Aideed libertou Durant, piloto e único sobrevivente da queda do “Super 64” e um soldado nigeriano das forças da ONU, capturado anteriormente, como um gesto de “boa vontade”.
A narrativa pessoal
Depois de 17 anos Durant dividiu com os ouvintes de Redstone a “experiência que mudou a sua vida”.
“Foi um ato de boa vontade da nossa parte”, disse o subtenente. “Não havia petróleo. Não havia interesse estratégico. Mas haviam pessoas sofrendo, muitas pessoas”. Era sim uma missão de paz da ONU. A operação” Restore Hope” tinha como objetivo trazer estabilidade ao país para que a ajuda humanitária pudesse chegar.
No outono de 1993 as forças militares dos EUA obtiveram sucesso no estabelecimento de uma certa estabilidade à capital Mogadíscio. Mas no início de outubro a situação mudou. “74 soldados foram atingidos, cinco Black Hawk derrubados, 18 homens mortos e eu caí nas mãos do inimigo.” completou Durant.
Seu helicóptero foi atingido por um RPG no rotor de cauda a baixa altura e acabou colidindo com o solo. Ele e a sua tripulação de três homens sobreviveram à queda. Durant ficou inconciente e os demais ficaram bastante feridos. Dois franco-atiradores do Força Delta voluntariaram-se para defender a posição do helicóptero abatido. O número de rebeldes era muito grande e em um deteminado momento a munição acabou. Todo o grupo foi morto, com exceção de Durant.
“Quando retomei a consciência, tinha um ferimento nas costas, uma perna quebrada e alguns ossos da face também quebrados. “Meus ferimentos me levariam à morte em 35 ou 40 dias”.
Sua libertação ocorreu depois de 11 dias de cativeiro, sendo enviado para um hospital nos EUA para tratamento médico. “Percebi que haviam partes físicas e psicológicas a serem recuperadas”.
“O Exército iria me ‘groundear’. Não me deixariam voar mais. Quando dizem a você que você não será mais capaz de fazer aquilo que você quer mais acima de qualquer outra coisa, você não aceita. Queremos lutar contra esta situação”.
“Eu era um piloto lutando para ter de volta a parte da minha vida e minha identidade.”
Durant estava determinado a provar que a decisão do Exército não era a mais correta e que sua forma física estava intacta. Somente 11 meses após deixar o gesso, o subtenente foi participar da prova de maratona dos Fuzileiros Navais.
“Eu quase me qualifiquei para a Maratona de Boston”, disse Durant após cruzar a linha de chegada com o tempo de 3:37h. “Mas a autoridade que iria me dar baixa não poderia dizer ‘não’ ao meu desejo de continuar servindo. Depois da corrida ele me manteve na força e eu voei por mais cinco anos”.
Depois de dar um jeito nas questões físicas e profissionais, Durant levou um bom tempo até se recuperar dos danos psicológicos. “Se eu começar a falar da Somália vou chorar”, disse. “Perdi minha tripulação. Metade do meu pelotão também desapareceu. É algo difícil de comentar”.
Seu lado espiritual foi rejuvenescido. “Orei mais naqueles 11 dias do que toda a minha vida. E por tudo o que Ele fez por mim , Ele não pediu nada em troca”. “Sinto-me abençoado. Me sinto melhor hoje sobre quem eu sou e sobre as coisas que aconteceram 17 anos atrás”.
Baseado nas suas experiências de vida Durant escreveu dois livros: “In the Company of Heroes” e “The Night Stalkers.” Suas narrativas formaram a base do roteiro do filme “Black Hawk Down.”
A Boeing revelou imagens do seu ‘NewGen Tanker’, para atender aos requisitos do Programa KC-X da USAF. A nova aeronave usará um “boom” de reabastecimento controlado por “fly-by-wire” de capacidade maior e terá winglets mas pontas das asas para economizar 4% de combustível.
O NewGen Tanker será baseado no Boeing 767 e vai incorporar tecnologias do Boeing 787 Dreamliner. Ele concorrerá com o Airbus A330 na disputa.
