04/02/13

GEOPOLÍTICA - Israel assume ataque contra a Síria


Israel assume ataque contra a Síria



[foto:europeandaily.com]

 A Síria admitiu que algumas instalações em seu território foram atingidas por ataques aéreos israelenses no final de janeiro, mas os fatos sobre um “ataque stealth” permanecem obscurecidas por boatos. 

[foto:www.haaretz.com]

 Algumas fontes afirmam que um ataque da Força Aérea Israelense foi feita contra um comboio de transporte da Síria de mísseis superfície-ar SA-17 de fabricação russa destinados para os militantes do Hezbollah no Líbano. 

[vídeo:euronewspt -Publicado em 03/02/2013/via:Youtube.com]

 As autoridades sírias, por outro lado, anunciaram oficialmente que o alvo era um “centro de pesquisa científica”, com a televisão estatal síria dizendo que duas pessoas foram mortas e cinco ficaram feridas no ataque.

[foto:www.euronews.com ]

 Os ataques aéreos foram relatados como tendo a participação de aviões de combate F-16 de Israel Outras fontes dizem que o ataque tinha um objetivo secundário: testar a capacidade do sistema anti-aéreo da Síria para detectar os caças que entram no seu espaço aéreo. 

 O mistério em torno do ataque continua a gerar outras teorias. No dia 31 de janeiro, o jornal iraquiano Azzaman citou fontes diplomáticas ocidentais, dizendo que o suposto ataque israelense causou pesadas baixas ao pessoal da Guarda Revolucionária Iraniana na instalação síria. 


[foto:www.businessinsider.com]

Suas fontes indicam também que o ataque ocorreu mais de 48 horas antes, e foi relatado no dia 30 de Janeiro, depois de ser vazado por Israel. Uma fonte, entrevistada pelo Azzaman em Londres, disse que o boato do ataque ao comboio provavelmente foi espalhado para desviar a atenção do objetivo principal da operação, que era usar os caças Lockheed Martin F-16 para liberar pelo menos oito armas guiadas no centro de pesquisa da Síria. 

[foto:Centro de Pesquisas do Governo Sírio  seria na verdade uma base fortificada onde, foi bombardeado por caças israelenses - warincontext.org ]

A mesma fonte afirma que a base fortificada contém cientistas russos e pelo menos 3.000 membros da Guarda Revolucionária Iraniana.

 Apesar da incerteza sobre a verdadeira natureza dos ataques aéreos, é claro que as aeronaves envolvidas eram capazes de voar em território sírio, sem ser detectados pela rede do sistema de alerta do país fornecida pela Rússia. O Exército israelense não quis comentar o fato. 

 Fonte: Flightglobal-via:Cavok

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