30/06/13

Aéreas - Avianca diz que tem interesse por aviões Embraer para repor frota


Avianca diz que tem interesse por aviões Embraer para repor frota 

[foto:www.baguete.com.br]

 Por João José Oliveira | Valor SÃO PAULO 


 O presidente da Avianca, José Efromovich, disse nesta quinta-feira em São Paulo que a empresa está interessada na nova família de aeronaves E2 da Embraer para compor a frota. 


Segundo o executivo, os aviões da fabricante brasileira entram como opções para substituições que vão ser feitas ao longo dos próximos três a cinco anos. “Temos 15 aviões de 120 passageiros que deverão ser substituídos nos próximos 3 a 5 anos, e se o que foi nos apresentado for isso mesmo podemos sim comprar”, afirmou Efromovich durante o seminário AeroBrasil 2013.

 O presidente da Avianca diz que os aviões a serem substituídos são os A-318, da Airbus. Ele afirmou que o interesse nos aviões da Embraer pode ganhar impulso dependendo da demanda que a ser gerada pelo plano do governo de estimular a aviação regional. “Tudo vai depender da definição de rotas a serem operadas, em que condições e com que densidade.” Efromovich afirmou que a companhia pode crescer 30% neste ano com maior aproveitamento de ocupação em aeronaves maiores que estão substituindo aviões de menor capacidade. 


 Sobre a aviação regional, o executivo defendeu o foco no grupo de aeroportos que podem entrar no sistema de rotas com pequenas intervenções. “Não precisa gastar R$ 7 bilhões em mais de 200 aeroportos. 


É melhor focar uns 30 ou 40 que podem demandar uns R$ 150 milhões para entrar em operação em menos de um ano”, sugeriu. No plano de estímulo à aviação regional lançado pelo governo este ano, os investimentos previstos chegam a R$ 7,2 bilhões em 240 aeroportos que passariam atender cerca de 95% da população do país.


 Segundo o gerente da Secretaria de Aviação Civil, Juliano Roman, até o fim de novembro começarão as obras nos primeiros aeroportos atendidos pelo programa, que inclui ainda subsídios de até 50% das tarifas pagas pelos passageiros transportados — no limite de 60 passageiros por aeronave — e isenção de taxas e tarifas pagas por clientes e companhias nesses aeroportos, cujas despesas serão cobertas pelo Fundo Nacional da Aviação Civil.



Fonte:Valor Econômico

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