A Boeing diz que o B767 queima 24% menos de combustível que o Airbus e que o NewGen Tanker economizará US$ 10 bilhões de combustível em 40 anos de operação.
As novas winglets, as pequenas extensões na ponta das asas, melhoram a performance do jato reduzindo o arrasto. Dados de testes de voo revelam que as winglets reduziram o consumo e as emissões de dióxido de carbono em 4,4% no 767.
Elas também melhoram a performance na decolagem, ajudando a reduzir as emissões e o ruído.
Câmara aprova poder de polícia para Forças Armadas nas fronteiras
Projeto segue para análise do Senado Federal.
Proposta amplia poder do ministro da Defesa.
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (9) um projeto que dá poder de polícia para as Forças Armadas nas regiões de fronteiras.
Os deputados incluíram na proposta que o poder de polícia para Exército, Marinha e Aeronáutica vale também em áreas com finalidades específicas, como reservas indígenas. O projeto segue agora para o Senado Federal.
A proposta de dar poder de polícia para as Forças Armadas nas regiões de fronteiras foi enviada pelo Executivo em dezembro do ano passado.
Pelo texto, será permitido às Forças Armadas nestas áreas fazer patrulhamento, revista de pessoas, veículos, embarcações e aeronaves e prisões em flagrante. Estas atividades são permitidas tanto nas fronteiras terrestres quanto nas marítimas.
No plenário da Câmara, os deputados aprovaram uma emenda de Antonio Carlos Pannunzio (PSDB-SP) enfatizando que este poder independe da “posse, propriedade ou finalidade” da terra. Com isso, Pannunzio acredita estar autorizado o patrulhamento pelas Forças Armadas das terras indígenas.
O projeto faz outras reestruturações na estrutura nacional de Defesa do país e aumenta o poder do ministro da Defesa. Caberá a ele e não mais ao presidente da República a indicação dos comandantes do Exército, da Aeronáutica e da Marinha.
Este foi o único projeto votado nesta noite. A polêmica decisão sobre a liberação dos bingos ficou para ser discutida na quarta-feira (10). O líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), defende a aprovação argumentando que é no jogo ilegal que se realizam crimes como lavagem de dinheiro e corrupção policial.
Também para quarta-feira está previsto o embate final sobre os royalties do petróleo dentro do projeto que trata da mudança do modelo de exploração de concessão para partilha na camada pré-sal.
Fonte: moraisvinna/Eduardo Bresciani (G1) - Via Noticias sobre Aviação
Helicópteros de Brasil se suman a acciones humanitarias
Las aeronaves realizaron una travesía por territorio argentino y cruzaron Los Andes con recursos extras de oxígeno.
A las 18:30 horas del jueves arribaron a la losa del aeropuerto Carriel Sur, asiento de la Guarnición Aérea de Concepción, dos helicópteros Black Hawk de la Fuerza Aérea de Brasil, FAB, al mando del Mayor Newton Zanchatti, con un contingente de 17 personas y material de primeros auxilios.
Las tripulaciones y efectivos de la FAB se sumaron a las acciones que desarrollan las fuerzas armadas chilenas para ir en ayuda de las víctimas y damnificados por la catástrofe que afectó a la zona centro sur del país. Las aeronaves realizaron una travesía por territorio argentino y cruzaron Los Andes con recursos extras de oxígeno.
Para el Teniente de la Fuerza Aérea Brasilera Bruno Roque, participar de esta misión “es muy importante, ya que es el momento de mostrar el sentimiento de fraternidad que nos une como naciones hermanas”.
En tanto, el jueves se realizaron dos evacuaciones aeromédicas para el traslado desde Curanilahue hasta Concepción de tres personas que sufrieron un accidente carretero en la zona devastada por el terremoto y posterior tsunami.
El jueves también se registró una visita de la Presidenta de la República, Michelle Bachelet a la zona afectada a bordo de un avión Casa 212, en que se trasladó a Talca y Concepción. En la oportunidad, la Mandataria resaltó la labor de las Fuerzas Armadas y enfatizó el trabajo del Personal y Pilotos quienes son los encargados de “repartir la ayuda humanitaria a los sectores en que no hay un acceso por tierra”.
En las últimas jornadas la FACh realizó labores de entrega de ayuda humanitaria a las localidades de Santa Juana, Arauco, Lota y de reconocimiento a la Isla Santa María./pma
Lembram da tentativa de ataque com bomba no natal passado, que foi frustrada pelos passageiros e gerou mais uma onda de medo aéreo nos EUA? E se a bomba tivesse sido acionada, o estrago seria grande? Um teste foi feito, e o resultado é melhor que o esperado.
A BBC encomendou um teste em um velho e aposentado 747, colocando uma bomba igual na mesma posição do terrorista da cueca.
Como você pode ver pelo vídeo, a flexibilidade da parte externa da fuselagem permitiu ao impacto ser absorvido. Se a bomba tivesse mesmo explodido, o avião provavelmente continuaria operacional, plenamente capaz de voar e aterrisar novamente.
O teste foi feito em terra, e muitos leitores da BBC questionaram se isso não invalidaria o resultado, visto que as condições de pressão interna e externa são muito diferentes quando o avião está no ar, mas a equipe de teste emitiu um comunicado explicando que, pela baixa altitude do avião na hora da tentativa de explosão, e pela posição da bomba (longe das portas), a pressão não seria um elemento a se considerar.
É claro que o dano interno causado pela bomba seria grande, colocando em risco a vida de vários passageiros. Mas é bom saber que o velho 747 poderia aguentar um abuso como esse.
A Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) apresentará em Mumbai, na Índia, um modelo de seu jato executivo Legacy 500.
A representação em tamanho real da aeronave estará em exposição no Hotel Grand Hyatt Mumbai, de 15 a 18 de março. Segundo a fabricante de aeronaves, esta escala é parte da turnê mundial para promover o jato da Embraer da categoria de médio porte e ocorre após exibição no Singapore Airshow, no mês passado.
"A companhia continua dedicando-se ao mercado indiano, não apenas promovendo produtos, mas concentrando-se na implantação de uma abrangente rede de suporte para garantir a confiabilidade de suas aeronaves em toda a região", diz a empresa, em nota.
Os trabalhos de desenvolvimento do Legacy 500 estão em andamento nas instalações da Embraer e de fornecedores. O primeiro voo da aeronave está programado para o segundo semestre de 2011.
O Legacy 500 levará até 12 passageiros. É projetado para ter alcance de 5.560 quilômetros (3 mil milhas náuticas) com quatro passageiros ou 5.190 quilômetros (2,8 mil milhas náuticas) com oito passageiros.
Os projetos do Legacy 450 e Legacy 500, das categorias milight e midsize, foram apresentados em setembro de 2007, durante o 60º Congresso & Convenção Anual da Associação Nacional de Aviação Executiva (NBAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos.
Os programas de desenvolvimento foram aprovados formalmente pelo conselho de administração da Embraer seis meses depois e os nomes comerciais anunciados em cerimônia de lançamento realizada na Convenção e Exposição Europeia de Aviação Executiva (EEBACE), em maio de 2008 em Genebra, na Suíça.
México
Em uma segunda nota à imprensa, a Embraer informou que comparecerá à maior exposição de aviação executiva do México, que será realizada de amanhã a 12 de março.
A Exposição de Aviação Executiva Mexicana (MBAE) acontecerá no Aeroporto Internacional de Querétaro (QRO), a 260 quilômetros da Cidade do México.
O Phenom 100, da categoria entry level, e o Legacy 600, da categoria super midsize, estarão na exposição estática. Em conferência de imprensa marcada para o primeiro dia do evento, a fabricante brasileira apresentará toda a sua linha de jatos executivos, que também inclui o Phenom 300, Legacy 450, Legacy 500, Legacy 650 e Lineage 1000, das categorias light, midlight, midsize, large e ultra-large, respectivamente.
Azul consegue SLOTS em Congonhas e já visualiza SLOTS no Galeão
Depois de conseguir junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) o direito de utilizar oito slots - horários de pousos e decolagens - no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, a companhia aérea Azul afirmou nesta segunda-feira que na verdade seu alvo é outro: o Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, no Rio de Janeiro.
Segundo o diretor de Relações Institucionais da empresa, Adalberto Febeliano, a possibilidade de realizar seis voos aos sábados e os outros dois aos domingos em São Paulo pode nem chegar a ser concretizada. "Olhamos os slots disponíveis que faziam algum sentido para a companhia. Mas o fato de pegar eles não quer dizer que vamos usar esses horários de fato", disse.
De acordo com Febeliano, Congonhas "nunca foi um alvo" da Azul pelo encarecimento da operação trazido pela possibilidade de realização de poucos voos no aeroporto. "Quem disse que isso era um alvo? Congonhas nunca foi um plano da Azul. Não precisamos dele para crescer. É claro que Congonhas é uma boutique na Oscar Freire, que tem as maiores taxas, tem um cliente diferente... mas nunca foi nosso objetivo", afirmou.
A Azul, segundo o diretor, já foi para a reunião de distribuição dos slots da Anac com a consciência das dificuldades que teria para escolher os horários desejados por conta da reserva feita às empresas que já operavam no aeroporto paulista (Gol/Varig, TAM e Ocean Air).
"Mesmo que pegássemos um voo durante a semana seria muito difícil viabilizá-lo. Com uma agenda só é pouco provável que conseguíssemos pagar todas as despesas com funcionários e gastos com a manutenção do trecho", disse Febeliano, que também não vê vantagens para Azul em operar no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos.
No entanto, a posição do executivo é diferente quando se fala no maior aeroporto carioca. "O aeroporto do Galeão é muito importante e a Azul vai operar certamente lá. O (aeroporto) Santos Dumont tem uma pista muita curta. De lá não conseguimos fazer voos para Recife, para Fortaleza. Nós precisamos do Galeão e vamos utilizá-lo. Pode ter certeza", disse Febeliano.
Atualmente, a Azul voa para 17 destinos no Brasil (Manaus, Fortaleza, Natal, Recife, Maceió, Salvador, Goiânia, Campo Grande, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, Campinas, Maringá, Curitiba, Navegantes, Florianópolis e Porto Alegre) e conta com 15 aeronaves, número que deve ser acrescido e chegar a 21 até o final deste ano.
Há 5 mil ações trabalhistas contra a VASP que somam R$ 1 bilhão.
Uma liminar do Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedida na noite desta terça-feira (9) suspendeu a venda judicial de uma fazenda no valor de R$ 615 milhões para quitar dívidas trabalhistas da companhia aérea Vasp, que teve falência decretada em setembro de 2008, segundo informações do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo, que iria realizar a venda na quarta (10).
O G1 procurou a assessoria de imprensa do STJ para confirmar a informação, mas não localizou os assessores.
O pedido de suspensão foi feito pela Agropecuária Vale do Araguaia, dona da fazenda.
A liminar foi concedida pelo ministro Fernando Gonçalves, segundo o TRT. Para o ministro, o processo tem "inúmeros vícios a macular a adjudicação da fazenda".
"Nesse contexto, diante da definitividade do procedimento de venda pública e da existência de argumentos carentes de apreciação, parece de bom governo suspender a realização do leilão da Fazenda Piratininga até que se definam plenamente os contornos do presente conflito de competência", diz decisão do STJ enviada pelo tribunal trabalhista.
A fazenda Piratininga, que seria vendida, pertence à Agropecuária Vale do Araguaia, de Goiás, ligada ao Grupo Canhedo, do empresário Wagner Canhedo, um dos acionistas da Vasp. Canhedo também é dono da empresa de ônibus Viplan, de Brasília.
Além do imóvel em si, o tribunal havia determinado a venda judicial de tudo o que há dentro da fazenda, com isso, o valor estimado foi de R$ 615,375 milhões.
O lance mínimo era de R$ 370 milhões.
Entre os itens descritos estavam 47 mil vacas da raça nelore, mil bezerros, 1,6 mil touros, tratores e outros equipamentos, além de veículos, como 20 caminhões, dois ônibus e caminhonetes - confira lista completa.
Processo
A venda da fazenda Piratininga foi pedida por meio de ação civil pública pelo Ministério Público do Trabalho e Sindicato dos Aeronautas e Aeroviários, para garantir o pagamento dos direitos trabalhistas após a falência. Segundo o tribunal, o empresário Wagner Canhedo havia se comprometido a quitar os débitos, mas descumpriu o acordo.
A ação civil não faz parte do processo de falência da Vasp e foi aberta para que os trabalhadores possam receber seus direitos mais rapidamente. "Como autores da ação, os sindicatos puderam adjudicar a fazenda para que se concretizasse o objetivo da ação coletiva, que é, justamente, garantir e, por que não, pagar, sem esperar o demorado processo de falência, os créditos trabalhistas, cuja natureza alimentar não pode aguardar longos anos", explicou o tribunal em nota.
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) havia autorizado a venda judicial, mas suspendido os efeitos práticos da venda, ou seja, o repasse de dinheiro aos ex-funcionários até que se julgasse eventual recurso dos donos da fazenda.
Segundo o TRT, há cerca de 5 mil ações trabalhistas contra a Vasp em fase de execução somente no tribunal. Significa que os trabalhadores já conquistaram o direito de receber a indenização e aguardam o pagamento. Há ainda processos contra a Vasp no Rio, Recife e Brasília. A dívida trabalhista da Vasp supera R$ 1 bilhão, informou o TRT paulista.
Fonte: moraisvinna/G1 - Foto: Monalisa Lins/Agência Estado - Via: Noticias sobre Aviação
Controladores do aeroporto JFK deixaram menino orientar aviões
Os controladores aéreos do aeroporto John F. Kennedy, de Nova York, deixaram uma criança monitorar, pelo rádio, a decolagem de vários aviões, até serem suspensos pela autoridade aeronáutica americana.
"Esta conduta não é aceitável e não demonstra o tipo de profissionalismo que esperamos de todos os empregados da Associação Federal da Aviação", indicou nesta quarta-feira à AFP seu porta-voz, Jim Peters.
O diálogo entre a torre de controle e o avião do voo 171 da companhia aérea Jet Blue foi captado em uma tarde de fevereiro pelo canal de televisão Fox de Boston, que o divulgou e desencadeou a polêmica.
"Jet Blue 171, tem autorização para decolar", diz a voz infantil falando com os pilotos do avião, que esperavam autorização para partir do aeroporto JFK com destino a Sacramento (Califórnia).
"Estamos saindo Jet Blue 171, um bom trabalho", responde o piloto, rindo, ao jovem controlador aéreo.
Em outra conversa, ouve-se o menino dar autorização ao voo 195 da mesma companhia, com destino a Las Vegas (Nevada), e depois a um voo internacional, falando com um piloto da Aeroméxico.
"MX 403, contato de saída, adeus!", diz o menino. "Contato de saída Aeroméxico 403. Adeus!", responde o piloto da aeronave mexicana, antes de decolar com destino à Cidade do México.
Da torre de controle, ouve-se a voz do adulto que parece acompanhar o menino comentar com um dos pilotos: "isto é o que acontece quando as crianças não vão à escola".
A FAA informou que abriu uma investigação para apurar o caso.
Piloto quase cochila em pleno voo após tomar remédio para dormir
Um piloto da companhia israelense El Al tomou por engano um comprimido de dormir enquanto estava em pleno voo e, como ficou sonolento, foi obrigado a deixar a cabine de comando da aeronave, segundo uma investigação da companhia aérea revelada pelo jornal "Ha'aretz".
O incidente aconteceu há duas semanas, em um Boeing 737 que voava de Kiev, na Ucrânia, para Tel Aviv, em Israel. No voo havia 100 passageiros a bordo.
Segundo informações, o piloto confundiu o comprimido contra pressão alta que está acostumado a tomar com outro para dormir. Após ingerir o medicamento, ele começou ficar lento e desorientado.
Quando o comandante estava prestes a dormir, uma aeromoça veio em seu socorro e o tirou da cabine para que se recuperasse.
A El Al garantiu ao "Ha'aretz" que "os passageiros não ficaram em perigo em nenhum momento" e que o copiloto atuou "conforme o estabelecido, ao permitir que o piloto se recuperasse fora da cabine de comando".
Fx2 Presidente convocará conselho de defesa para confirmar decisão de escolha
França reduz preço de caças e Brasil vai anunciar compra
Até março, Lula convocará Conselho de Defesa para chancelar a decisão
A redução do preço do avião Rafale, fabricado pela Dassault, era o sinal que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Defesa, Nelson Jobim, precisavam para iniciar a preparação do anúncio da decisão final pela escolha do caça francês, que já havia sido tomada em setembro do ano passado, durante visita do presidente Nicolas Sarkozy ao Brasil.
O preço de US$ 8,2 bilhões para o pacote da Dassault de venda de 36 Rafale para a FAB, com peças de reposição, armas e logística era considerado muito alto e o governo brasileiro exigia a diminuição do valor para poder garantir e confirmar que a França é o parceiro militar estratégico do Brasil, o que acabou acontecendo, como noticiou ontem o jornal Folha de S. Paulo.
De acordo com a reportagem, o preço caiu para US$ 6,2 bilhões.
Depois do carnaval, no mais tardar no início de março, Lula convocará o Conselho de Defesa Nacional para chancelar a decisão política já tomada de escolha do Rafale, por entender que ele atende às exigências que o Brasil quer para esse projeto.
Na proposta entregue pela Aeronáutica ao Ministério da Defesa, em 6 de janeiro, aprovada na reunião do Alto Comando de 18 de dezembro, os preços dos pacotes eram: US$ 8,2 bilhões, da Dassault, US$ 5,7 bilhões, da Boeing (fabricante do F-18), e US$ 4,5 bilhões da Saab (Gripen). De posse desses valores, com o pacote do Rafale considerado ainda muito alto, o governo saiu em campo para reduzi-lo.
Era preciso que a Dassault baixasse o preço até para o Planalto poder argumentar que esse projeto é o que melhor atende à Estratégia Nacional de Defesa e a premissa de transferência de tecnologia, chancelado a decisão política já tomada.
Ontem, Jobim negou que o processo tenha sido encerrado. Pelo segundo dia consecutivo, o Comando da Aeronáutica se reuniu em Brasília e preferiu expedir uma nota sobre as notícias a respeito da redução do preço do Rafale e a decisão do governo brasileiro de optar pelo modelo francês. "A respeito da divulgação pela imprensa do suposto vencedor do processo de seleção dos novos caças multiemprego para a Força Aérea Brasileira (FAB), este centro informa que o Comando da Aeronáutica não recebeu qualquer comunicação oficial sobre o assunto." ]
Egito encomenda F-16 e segue negociando montagem dos JF-17
By Vinna
De acordo com Jane's Defence Weekly de 04 de março o Egito prossegue as conversações com o Paquistão visando a co-produção do caça leve JF-17 Thunder. Estima-se que o Egito deseje pelo menos 48 unidades do JF-17.
Linha de montagem dos K-8 Karakorum
O Egito já é um antigo parceiro do Paquistão na área aeroespacial, quando há alguns anos ingressou no programa do avião de treinamento K-8 Karokorum .
A Linha de produção do robusto treinador sino-paquistanês serviu para amparar a exportação do K-8 para diversos clientes africanos.
A informação vem “a reboque” do anuncio do Departamento de Defesa Americano do final de 2009 que da conta da aprovação do contrato de cerca de 213 milhões de dólares do Governo do Egito com a Lockheed Martin.
Em 02 de março a empresa americana recebeu formalmente a autorização de produção para o Egito de um lote de 16 F-16C e 4 F-16D totalizando 20 unidades (inicialmente seriam 24) cuja as entregas devem ocorrer em meados de 2013.
RAF coloca caças em alerta após incidente com aeronave da American AirLines
Caças da RAF em alerta após incidente em voo da American Airlines
Dois caças Typhoon da RAF (Real Força Aérea) decolaram na terça-feira (2) da Base Aérea de Lincolnshire, condado situado na região leste da Inglaterra, após a Torre do Aeroporto Heathrow, em Londres, receber um comunicado de que um passageiro a bordo de um voo transatlântico estava tentando acessar a cabine de comando do avião.
Os Typhoon voaram para dar assistência ao Boeing 767-323/ER, prefixo N376AN, da American Airlines que realizava o voo AA-78 de Dallas, no Texas (EUA), rumo a Londres, na Inglaterra.
A aeronave desceu da posição FL330 para FL250 e voou por toda a Irlanda e o Reino Unido nesse nível acompanhado pelos dois caças da Royal Air Force até realizar a aterrissagem segura em Heathrow.
Os caças retornaram à base assim que o incidente foi desvinculado de um ato terrorista.
O avião, com 161 passageiros e 12 tripulantes a bordo, pousou em segurança no Aeroporto Heathrow às 10:50 (hora local) e uma mulher foi presa.
Um porta-voz da American Airlines informou: "Nosso voo 78 de Dallas/Fort Worth foi recebido na chegada ao Aeroporto de Heathrow pela polícia. Um passageiro do sexo feminino criou dificuldades durante o voo e teria tentado obter acesso à cabine de pilotagem. Ela foi acalmada pelos comissários de bordo, mas, por precaução, uma abordagem prioritária para Londres foi solicitada e os policiais foram solicitados para atender a aeronave.
Um porta-voz da Polícia Metropolitana disse: "Nós embarcamos num voo proveniente de Dallas no aeroporto de Heathrow pouco depois das 11:00 hs. e prendemos uma mulher suspeita de colocar em perigo a aeronave. Ela foi levada para delegacia de polícia de Heathrow, onde permaneceu sob custódia".
Descobriu-se que a mulher estava chateada por uma doença recente na família e perdeu o controle.
Fontes: moraisvinna/Daily Mail / Aviation Herald -
no Afeganistão as estradas são tão cheias de bombas inimigas que quase todos os de transporte de reabastecimento para as bases ocorrem por helicóptero. O rugido das aeronaves rompem a escuridão, em pequenas bases instaladas no interior do território inimigo, e rapidamente rompem a noite. O pior que pode acontecer, é ser pego em um campo aberto, coberto por nada e só escondido pela escuridão, quando derepente você é banhado pela luz. Melhor é ficar abaixado sem se mover e se preparar para o fogo, ou no caso de um escritor, permanecer abaixado e imovel e se preparam para assistir a queima de fogos. Explosões de causas desconhecidas rompem as noites frias, enquanto desvios acima da Via Láctea, pontuados por mais estrelas do que tiros . As noites no Afeganistão vai conceder um desejo, para fazer pedidos a uma estrela cadente. E enquanto aguardo o meteoro que vem, os olhos são susceptíveis de apanhar balas traçante.
O piloto vem em rápida, para a zona de pouso no escuro, iluminado apenas por "Cyalumes," que os americanos chamam de "Chemlights." A câmera sensível torna a zona de pouso escura bem mais clara. O brilho aparente do Cyalumes pequeno fornece referência.
E o show começa quando o helicóptero desce em seu Halo
realmente uma operação ,que apesar da noite deve ser conduzida com total cuidado,porém o efeito é imprecionante.